O povo desacreditou da política partidária e deseja algo novo? Uma breve análise para o segundo turno
Entre o desencanto e a participação, a disputa pela narrativa e a descrença política podem definir os rumos da democracia.
Entre o desencanto e a participação, a disputa pela narrativa e a descrença política podem definir os rumos da democracia.
Estudantes revelam que falta de flexibilidade no PEI e falhas do Novo Ensino Médio transformam a permanência na escola em um jogo de exclusão.
Relatos de estudantes de escolas em tempo integral revelam como a falta de estrutura e o excesso de tempo na instituição adoecem a comunidade escolar e estimulam a exclusão.
Brasília – Alunos ocupam Colégio de Samambaia em ato contra a reforma do ensino médio, em 2016, a escola tinha 1,7 mil alunos e teve as aulas canceladas na época. (Foto: Wilson Dias/Agência Brasil)
Esse mês inicio uma série de artigos, em que analiso como a carga horária do Programa de Ensino Integral (PEI) impacta a rotina de jovens da periferia que precisam conciliar os estudos com o trabalho.
A mobilização pelo fim da escala 6×1 reacende o debate sobre jornadas exaustivas, precarização do trabalho e qualidade de vida dos trabalhadores brasileiros.
Com mais de 150 mil pessoas em situação de rua e indicadores de violência alarmantes, a capital paulista mostra sinais de pane estrutural sob o peso da negligência pública.
Um chamado para jovens periféricos celebrarem as pequenas vitórias diante da pressão para passar no vestibular.
Moradores da Zona Sul seguem esperando por uma obra que virou símbolo de promessas eleitoreiras e negligência pública
Uma década após as ocupações estudantis em São Paulo, refletimos sobre o futuro da educação: a quem serve o atual projeto de escola?