Estudar deixou de compensar?
A educação muda histórias. Que a quebrada ocupe as cadeiras, e não só os cargos de limpeza.
A educação muda histórias. Que a quebrada ocupe as cadeiras, e não só os cargos de limpeza.
Em um contexto em que, no Brasil, 11 milhões de mulheres são mães solo, pais de diferentes territórios compartilham suas vivências em busca de uma paternidade consciente das relações desiguais de gênero.
Luta histórica dos movimentos populares, o projeto visa ampliar o acesso à educação na região.
Implementada no primeiro semestre de 2025, a medida busca mitigar os impactos negativos do uso excessivo do aparelho. Para alunos e educadores, a norma é vivenciada de formas diferentes, principalmente nas periferias, a depender dos recursos de cada escola.
Sobre como construímos a cidade, e a história dela, a partir de nossas quebradas.
Na última sexta-feira (25/07), data que marca o Dia da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha, a Praça da República, em São Paulo, foi ocupada pela 10ª Marcha das Mulheres Negras.
Durante as férias, a capoeira vira refúgio e ferramenta de educação nas periferias, ensinando mais do que golpes: ensina pertencimento, coragem e comunidade.
Levantamento do DataSenado indica que, há dez anos, 63% dos brasileiros demonstravam algum interesse em política. Até 2022, esse número caiu para 53%.
Uma década após as ocupações estudantis em São Paulo, refletimos sobre o futuro da educação: a quem serve o atual projeto de escola?