São Paulo: a locomotiva quebrada do Brasil
Com mais de 150 mil pessoas em situação de rua e indicadores de violência alarmantes, a capital paulista mostra sinais de pane estrutural sob o peso da negligência pública.
“Agnes Roldan, é voluntária em organizações do terceiro setor desde a adolescência, em 2017 foi aluna da Rede Ubuntu – Cursinhos Populares.
Em 2018 entrou na graduação em licenciatura em ciências sociais, também participou da turma piloto da Escola Comum um projeto que reuniu jovens de periferia com intuito de fortalecer as lideranças jovens na quebrada. Em 2019 retornou para Rede Ubuntu como coordenadora e atualmente coordena o Polo Santo Dias (Jardim Ângela) e o Polo Dona Edite (Céu Capão Redondo). É uma das organizadoras do Sarau Apoema – Jardim Ângela.”
Com mais de 150 mil pessoas em situação de rua e indicadores de violência alarmantes, a capital paulista mostra sinais de pane estrutural sob o peso da negligência pública.
Um chamado para jovens periféricos celebrarem as pequenas vitórias diante da pressão para passar no vestibular.
Moradores da Zona Sul seguem esperando por uma obra que virou símbolo de promessas eleitoreiras e negligência pública
Uma década após as ocupações estudantis em São Paulo, refletimos sobre o futuro da educação: a quem serve o atual projeto de escola?
Este texto não tem um final, ele é a retomada de um dos primeiros textos desta coluna, onde eu analisei de forma breve e superficial a figura de diferentes políticos como Jair Messias Bolsonaro e Milton Leite.
A ideia do jovem como um indivíduo para ser simplesmente ensinado é preocupante e carrega consigo inúmeras limitações.
Este texto é um convite ao presente e a reflexão de como estamos mantendo nossas relações com as raízes e com a ideia de urbanização e sustentabilidade.