Baiana de acarajé fala sobre cultura alimentar como forma de resistência nas periferias
Ana Rita é baiana de acarajé e conta como o alimento de matriz africana conecta pessoas negras e periféricas com as suas origens e ancestralidade.
Ana Rita é baiana de acarajé e conta como o alimento de matriz africana conecta pessoas negras e periféricas com as suas origens e ancestralidade.
Artista da zona leste de São Paulo, MC Maria Preta, fala sobre como reconhecer identidade indígena influencia sua produção artística.
Ao iniciar o processo de alfabetização aos 52 anos, Roseane da Silva aponta como a educação mudou o entendimento sobre sua trajetória de vida e projeção de futuro.
Ao compartilhar sua trajetória educacional e religiosa, Fernando Oliveira, pai de santo e presidente de um grêmio estudantil, ressalta o papel emancipador da educação.
Empreendedora conta os desafios e oportunidades que atravessa na profissão e como a venda de morango com chocolate se tornou um negócio de família.
Autora do livro “Goela Seca”, a escritora conta como sua percepção de mundo se transformou através da arte e no contato com saraus na periferia da zona leste de São Paulo.
Além de cantor, Adan Costa é stylist e criador da DogStyle, uma marca de upcycling que atua com customização de roupas.
Artista conta como a ligação com o território influencia sua identidade social e artística.
Merit Amon, instrutora do yoga de base africana, afirma que a prática pode contribuir no autoconhecimento do indivíduo, além de fortalecer métodos ancestrais de cuidado também em comunidade.
O criador do Samba na Calçada revela como uniu empreendedorismo e espírito comunitário para transformar uma bairro em uma comunidade unida pela cultura da música e solidariedade.