Mulheres negras contam como o legado das mais velhas pavimentou a luta pelo bem-viver
Ao marcharem em Brasília, em 25 de novembro, elas denunciaram o racismo, a misoginia e reivindicaram o direito à reparação e ao bem-viver.
Ao marcharem em Brasília, em 25 de novembro, elas denunciaram o racismo, a misoginia e reivindicaram o direito à reparação e ao bem-viver.
A implementação inconclusa do Parque Natural do Morro do Cruzeiro e o absurdo da expansão de aterros sanitários em seus arredores.
De acordo com o IBGE, até 2024, 22,7 milhões de domicílios no Brasil não estavam conectados à rede geral de esgoto.
Famílias residem no local há mais de dez anos; mobilização de moradores conseguiu interromper as demolições que vinham sendo feitas pela CDHU
Em um país onde tantas vezes falam sobre as periferias sem escutá-las, o Desenrola e Não Me Enrola vem, há mais de uma década, construindo um projeto coletivo que desafia o olhar hegemônico e propõe novas formas de narrar o Brasil.
Falhas no reconhecimento facial expõem torcedores negros e periféricos a constrangimentos nos estádios e reforçam alertas sobre o avanço do racismo algorítmico no futebol brasileiro.
Mulheres extrativistas e comunidades tradicionais apresentam demandas por terra, segurança e financiamento direto para políticas ambientais
Um chamado para jovens periféricos celebrarem as pequenas vitórias diante da pressão para passar no vestibular.
O artigo revela como o machismo é naturalizado e reproduzido por meninos desde a infância, enquanto continuamos ensinando meninas a perdoar e, em muitos casos, aceitar a violência.
Ser uma mulher negra da periferia trabalhando com comunicação de direitos é andar diariamente entre dois mundos: aquele que insiste em nos silenciar e aquele que construímos, com muita luta, para existir com dignidade. Nasci e cresci num território onde informação nunca foi garantia. E talvez por isso eu tenha entendido tão cedo que comunicar é também disputar poder, território e futuro.