Notícia

Gê de Lima questiona padrões de afetividade no novo clipe “Acaso”

Compartilhe

Questionando padrões de relacionamentos, através do amor e contra o preconceito, o cantor e compositor Gê de Lima, um dos artistas notáveis do Grajaú, lança o videoclipe “Acaso”.

Foto: Gê de Lima

Disponível nas plataformas digitais, a música “Acaso” foi lançada oficialmente no show realizado pelo cantor e compositor Gê de Lima no final do mês de outubro, no SESC Interlagos, localizado no Parque Colonial, zona sul de São Paulo. Na nova música, o cantor questiona padrões de afetividades, partindo das questões de identidade de gênero.

O clipe de “Acaso” fala de amor, independente de gênero, sexualidade ou padrão de relacionamento, abordando o encontro e o Acaso de amar livremente, seja por um dia, por horas ou segundos. “O amor é uma invenção e cada um vive a sua”, define Gê de Lima.

Assim como foi em seu videoclipe anterior “Fotografia“, Gê também traz a representatividade LGBT negra para o seu trabalho atual. No vídeo são exibidas cenas de um casal formado por dois homens, outro por mulheres e também retrata um encontro entre um não binário e uma trans mulher. “O que o gênero ou a sexualidade do outro interfere na sua vida?”, questiona o cantor ao postar o vídeo em sua rede social.

A produção é totalmente negra e periférica, desde a música ao clipe, tudo foi realizado sem apoio financeiro, apenas com a união e a força de vontade desses artistas envolvidos.

No elenco estão os atores e atrizes Shirley Rosa, Mellanie Reis, Victor Rodrigues, Chris Gomes, Isaquiel Winchester. O clipe foi produzido por Claudinho Irennio, dirigido por Léo F. Carter e roteirizado pelo próprio Gê. A produção da música surgiu da união de Gê com o músico e produtor musical Hadsui.

Mais sobre →

nossas notícias
no seu email

relacionadas

Fortaleça a construção de novos horizontes no jornalismo.

Apoie agora!

últimas

Em Guaianases, projetos impactam autonomia e a vida de quem envelhece na periferia

Compartilhe

Ao contrário do que muita gente pensa, envelhecer na periferia pode significar vitalidade e pertencimento. Pelo menos é o que têm comprovado os frequentadores do projeto Dia Total e da Academia Black Brothers. Com atividades específicas para a população idosa, as iniciativas têm impactado não só a rotina, mas a saúde física e mental de muita gente pela região.

Acessar o conteúdo