“Liberdade, justiça racial e de gênero”: o que move os sonhos das mulheres nos territórios
Mulheres negras e periféricas refletem sobre o ato de sonhar como um exercício de coragem e imaginação.
Mulheres negras e periféricas refletem sobre o ato de sonhar como um exercício de coragem e imaginação.
Projeto deve votar regulamentação da relação entre plataformas e trabalhadores, em sua maioria negros e periféricos, que reclamam da falta de segurança e de direitos trabalhistas.
Aos 85 anos, Tia Cida dos Terreiros testemunha a continuidade de sua trajetória através da nova geração de sambistas em São Mateus.
Em um percurso que leva, em média, três horas, moradora do Parque Novo Grajaú, no distrito do Grajaú, zona sul de SP, faz pelo menos três baldeações para conciliar trabalho e estudos.
Segundo relatos, atrasos logísticos da Prefeitura geraram dificuldades no diálogo e comprometeram a programação de atividades previstas em blocos periféricos da zona sul e leste de São Paulo.
Moradora do Itaim Paulista, zona leste de SP, Victoria Tamazi fala sobre a potência de levar sua arte para as ruas, contribuindo com a beleza dos desfiles das escolas de samba.
Especialista alerta para violências sofridas por mulheres e crianças no período festivo.
Especialista aponta a importância de políticas de distribuição de renda para promover justiça econômica entre mulheres negras.
Iniciativas relatam impacto de repasses realizados com atraso, interrupção de atividades, entre outros problemas relacionados a suporte e execução dos projetos.
Fim da violência, acesso à emprego e renda, comida na mesa, transporte público e educação de qualidade são algumas das expectativas citadas para o cotidiano nas favelas e periferias.