Evidenciar as dinâmicas sociais para apoiar em reflexões críticas que contribuem nas tomadas de decisões dos sujeitos periféricos, a partir do jornalismo periférico de soluções.

Objetivos editoriais
- Contribuir para que moradores de territórios periféricos descubram, entendam e/ou acessem seus direitos
- Fortalecer o exercício da cidadania nos territórios a partir do acesso à informação de interesse público
- Apoiar na compreensão de como as desigualdades sociais impactam de diferentes formas cada território e seus moradores
- Ampliar a relação com os moradores para que eles pautem seus interesses e o que é importante no seu cotidiano
- Apoiar os moradores nas tomadas de decisão no seu cotidiano, a partir de informações contextualizadas e acessíveis
- Evidenciar saberes e a produção de conhecimento construída por sujeitos e iniciativas que atuam nos territórios

O que orienta nossa produção jornalística
Desde 2013, construímos um modelo de jornalismo baseado nas vivências, saberes e cotidiano das pessoas de diferentes territórios. Essa atuação tem possibilitado a criação de novos imaginários e incidência na construção e acesso à políticas públicas de garantia de direitos.

A nossa produção jornalística entende as pessoas como a centralidade do jornalismo, não apenas personagens, mas como participantes ativos na construção da informação. Por isso, utilizamos uma metodologia de impacto sistêmico para produção de notícias, orientada pelos interesses e pelas necessidades reais dos moradores de territórios periféricos, favelados, quilombolas e indígenas, para contribuir com as suas tomadas de decisão, para que assim possam descobrir e acessar direitos.
Em um cenário marcado pela desinformação, pela desigualdade no acesso à informação e pela crescente desconfiança nas instituições, compreendemos o jornalismo periférico de soluções e a educação midiática antirracista como estratégias fundamentais para enfrentar as desigualdades informacionais, fortalecer a democracia e confiança no jornalismo.


Nossa cobertura nasce a partir da escuta ativa dos moradores e, junto deles, se torna ferramenta de fortalecimento, reivindicação de direitos e transformação. Assim, colaboramos com a diminuição dos desertos de notícias, da desinformação, do analfabetismo midiático e da segregação digital que afeta principalmente moradores desses territórios.
A partir dessa linha editorial, atuamos para democratizar o acesso ao conhecimento, amplificar narrativas locais, fortalecer a informação de interesse público territorializada, ampliar a participação e vozes que historicamente foram silenciadas.

