A carta: entre o passado e o futuro, um caminho ancestral
“Curar nossas feridas é fundamental para a libertação coletiva.” bell hooks
“Curar nossas feridas é fundamental para a libertação coletiva.” bell hooks
O conflito entre a tradição natalina e o orçamento das pessoas que moram na quebrada, que encontram maneiras criativas de viabilizar a decoração do Natal.
A implementação inconclusa do Parque Natural do Morro do Cruzeiro e o absurdo da expansão de aterros sanitários em seus arredores.
Um chamado para jovens periféricos celebrarem as pequenas vitórias diante da pressão para passar no vestibular.
O artigo revela como o machismo é naturalizado e reproduzido por meninos desde a infância, enquanto continuamos ensinando meninas a perdoar e, em muitos casos, aceitar a violência.
Nas quebradas, trabalhadores intensificam seu corre para garantir uma renda extra e mesa cheia antes do ano acabar.
“Entre os ecos dos ancestrais, a força dos Orixás, refletimos sobre o poder de continuar sonhando mesmo quando o mundo tenta nos fazer só sobreviver”
Muito antes da ciência reconhecer, foram mulheres negras brasileiras que descobriram caminhos seguros para abortar e cuidar umas das outras.
Lembrar a história e as experiências da população periférica é passagem obrigatória para romper com a lógica da violência de Estado