Patriarcado: quando o poder adoece a sociedade
Refletir sobre saúde mental também exige compreender as estruturas de poder que moldam nossas relações e escolhas coletivas.
Refletir sobre saúde mental também exige compreender as estruturas de poder que moldam nossas relações e escolhas coletivas.
Brasília – Alunos ocupam Colégio de Samambaia em ato contra a reforma do ensino médio, em 2016, a escola tinha 1,7 mil alunos e teve as aulas canceladas na época. (Foto: Wilson Dias/Agência Brasil)
Neste artigo, trato da Copa do Mundo, identificação nacional entre civis, “povo brasileiro”, inteligência artificial e conjuntura econômica para apresentar um desenho conciso da pirâmide social do Brasil no século 21 segmentada em 4 categorias econômicas e sociopolíticas.
Esse mês inicio uma série de artigos, em que analiso como a carga horária do Programa de Ensino Integral (PEI) impacta a rotina de jovens da periferia que precisam conciliar os estudos com o trabalho.
Diante do alto custo das figurinhas, moradores da quebrada usam a criatividade para completar o álbum da Copa do Mundo.
Se você também ficou confusa, vem aqui que vou te explicar o que o Senado fez com os direitos das crianças e adolescentes ao anular a resolução do Conanda.
Neste artigo, resgato o conceito de classe dirigente para tratar de imposto de renda, justiça tributária, elisão (“sonegação”) fiscal, taxação dos super-ricos, democracia e a persistência de estruturas históricas de desigualdade tributária no Brasil.
Representantes de periferias, favelas e movimentos sociais ocupam a 2ª Conferência Nacional de Arquivos e garantem propostas históricas para a preservação de memórias historicamente negligenciadas pelo Estado.
A mobilização pelo fim da escala 6×1 reacende o debate sobre jornadas exaustivas, precarização do trabalho e qualidade de vida dos trabalhadores brasileiros.
Muito antes do apito inicial, moradores já transformam as ruas em espaços de celebração coletiva e pertencimento.