Preservar, narrar e discutir a “lei violenta da periferia” na nossa história
Lembrar a história e as experiências da população periférica é passagem obrigatória para romper com a lógica da violência de Estado
Lembrar a história e as experiências da população periférica é passagem obrigatória para romper com a lógica da violência de Estado
Em homenagem ao Dia do Poeta, texto relembra a trajetória do autor de Cantos do Amanhecer e mostra como sua obra ecoa nas atividades literárias e nos saraus do CEU que leva seu nome.
Políticas de morte expõem a farsa da segurança pública e negam a Justiça Reprodutiva.
Espaço reinventado na diáspora negra “brasileira” em diversas tradições do candomblé e do culto aos orixás, voduns, encantados e nkises.
Com este artigo, desejo convidar você a reservar alguns minutos do seu dia para rir, brincar, se alegrar consigo mesmo.
Enquanto áreas centrais contam com praças bem cuidadas e opções de lazer, periferias carecem de espaços públicos e infraestrutura para crianças, que usam a criatividade para exercer o direito de brincar.
O problema não é só a alta dos preços, é a desigualdade que insiste em deixar a periferia com as sobras de um país que não garante justiça social.
A Câmara Municipal de São Paulo discute a “Semana de Conscientização sobre a Síndrome Pós-aborto”, provando que é craque em ignorar as evidências científicas.
Enquanto os cantos coloniais celebram aquilo que para nós é desgraça de cinco séculos, nossos griots fazem o épico da autoconstrução.
Há momentos em que calar é contemplar o sagrado, ouvir a alma, reconhecer o próprio tempo de amadurecimento.