Linha editorial

Objetivos editoriais 

  • Contribuir para que moradores de territórios periféricos descubram, entendam e/ou acessem seus direitos 
  • Fortalecer o exercício da cidadania nos territórios a partir do acesso à informação de interesse público
  • Apoiar na compreensão de como as desigualdades sociais impactam de diferentes formas cada território e seus moradores
  • Ampliar a relação com os moradores para que eles pautem seus interesses e o que é importante no seu cotidiano
  • Apoiar os moradores nas tomadas de decisão no seu cotidiano, a partir de informações contextualizadas e acessíveis 
  • Evidenciar saberes e a produção de conhecimento construída por sujeitos e iniciativas que atuam nos territórios
Foto: Ester Cruz

O que orienta nossa produção jornalística 

Desde 2013, construímos um modelo de jornalismo baseado nas vivências, saberes e cotidiano das pessoas de diferentes territórios. Essa atuação tem possibilitado a criação de novos imaginários e incidência na construção e acesso à políticas públicas de garantia de direitos.

Registro feito por Thais Siqueira e Ronaldo Matos, cofundadores do Desenrola, durante o show dos Racionais Mc's na Virada Cultural, em maio de 2013.

A nossa produção jornalística entende as pessoas como a centralidade do jornalismo, não apenas personagens, mas como participantes ativos na construção da informação.  Por isso, utilizamos uma metodologia de impacto sistêmico para produção de notícias, orientada pelos interesses e pelas necessidades reais  dos moradores de territórios periféricos, favelados, quilombolas e indígenas, para contribuir com as suas tomadas de decisão, para que assim possam descobrir e acessar direitos. 

Em um cenário marcado pela desinformação, pela desigualdade no acesso à informação e pela crescente desconfiança nas instituições, compreendemos o jornalismo periférico de soluções e a educação midiática antirracista como estratégias fundamentais para enfrentar as desigualdades informacionais, fortalecer a democracia e confiança no jornalismo.

Nossa cobertura nasce a partir da escuta ativa dos moradores e, junto deles, se torna ferramenta de fortalecimento, reivindicação de direitos e transformação. Assim, colaboramos com a diminuição dos desertos de notícias, da desinformação, do analfabetismo midiático e da segregação digital que afeta principalmente moradores desses territórios.

A partir dessa linha editorial, atuamos para democratizar o acesso ao conhecimento, amplificar narrativas locais, fortalecer a informação de interesse público territorializada, ampliar a participação e vozes que historicamente foram silenciadas.

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