A casa: recriações de pertencimento e o reencontro de si
Espaço reinventado na diáspora negra “brasileira” em diversas tradições do candomblé e do culto aos orixás, voduns, encantados e nkises.
Espaço reinventado na diáspora negra “brasileira” em diversas tradições do candomblé e do culto aos orixás, voduns, encantados e nkises.
Professores da rede pública municipal e estadual de São Paulo afirmam que a educação é a principal ferramenta de garantia de direitos e de transformação social.
Com este artigo, desejo convidar você a reservar alguns minutos do seu dia para rir, brincar, se alegrar consigo mesmo.
Enquanto áreas centrais contam com praças bem cuidadas e opções de lazer, periferias carecem de espaços públicos e infraestrutura para crianças, que usam a criatividade para exercer o direito de brincar.
Iniciativas têm moedas próprias e serviços de crédito com juros que vão de 0,75 a 1% ao mês
Desde 2023, o Coletivo Enu Itan desenvolve atividades socioculturais para apoiar famílias e garantir direitos a crianças e adolescentes periféricos LGBTQIAPN+ .
Acesso a equipamentos culturais e de lazer, serviços públicos e contextos familiares são marcadores que influenciam o consumo abusivo de álcool nas periferias.
A partir de uma série de reportagens sobre a música enquanto movimento cultural, vamos contar de que forma o rap, o samba e o forró contribuíram na construção de consciência política e coletiva nos territórios periféricos. Na primeira reportagem, agentes da cultura hip hop analisam o impacto do gênero e as transformações do movimento nas periferias.
Com atividades gratuitas, a Feira Literária da Zona Sul acontece de 19 a 27 de setembro e homenageará à ativista e educadora Ana Dias, viúva de Santo Dias, militante morto pela Ditadura Militar