Retrato de um punk, preto e periférico
Avelino Regicida chega aos 17 anos de correria audiovisual engajada e permanentemente inquieta.
Avelino Regicida chega aos 17 anos de correria audiovisual engajada e permanentemente inquieta.
Sobre um passado sendo repaginado e vendido como novidade para a felicidade apenas dos impérios e das branquitudes supremacistas.
Quando o relâmpago rasga o céu, Oyá e Xangô anunciam: é tempo de mudança. Que a tempestade nos encontre com coragem.
Moradores da Zona Sul seguem esperando por uma obra que virou símbolo de promessas eleitoreiras e negligência pública
A educação muda histórias. Que a quebrada ocupe as cadeiras, e não só os cargos de limpeza.
Sobre como construímos a cidade, e a história dela, a partir de nossas quebradas.
Durante as férias, a capoeira vira refúgio e ferramenta de educação nas periferias, ensinando mais do que golpes: ensina pertencimento, coragem e comunidade.
Uma década após as ocupações estudantis em São Paulo, refletimos sobre o futuro da educação: a quem serve o atual projeto de escola?
A presença de Greta obrigou o mundo a olhar para Gaza, mas só porque o corpo dela é branco.