Página Inicial
Custo de vida na quebrada: o básico pesa no bolso
O problema não é só a alta dos preços, é a desigualdade que insiste em deixar a periferia com as sobras de um país que não garante justiça social.
Síndrome pós-aborto? As evidências dizem o contrário
A Câmara Municipal de São Paulo discute a “Semana de Conscientização sobre a Síndrome Pós-aborto”, provando que é craque em ignorar as evidências científicas.
Falta de políticas públicas agravam problemas com álcool nas periferias, apontam especialistas
Acesso a equipamentos culturais e de lazer, serviços públicos e contextos familiares são marcadores que influenciam o consumo abusivo de álcool nas periferias.
Quando a poesia é a historiadora das periferias
Enquanto os cantos coloniais celebram aquilo que para nós é desgraça de cinco séculos, nossos griots fazem o épico da autoconstrução.
‘‘Deu uma nova realidade para muitas pessoas de periferia”: artistas apontam o papel político do rap nos territórios
A partir de uma série de reportagens sobre a música enquanto movimento cultural, vamos contar de que forma o rap, o samba e o forró contribuíram na construção de consciência política e coletiva nos territórios periféricos. Na primeira reportagem, agentes da cultura hip hop analisam o impacto do gênero e as transformações do movimento nas periferias.
Felizs celebra memória e resistência em 11ª edição com programação literária na zona sul de São Paulo
Com atividades gratuitas, a Feira Literária da Zona Sul acontece de 19 a 27 de setembro e homenageará à ativista e educadora Ana Dias, viúva de Santo Dias, militante morto pela Ditadura Militar
O silêncio ancestral como estratégia de cura e resistência
Há momentos em que calar é contemplar o sagrado, ouvir a alma, reconhecer o próprio tempo de amadurecimento.
“O Movimento Negro Unificado é uma escola de formação”, destacam ativistas sobre protagonismo do MNU na luta contra o racismo no Brasil
As ativistas e lideranças, Regina Lúcia (SP) e Brenna Vilanova (DF), afirmam que o maior desafio ainda é o fim do genocídio e do encarceramento em massa de pretos e pardos.
Retrato de um punk, preto e periférico
Avelino Regicida chega aos 17 anos de correria audiovisual engajada e permanentemente inquieta.