Entre babaçuais e rios amazônicos, quebradeiras propõem agenda climática para territórios
Mulheres extrativistas e comunidades tradicionais apresentam demandas por terra, segurança e financiamento direto para políticas ambientais
Mulheres extrativistas e comunidades tradicionais apresentam demandas por terra, segurança e financiamento direto para políticas ambientais
Ser uma mulher negra da periferia trabalhando com comunicação de direitos é andar diariamente entre dois mundos: aquele que insiste em nos silenciar e aquele que construímos, com muita luta, para existir com dignidade. Nasci e cresci num território onde informação nunca foi garantia. E talvez por isso eu tenha entendido tão cedo que comunicar é também disputar poder, território e futuro.
O Pará, que sediou a COP 30, mantém três municípios entre os 20 piores do país em saneamento básico. Vila da Barca e a aldeia Akamassyron, são exemplos das camadas do racismo ambiental na Amazônia.
Durante a COP 30, realizada em Belém, entre os dias 10 a 21 de novembro, a ativista zimbabuana Bridget Masikati pautou sobre histórias de mulheres que caminham quilômetros por água e são excluídas da terra que cultivam. Para ela, mulheres amazônicas e as mulheres rurais zimbabuanas enfrentam ameaças semelhantes.
Da rua para a notícia: onde o hip-hop e o Dia da Consciência Negra encontram o jornalismo
Em parceria com o Desenrola e Não Me Enrola, o Conselho Nacional da População Extrativista (CNS) juntou líderes do governo, sociedade civil, entidades setoriais, população extrativista, iniciativas de jornalismo e educação midiática para construir um diálogo na COP30.
Entre 30 de outubro e 1º de novembro, nossa cofundadora Thais Siqueira participou da 3ª Conferência de Jornalismo das Favelas e Periferias, realizada na Rocinha, no Rio de Janeiro.
Em homenagem ao Dia do Poeta, texto relembra a trajetória do autor de Cantos do Amanhecer e mostra como sua obra ecoa nas atividades literárias e nos saraus do CEU que leva seu nome.
Evento acontece no dia 1 de novembro, na Casa de Cultura Guaianases, com atividades artísticas, rodas de conversas e as tradicionais rodas de Jongo.
Obra da concessionária Loga representa risco de câncer à população e destruição do meio ambiente. A previsão é de que a implantação aconteça próximo às terras indígenas do Jaraguá e do Refúgio da Vida Silvestre do Parque Anhanguera.