Pesquisadora defende protagonismo periférico contra a violência estética das redes sociais
Segundo Lidiane da Silva, a produção cultural periférica desafia estereótipos de classe e raça, sobretudo no ambiente virtual.
Segundo Lidiane da Silva, a produção cultural periférica desafia estereótipos de classe e raça, sobretudo no ambiente virtual.
Acesso a equipamentos culturais e de lazer, serviços públicos e contextos familiares são marcadores que influenciam o consumo abusivo de álcool nas periferias.
A partir de uma série de reportagens sobre a música enquanto movimento cultural, vamos contar de que forma o rap, o samba e o forró contribuíram na construção de consciência política e coletiva nos territórios periféricos. Na primeira reportagem, agentes da cultura hip hop analisam o impacto do gênero e as transformações do movimento nas periferias.
Há momentos em que calar é contemplar o sagrado, ouvir a alma, reconhecer o próprio tempo de amadurecimento.
Levantamento feito pelo Bloco do Beco e Ibira 30, apresenta padrões que estruturam o financiamento federal na cultura e mostra que, na última década, as periferias de São Paulo acessaram apenas 1,38% dos recursos da Lei Rouanet.
No Dia do Feirante, trabalhadores de diferentes periferias de São Paulo contam sobre a rotina e aprendizados a partir das feiras nas ruas da cidade.
Como resultado dos encontros, será construída uma carta-manifesto para ser apresentada na COP 30, em Belém, com demandas das periferias sobre a crise climática.
Em um contexto em que, no Brasil, 11 milhões de mulheres são mães solo, pais de diferentes territórios compartilham suas vivências em busca de uma paternidade consciente das relações desiguais de gênero.
Implementada no primeiro semestre de 2025, a medida busca mitigar os impactos negativos do uso excessivo do aparelho. Para alunos e educadores, a norma é vivenciada de formas diferentes, principalmente nas periferias, a depender dos recursos de cada escola.
Na última sexta-feira (25/07), data que marca o Dia da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha, a Praça da República, em São Paulo, foi ocupada pela 10ª Marcha das Mulheres Negras.