Fé e esperança no futuro
Ainda que em uma vida difícil e caótica, é possível sim viver e enxergar para além do corpo. Sentir na alma uma outra forma de existir.
Ainda que em uma vida difícil e caótica, é possível sim viver e enxergar para além do corpo. Sentir na alma uma outra forma de existir.
Em novembro vivi uma experiência marcante e amorosa que me fez ter o desejo de escrever sobre viver coletivamente.
Vitor da Trindade, Elis Trindade e Luciana Félix comentam a ligação do maracatu de baque virado, originário de Pernambuco, com as periferias de São Paulo.
Cada passe, seja na quadra ou no campo, é um passo rumo a um amanhã melhor, e sempre bom lembrarmos que lugar de mulher é onde ela quiser.
O curta “Samuel foi trabalhar”, retrata a busca do primeiro emprego e levanta discussões sobre direitos trabalhistas diante do aumento do trabalho informal.
Hoje o que me inspira a iniciar a sessão é me deslocar do papel de psicóloga para deslizar por um caminho muito conhecido por mim: ser uma pessoa mística com experiências e vivências espirituais.
A rede estadual de Santa Catarina proibiu “projetos ligados ao Slam”.
Ana Rita é baiana de acarajé e conta como o alimento de matriz africana conecta pessoas negras e periféricas com as suas origens e ancestralidade.
Elizandra Souza comenta como as propostas de atividades em novembro, mês que marca o Dia da Consciência Negra, evidenciam questões sobre racismo, oportunidades e condições de trabalho.