Moradores da quebrada mantém viva tradição de pintar as ruas para a Copa do Mundo
Nas ruas, becos e vielas das periferias de São Paulo, em clima de Copa do Mundo, moradores se reúnem para enfeitar e manter a tradição de colorir a quebrada.
Nas ruas, becos e vielas das periferias de São Paulo, em clima de Copa do Mundo, moradores se reúnem para enfeitar e manter a tradição de colorir a quebrada.
A Casa Griô e o Quilombar são espaços nas periferias que resgatam a busca por pertencimento e reconexão com raízes ancestrais.
Com a chegada da Copa do Mundo e o simbolismo que as cores verde e amarelo passaram a ser associadas nos últimos anos, marcas de quebrada como Mile Lab, Corre e Andrart se reapropriam da camiseta da seleção.
“Vai ficar tudo preto”, pouco mais de 100 anos, isso soa como uma profecia a ser cumprida.