“Liberdade, justiça racial e de gênero”: o que move os sonhos das mulheres nos territórios
Mulheres negras e periféricas refletem sobre o ato de sonhar como um exercício de coragem e imaginação.
Mulheres negras e periféricas refletem sobre o ato de sonhar como um exercício de coragem e imaginação.
Projeto deve votar regulamentação da relação entre plataformas e trabalhadores, em sua maioria negros e periféricos, que reclamam da falta de segurança e de direitos trabalhistas.
Em um percurso que leva, em média, três horas, moradora do Parque Novo Grajaú, no distrito do Grajaú, zona sul de SP, faz pelo menos três baldeações para conciliar trabalho e estudos.
Segundo relatos, atrasos logísticos da Prefeitura geraram dificuldades no diálogo e comprometeram a programação de atividades previstas em blocos periféricos da zona sul e leste de São Paulo.
Especialista em violências alerta para violências sofridas por mulheres e crianças no período festivo.
Especialista aponta a importância de políticas de distribuição de renda para promover justiça econômica entre mulheres negras.
Fim da violência, acesso à emprego e renda, comida na mesa, transporte público e educação de qualidade são algumas das expectativas citadas para o cotidiano nas favelas e periferias.
Voltado para estudantes de baixa renda do ensino médio, o programa funciona como uma poupança do governo federal.
Modalidade completa 10 anos no município; zona sul é que menos tem cobertura
Ao marcharem em Brasília, em 25 de novembro, elas denunciaram o racismo, a misoginia e reivindicaram o direito à reparação e ao bem-viver.