A copa é nossa: quando a periferia joga junto
Muito antes do apito inicial, moradores já transformam as ruas em espaços de celebração coletiva e pertencimento.
Muito antes do apito inicial, moradores já transformam as ruas em espaços de celebração coletiva e pertencimento.
Especialistas contam como as chamadas zonas de sacrifício se relacionam com a falta de políticas públicas e efeito das crises climáticas.
Mulheres negras e periféricas refletem sobre o ato de sonhar como um exercício de coragem e imaginação.
Da cozinha de sua casa, na zona norte de São Paulo, Carolina Gonçalves produz doces para a Páscoa e conta seus planos para o futuro.
Projeto deve votar regulamentação da relação entre plataformas e trabalhadores, em sua maioria negros e periféricos, que reclamam da falta de segurança e de direitos trabalhistas.
Aos 85 anos, Tia Cida dos Terreiros testemunha a continuidade de sua trajetória através da nova geração de sambistas em São Mateus.
Em um percurso que leva, em média, três horas, moradora do Parque Novo Grajaú, no distrito do Grajaú, zona sul de SP, faz pelo menos três baldeações para conciliar trabalho e estudos.
Segundo relatos, atrasos logísticos da Prefeitura geraram dificuldades no diálogo e comprometeram a programação de atividades previstas em blocos periféricos da zona sul e leste de São Paulo.
Moradora do Itaim Paulista, zona leste de SP, Victoria Tamazi fala sobre a potência de levar sua arte para as ruas, contribuindo com a beleza dos desfiles das escolas de samba.
Iniciativas relatam impacto de repasses realizados com atraso, interrupção de atividades, entre outros problemas relacionados a suporte e execução dos projetos.