Quatro razões para entender por que o dia 21 de março é uma data especial
Por motivações diferentes, essa data nos oportuniza boas razões para refletir e agir por um mundo melhor todos os dias do ano.
Por motivações diferentes, essa data nos oportuniza boas razões para refletir e agir por um mundo melhor todos os dias do ano.
Escrita por estudantes do CIEJA Ermelino Matarazzo, Lélia Gonzalez e Perus, a publicação nasceu do projeto “Cartovivências nas Periferias da Cidade”, que articulou cartografia social e escrevivência, unindo território e memória.
Em um país onde tantas vezes falam sobre as periferias sem escutá-las, o Desenrola e Não Me Enrola vem, há mais de uma década, construindo um projeto coletivo que desafia o olhar hegemônico e propõe novas formas de narrar o Brasil.
Mulheres extrativistas e comunidades tradicionais apresentam demandas por terra, segurança e financiamento direto para políticas ambientais
Ser uma mulher negra da periferia trabalhando com comunicação de direitos é andar diariamente entre dois mundos: aquele que insiste em nos silenciar e aquele que construímos, com muita luta, para existir com dignidade. Nasci e cresci num território onde informação nunca foi garantia. E talvez por isso eu tenha entendido tão cedo que comunicar é também disputar poder, território e futuro.
O Pará, que sediou a COP 30, mantém três municípios entre os 20 piores do país em saneamento básico. Vila da Barca e a aldeia Akamassyron, são exemplos das camadas do racismo ambiental na Amazônia.
Durante a COP 30, realizada em Belém, entre os dias 10 a 21 de novembro, a ativista zimbabuana Bridget Masikati pautou sobre histórias de mulheres que caminham quilômetros por água e são excluídas da terra que cultivam. Para ela, mulheres amazônicas e as mulheres rurais zimbabuanas enfrentam ameaças semelhantes.
Da rua para a notícia: onde o hip-hop e o Dia da Consciência Negra encontram o jornalismo
Em parceria com o Desenrola e Não Me Enrola, o Conselho Nacional da População Extrativista (CNS) juntou líderes do governo, sociedade civil, entidades setoriais, população extrativista, iniciativas de jornalismo e educação midiática para construir um diálogo na COP30.
Entre 30 de outubro e 1º de novembro, nossa cofundadora Thais Siqueira participou da 3ª Conferência de Jornalismo das Favelas e Periferias, realizada na Rocinha, no Rio de Janeiro.