Mulheres negras contam como o legado das mais velhas pavimentou a luta pelo bem-viver
Ao marcharem em Brasília, em 25 de novembro, elas denunciaram o racismo, a misoginia e reivindicaram o direito à reparação e ao bem-viver.
Ao marcharem em Brasília, em 25 de novembro, elas denunciaram o racismo, a misoginia e reivindicaram o direito à reparação e ao bem-viver.
Mulheres extrativistas e comunidades tradicionais apresentam demandas por terra, segurança e financiamento direto para políticas ambientais
No país, o samba nasceu e se fortaleceu também como um movimento de luta contra a discriminação e repressão policial.
Em Guaianases, distrito da Zona Leste, uma placa da Prefeitura na esquina da rua Tristão Gago, próximo à estação da CPTM, manda uma mensagem importante: “Proibido jogar lixo e entulho – Sujeito à multa e apreensão – Crime Ambiental, Lei Municipal n°13.478/02.”
Professores da rede pública municipal e estadual de São Paulo afirmam que a educação é a principal ferramenta de garantia de direitos e de transformação social.
A partir de uma série de reportagens sobre a música enquanto movimento cultural, vamos contar de que forma o rap, o samba e o forró contribuíram na construção de consciência política e coletiva nos territórios periféricos. Na primeira reportagem, agentes da cultura hip hop analisam o impacto do gênero e as transformações do movimento nas periferias.
No Dia do Feirante, trabalhadores de diferentes periferias de São Paulo contam sobre a rotina e aprendizados a partir das feiras nas ruas da cidade.
Em um contexto em que, no Brasil, 11 milhões de mulheres são mães solo, pais de diferentes territórios compartilham suas vivências em busca de uma paternidade consciente das relações desiguais de gênero.
Com 93 anos, Dona Nicolina, matriarca do carnaval de Porto Alegre, transmite sua ancestralidade e cultura do samba para os filhos, netos, amigos e explica sobre a arte de se viver a vida.
Iniciativas de comunicação nos distritos da Brasilândia, Parelheiros, São Mateus e João XXIII, atuam para garantir que a população das periferias e favelas nesses territórios tenha direito à informação. Por meio de ações de comunicação que traduzem os efeitos da pandemia, esses grupos estão investindo na orientação de famílias no portão das casas, na rua ou enviando áudios pelo WhatsApp com dicas e entrevistas sobre como prevenir o contágio de covid-19.