Como o acesso à saúde e à educação adaptada fortalece a luta anticapacitista de crianças e adolescentes com deficiência nas periferias #44

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O acesso à saúde, educação adaptada, atividades esportivas, acessibilidade nos locais de convivência e a outros direitos fundamentais ainda é um desafio para muitas crianças e adolescentes com deficiência e neurodivergentes que vivem nas periferias. 

Segundo o Censo de 2022 realizado pelo IBGE, o Brasil tem 14,4 milhões de pessoas com deficiência, o equivalente a 7,3% da população com 2 anos ou mais. Apesar de terem seus direitos garantidos pela LBI, a Lei Brasileira de Inclusão, a falta de políticas públicas e de recursos adequados ainda impacta a vida dessas famílias nas quebradas.

Conversamos com a neuropsicopedagoga, Micéia de Fátima, da Vila Natal, zona sul de São Paulo, que fala sobre os impactos do capacitismo na infância e como esses estigmas podem estar presentes dentro da própria família. Ela também comenta sobre a importância da educação adaptada nas escolas públicas e sua contribuição para o desenvolvimento de crianças e adolescentes neurodivergentes e com deficiência.

Também chega com a gente Adriana Dias, da Casa do Ney, espaço que promove o desenvolvimento e a inclusão de crianças e adolescentes com deficiência, por meio do esporte e do apoio educacional. A ONG acolhe 258 famílias, com atendimentos para pessoas com deficiência motora, intelectual e neurodivergentes.

Adriana nos conta como profissionais voluntários estão trazendo acessibilidade, acesso à saúde e inclusão para crianças e jovens de Parelheiros, no extremo sul da capital paulista. Ela também traz informações sobre a importância de redes de apoio, e como ela pode auxiliar nesse processo .

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Em Guaianases, projetos impactam autonomia e a vida de quem envelhece na periferia

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Ao contrário do que muita gente pensa, envelhecer na periferia pode significar vitalidade e pertencimento. Pelo menos é o que têm comprovado os frequentadores do projeto Dia Total e da Academia Black Brothers. Com atividades específicas para a população idosa, as iniciativas têm impactado não só a rotina, mas a saúde física e mental de muita gente pela região.

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