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Fundação Julita discute direito da mulher com intervenção cultural do grupo Zona Agbara

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O evento pretende dialogar sobre os aspectos psicológicos, sociais e geopolíticos dentro do tema, trazendo fatos do cotidiano para o debate com o público presente.

Divulgação Zona Agbara (Foto: Sheila Signário)

Com o objetivo de promover um encontro de mulheres e jovens, para debater se a mulher tem direito ao próprio corpo, o Núcleo de Educomunicação da Fundação Julita realiza nesta quinta-feira (14), a partir da 18h, o 4º Minifórum de Educom, no Jardim São Luís, zona sul de São Paulo. Durante a conversa, serão abordados temas que variam desde como a mulher é tratada na sociedade, até a criminalização do aborto.

Com uma intervenção artística do grupo “A Zona Agbara”, o encontro vai além da troca de ideias. O grupo luta em prol da visibilidade e valorização da produção artística de mulheres negras e gordas, utilizando a dança como principal ferramenta de transgressão e afirmação estética e social nas comunidades.

Para conduzir o bate papo, haverá um time de convidadas especialistas no tema, sendo elas: Danielle Braga, psicóloga e integrante das coletivas “Fala Guerreira” e “Periferia Segue Sangrando”, Sonia Coelho, assistente social e integrante da SOF – Sempreviva, e a psicóloga especialista em Gestão Hospitalar e Saúde Pública, Sidneia Mochnacz. Já a mediação do debate será feita pela cientista social, Anabela Gonçalves, atuante na articulação social e educadora no território.

AGENDA

4º Minifórum de Educomunicação

Local: Fundação Julita

Endereço: Rua Nova do Tuparoquera, 249 – Jardim São Luís – São Paulo.

Data: 14/09

Horário: 18h30 às 21h00

Classificação Livre.

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