Desenrola participa do 8º Fórum & Festival Longevidade para debater desinformação e envelhecimento no Brasil

Ronaldo Matos, Diretor Executivo da organização, integra painel no Parque Ibirapuera durante o lançamento do Mapeamento de Inovação Social em Longevidade 2026.
Compartilhe

No próximo dia 25 de setembro, às 15h30, o Desenrola e Não Me Enrola estará presente no lançamento do Mapeamento do Ecossistema de Inovação Social em Longevidade 2026. O evento acontece durante a programação do 8º Fórum & Festival Longevidade, realizado pela Ashoka no Pavilhão da Bienal, localizado no Parque do Ibirapuera, em São Paulo.

O mapeamento reuniu cerca de 300 organizações e iniciativas com o objetivo de analisar quem está transformando as condições do envelhecer no Brasil, identificando suas soluções, capacidades, conexões e os principais desafios enfrentados pela área. Entre os dados de destaque da pesquisa, um aponta para uma reflexão: enquanto 97,64% das iniciativas afirmam gerar impacto, apenas 40,88% utilizam métodos ou ferramentas para mensurá-lo.

Representando o Desenrola, nosso Diretor Executivo, Ronaldo Matos, participa do painel de debate ao lado de lideranças do setor, como Bruna Lima (RD Saúde), Eduardo Ferreira (Plataforma Longeviver), Léia Sousa (Tecer Mulher) e Michele Ávila (Sesc/RS), sob mediação de Marília Duque (Ashoka).

A presença do Desenrola reforça o compromisso da organização com a geração de inteligência, o fortalecimento de redes e a construção de soluções colaborativas que promovam visibilidade e transformação social de forma mensurável e sustentável.

Serviço

  • Lançamento do Mapeamento do Ecossistema de Inovação Social em Longevidade 2026 (8º Fórum & Festival Longevidade)
  • Data: 25 de setembro (sexta-feira)
  • Horário: 15h30
  • Local: Pavilhão da Bienal — Parque do Ibirapuera, zona sul, São Paulo/SP
  • Entrada: Gratuita, mediante inscrições pelo site longevidade.com.br

relacionadas

últimas

Em Guaianases, projetos impactam autonomia e a vida de quem envelhece na periferia

Compartilhe

Ao contrário do que muita gente pensa, envelhecer na periferia pode significar vitalidade e pertencimento. Pelo menos é o que têm comprovado os frequentadores do projeto Dia Total e da Academia Black Brothers. Com atividades específicas para a população idosa, as iniciativas têm impactado não só a rotina, mas a saúde física e mental de muita gente pela região.

Acessar o conteúdo