2º turno: China, EUA e América Latina de olho no Brasil
Neste artigo, analiso como a disputa eleitoral de 2026 expõe a vulnerabilidade da soberania brasileira diante do cerco neocolonial por terras raras e do extrativismo de dados.
Neste artigo, analiso como a disputa eleitoral de 2026 expõe a vulnerabilidade da soberania brasileira diante do cerco neocolonial por terras raras e do extrativismo de dados.
A máscara caiu. O saldo eleitoral de 2026 reflete que o estado de São Paulo compactua com o projeto de opressão dos subalternos. A polarização atual, o medo generalizado e a resposta de aprovação da gestão do governador Tarcísio de Freitas abrem alas para um futuro sombrio, hostil e potencialmente mais sanguinário.
Como o mercado imobiliário de escritórios e condomínios logísticos arquiteta a geografia de São Paulo por meio de fluxos bio-necropolíticos entre centro-metrópole e periferia-colônia.
Neste artigo, trato do Super El Niño relacionando meteorologia e economia, com ênfase em como os impactos macroeconômicos desse fenômeno climático ao longo do território brasileiro afeta a dinâmica do cotidiano das periferias, mais vulneráveis aos efeitos catastróficos dos eventos naturais.
Neste artigo, trato da Copa do Mundo, identificação nacional entre civis, “povo brasileiro”, inteligência artificial e conjuntura econômica para apresentar um desenho conciso da pirâmide social do Brasil no século 21 segmentada em 4 categorias econômicas e sociopolíticas.
Neste artigo, resgato o conceito de classe dirigente para tratar de imposto de renda, justiça tributária, elisão (“sonegação”) fiscal, taxação dos super-ricos, democracia e a persistência de estruturas históricas de desigualdade tributária no Brasil.
Neste artigo para o Desenrola, respondo a perguntas relacionadas à Declaração do Imposto de Renda da Pessoa Física, acentuando a importância do preenchimento de todos os cidadãos para a melhor representatividade dos dados coletados e o melhor embasamento e planejamento de políticas públicas futuras.
Neste artigo para o Desenrola, o economista, Júlio César Djéli, desenvolve o tema de como as dívidas viram uma bola de neve e alienam o tempo de vida do trabalhador num ciclo vicioso que reencena a moralidade colonial.
Em seu primeiro artigo para o Desenrola, o economista, Júlio César Djéli, destaca a diferença entre salário e renda, como o crédito contribui para o endividamento da população mais pobre que carece de recursos financeiros.