Isso que chamam de amor é trabalho não pago e falta de política pública
Na ausência de uma política do cuidado, quem assume a responsabilidade sobre a vida de todas as pessoas ao seu redor?
Na ausência de uma política do cuidado, quem assume a responsabilidade sobre a vida de todas as pessoas ao seu redor?
Começo essa sessão fazendo um convite para viverem uma jornada junto comigo, pois este mês está sendo tão importante e rico que preciso compartilhar esse Axé com vocês.
Que a gente sempre pense e reflita todos os dias sobre cuidar, acolher e mostrar que cada criança merece ser feliz.
Para você que vez ou outra me lê aqui no Desenrola, dessa vez meu texto vai ser diferente. Ele tem destinatários definidos, mas espero que possa alcançar outros corações feridos também.
Não é apenas defender a representatividade sem crítica. O foco deve ser em candidaturas que realmente representem nossos interesses.
Abro a sessão com a reflexão sobre conexões e como elas podem acontecer com uma certa frequência em nossas vidas.
Nós, mulheres de quebrada, temos limitações no cuidado à adolescentes, e homens periféricos precisam se colocar como responsáveis também pela promoção de saúde com os meninos.
O cientista social e pesquisador do Centro de Estudos Periféricos, Sandro Oliveira, responde à pergunta feita nas redes sociais do Desenrola.
A fotografia na quebrada é feita de momentos reais, de gente que transforma a dificuldade em arte e expressa nas imagens a alma da comunidade.