Marcelo Souza: uma trajetória de conquistas no futebol de amputados
Atleta relata as dificuldades para se tornar uma referência dentro da modalidade e os obstáculos que o esporte enfrenta por ainda não ser paralímpico
Atleta relata as dificuldades para se tornar uma referência dentro da modalidade e os obstáculos que o esporte enfrenta por ainda não ser paralímpico
Na série Relatos LGBTQIA +, Nayara de Souza conta como seu envolvimento com a arte mudou suas experiências enquanto mulher, lésbica e moradora da quebrada e como sua relação com a igreja influenciou na aceitação de sua sexualidade.
Após perder a perna, Luiz encontrou na modalidade uma oportunidade para se tornar jogador e continuar fazendo o que ama.
Após acidente de moto, o paratleta morador de Carapicuíba encontrou no esporte um caminho de possibilidades, e através do vôlei sentado constrói sua história e leva a quebrada em cada espaço conquistado.
Jéssica Cabral compartilha suas vivências enquanto mulher, negra, periférica e bissexual na série Relatos LGBTQIA+, e conta também como a quebrada acolhe sua existência.
No retorno da série Relatos LGBTQIA+, a artista Malúe Aba Dias, moradora do Jardim João XXIII reflete sobre o futuro de pessoas não binárias na quebrada e o impacto da pandemia no seu direito de existir.
Iniciativas de comunicação nos distritos da Brasilândia, Parelheiros, São Mateus e João XXIII, atuam para garantir que a população das periferias e favelas nesses territórios tenha direito à informação. Por meio de ações de comunicação que traduzem os efeitos da pandemia, esses grupos estão investindo na orientação de famílias no portão das casas, na rua ou enviando áudios pelo WhatsApp com dicas e entrevistas sobre como prevenir o contágio de covid-19.
Nordestina, periférica e engajada na participação política no território da Brasilândia, zona norte de São Paulo, Keit Lima é a última entrevistada da série trajetória política, que mostra a história de mulheres periféricas que dedicam parte de sua vida a construir a política institucional.
Na terceira entrevista da série trajetória política, a co-vereadora Débora Dias relembra as primeiras ações políticas que ela se envolveu aos 12 anos dentro de um ponto de cultura e destaca a importância da Uneafro Brasil para a formação política da juventude periférica.
Na segunda entrevista da série trajetória política, Anabela Gonçalves conta sua história dentro dos movimentos sociais do Jardim São Luís, zona sul de São Paulo, e como essa vivência contribuiu para a sua primeira participação em uma eleição municipal, por meio de uma candidatura coletiva.