“Liberdade, justiça racial e de gênero”: o que move os sonhos das mulheres nos territórios
Mulheres negras e periféricas refletem sobre o ato de sonhar como um exercício de coragem e imaginação.
Mulheres negras e periféricas refletem sobre o ato de sonhar como um exercício de coragem e imaginação.
Projeto deve votar regulamentação da relação entre plataformas e trabalhadores, em sua maioria negros e periféricos, que reclamam da falta de segurança e de direitos trabalhistas.
Especialista alerta para violências sofridas por mulheres e crianças no período festivo.
Especialista aponta a importância de políticas de distribuição de renda para promover justiça econômica entre mulheres negras.
Iniciativas relatam impacto de repasses realizados com atraso, interrupção de atividades, entre outros problemas relacionados a suporte e execução dos projetos.
Fim da violência, acesso à emprego e renda, comida na mesa, transporte público e educação de qualidade são algumas das expectativas citadas para o cotidiano nas favelas e periferias.
Modalidade completa 10 anos no município; zona sul é que menos tem cobertura
Ao marcharem em Brasília, em 25 de novembro, elas denunciaram o racismo, a misoginia e reivindicaram o direito à reparação e ao bem-viver.
Aprovado na CCJ da Câmara, com proposta de R$ 20 bilhões, especialista destaca que fundo é cinco vezes menor que o necessário para reparar anos de escravização e suas consequências para a população negra.
Em Guaianases, distrito da Zona Leste, uma placa da Prefeitura na esquina da rua Tristão Gago, próximo à estação da CPTM, manda uma mensagem importante: “Proibido jogar lixo e entulho – Sujeito à multa e apreensão – Crime Ambiental, Lei Municipal n°13.478/02.”