Da Lei da vadiagem ao Massacre na DZ7: A música periférica resiste
Na mira da violência do estado e da sociedade, a música preta é mais que um ritmo, é resistência e afirmação.
Na mira da violência do estado e da sociedade, a música preta é mais que um ritmo, é resistência e afirmação.
“Notas Infames na Cidade” é o segundo livro do poeta que, através de contos, busca retratar histórias de moradores das periferias da São Paulo nos anos 1990.
Com ações até maio, o projeto criado pelo Núcleo Ajeum propõe atividades formativas que abordam questões sobre as infâncias e memórias do território.
Nós, pessoas adultas, precisamos fazer algo para que as meninas sintam que podem contar conosco durante seu processo de desenvolvimento.
Confira o resultado dessa conversa no primeiro episódio da quarta temporada do Desenrola Aí.
Na esteira das repercussões do Oscar para “Ainda estou aqui”, sinto falta de uma crítica mais complexa sobre o filme e sobre o próprio contexto da ditadura pela ótica periférica.
Com atividades ao longo de todo mês de abril, a programação contará com mais de 180 atrações musicais, oficinas de poesia, produção cultural e fotografia.
“Perus no tabuleiro da memória”, foi criado com intuito de, através da ludicidade, registrar narrativas locais de luta e pertencimento no território.
Com grande satisfação digo que este é meu artigo de estreia aqui na coluna. Sou filho e membro da classe trabalhadora, negro, proletário, periférico e corinthiano que há décadas vem atuando, militando e estudando a fim de contribuir com a transformação social. Busco refletir aqui as condições de trabalho com a aprovação da PEC 08/25.