Como construir diálogos e ações de impacto sistêmico de integridade da informação climática em territórios urbanos e florestas?

Em parceria com o Desenrola e Não Me Enrola, o Conselho Nacional da População Extrativista (CNS) juntou líderes do governo, sociedade civil, entidades setoriais, população extrativista, iniciativas de jornalismo e educação midiática para construir um diálogo na COP30.
Ronaldo Matos, Co fundador e Diretor Executivo do Desenrola e Não Me Enrola, na COP 30 em Belém-PA
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Em parceria com o Desenrola e Não Me Enrola, o Conselho Nacional da População Extrativista (CNS) juntou líderes do governo, sociedade civil, entidades setoriais, população extrativista, iniciativas de jornalismo e educação midiática para construir um diálogo na COP30.

O encontro aconteceu no auditório do Espaço Chico Mendes, localizado na Universidade Federal do Pará, em Belém, no dia 17. O painel teve as contribuições do professor Marcos Sorrentino, diretor de educação ambiental e cidadania do Ministério do Meio Ambiente, Renata Negrelly, coordenadora de enfrentamento à desinformação da SECOM da Presidência da República, Letícia Moraes, vice-presidenta do Conselho Nacional da População Extrativista e Agnes Franco, coordenadora da Rede de Parceiros pela Integridade da Informação sobre Mudança do Clima.

Ronaldo Matos, Co fundador e Diretor Executivo do Desenrola e Não Me Enrola, na COP 30 em Belém-PA
Ronaldo Matos, Co fundador e Diretor Executivo do Desenrola e Não Me Enrola, na COP 30 em Belém-PA

Durante o painel, eu aproveitei para compartilhar com as pessoas que a desinformação tem muitas camadas, que escondem as desigualdades informacionais que impactam as populações dos territórios urbanos, rurais e florestas, demonstrando que esse debate vai muito além das fake news e discursos de ódio.

O que nós podemos fazer juntos? Qual o próximo passo após a COP 30? O que será feito de estratégico e tático no período eleitoral?

É tempo de reimaginar o debate público sobre a integridade da informação para mudança do clima, colocando as populações de territórios urbanos, rurais e florestas na centralidade de ações realizadas e lideradas pelo governo, sociedade civil, ecossistema do jornalismo e organizações de educação midiática.

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