Uma vítima imperfeita
A falta de compromisso em garantir direitos fundamentais a vítimas de violência doméstica, expõe como estigmas e preconceitos podem transformar o acesso à saúde em tortura.
A falta de compromisso em garantir direitos fundamentais a vítimas de violência doméstica, expõe como estigmas e preconceitos podem transformar o acesso à saúde em tortura.
Sentir, acolher e entender que temos limites pode trazer prazer e momentos que superam as dores, que nos potencializa a viver mais e melhor.
Cada dia é uma batalha pela própria existência, uma jornada de resistência que os trabalhadores ambulantes e autônomos passam, indo à luta do seu próprio sustento.
A criminalização beneficia traficantes e agrava os problemas reais causados pelos abortos inseguros e uso abusivo de drogas.
Hoje eu quero te contar uma história rapidinha para aquecer nossas reflexões sobre saúde na adolescência.
Vou apresentar algumas práticas que podemos acessar e que oferecem uma super conexão consigo mesmo para um processo de autoconhecimento.
Aproveitando os festejos juninos e o dia do cinema nacional (19/06), chamo à reflexão a representação do caipira no cinema e na vida ao longo do tempo.
A falta de saneamento básico e a dificuldade em lugares para acesso de coleta dificulta mais ainda a vida da galera da quebrada, tendo lugares onde o caminhão de coleta não passa.
A ideia do jovem como um indivíduo para ser simplesmente ensinado é preocupante e carrega consigo inúmeras limitações.