periferias

Ser mulher negra periférica na comunicação de direitos: reflexões a partir da Marcha Nacional das Mulheres Negras

Ser uma mulher negra da periferia trabalhando com comunicação de direitos é andar diariamente entre dois mundos: aquele que insiste em nos silenciar e aquele que construímos, com muita luta, para existir com dignidade. Nasci e cresci num território onde informação nunca foi garantia. E talvez por isso eu tenha entendido tão cedo que comunicar é também disputar poder, território e futuro.

Por  Redação
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