Mulheres marcam presença na cena do pipa nas quebradas
Mesmo sendo um meio formado majoritariamente por homens, a pipa também é uma atividade de diversão para muitas mulheres das periferias.
Mesmo sendo um meio formado majoritariamente por homens, a pipa também é uma atividade de diversão para muitas mulheres das periferias.
Ser uma mãe negra, ser uma mãe indígena, ser uma mãe trans, tudo isso muda o aspecto da maternidade. O que não muda é uma mulher pode ganhar 52 vezes menos que o homem estando no mercado de trabalho, exercendo a mesma função.
Evellyn Correia, integrante da Coletiva Rizoma, iniciativa atuante nas quebradas da zona sul de São Paulo, demonstra como a permacultura está presente e se relaciona com os territórios periféricos.
Para a edição de 2023, foram selecionados 20 jovens com prioridade para população negra, indígena, lgbtqiap+ e diversidade territorial.
Nas periferias de Campinas, dois irmãos unem forças para ocupar as redes sociais e conscientizar usuários sobre a importância de trocar alimentos ultra processados por uma alimentação vegana.
No ano que marca 10 anos de aprovação da emenda conhecida como a PEC das Domésticas, trabalhadoras de territórios periféricos contam sobre desgastes físicos e emocionais em suas rotinas de trabalho
Recém nomeada a um cargo público vinculado ao Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, Mayara Silva busca atuar para a melhoria na qualidade de vida dos jovens periféricos através de políticas públicas.
Moradores da região do Mambu, no distrito de Marsilac, relatam dificuldades para acessarem serviços de saúde e mercado de trabalho devido a problemas no transporte na região.
Em sua 2ª edição, o Festival Yvy Porã Jaraguá é Guarani busca defender as origens indígenas do território e sua valorização, além da oportunidade de gerar renda para a aldeia
Para algumas pessoas, soltar pipa é uma brincadeira que remete à infância, mas para moradores da Cidade Ipava e São Miguel Paulista, a atividade também se tornou fonte de renda para a família.