Transporte noturno de SP: o que saber para voltar pra casa na cidade que nunca dorme
Modalidade completa 10 anos no município; zona sul é que menos tem cobertura
Modalidade completa 10 anos no município; zona sul é que menos tem cobertura
Ao marcharem em Brasília, em 25 de novembro, elas denunciaram o racismo, a misoginia e reivindicaram o direito à reparação e ao bem-viver.
De acordo com o IBGE, até 2024, 22,7 milhões de domicílios no Brasil não estavam conectados à rede geral de esgoto.
Famílias residem no local há mais de dez anos; mobilização de moradores conseguiu interromper as demolições que vinham sendo feitas pela CDHU
Falhas no reconhecimento facial expõem torcedores negros e periféricos a constrangimentos nos estádios e reforçam alertas sobre o avanço do racismo algorítmico no futebol brasileiro.
Ser uma mulher negra da periferia trabalhando com comunicação de direitos é andar diariamente entre dois mundos: aquele que insiste em nos silenciar e aquele que construímos, com muita luta, para existir com dignidade. Nasci e cresci num território onde informação nunca foi garantia. E talvez por isso eu tenha entendido tão cedo que comunicar é também disputar poder, território e futuro.
O Pará, que sediou a COP 30, mantém três municípios entre os 20 piores do país em saneamento básico. Vila da Barca e a aldeia Akamassyron, são exemplos das camadas do racismo ambiental na Amazônia.
Moradores de Guaianases, na zona leste de São Paulo, descrevem as condições das ruas e calçadas próximas à estação da CPTM.
Aprovado na CCJ da Câmara, com proposta de R$ 20 bilhões, especialista destaca que fundo é cinco vezes menor que o necessário para reparar anos de escravização e suas consequências para a população negra.
Em Guaianases, distrito da Zona Leste, uma placa da Prefeitura na esquina da rua Tristão Gago, próximo à estação da CPTM, manda uma mensagem importante: “Proibido jogar lixo e entulho – Sujeito à multa e apreensão – Crime Ambiental, Lei Municipal n°13.478/02.”