Volta às aulas expõe permanência de estruturas ultrapassadas nas escolas públicas
Estrutura precária das escolas públicas da periferia de São Paulo pode prejudicar desempenho e bem estar dos alunos
Estrutura precária das escolas públicas da periferia de São Paulo pode prejudicar desempenho e bem estar dos alunos
Sem manutenção, pracinhas viram único lazer das crianças durante as férias; ano eleitoral reacende debate sobre a conservação desses espaços.
O conflito entre a tradição natalina e o orçamento das pessoas que moram na quebrada, que encontram maneiras criativas de viabilizar a decoração do Natal.
Nas quebradas, trabalhadores intensificam seu corre para garantir uma renda extra e mesa cheia antes do ano acabar.
Enquanto áreas centrais contam com praças bem cuidadas e opções de lazer, periferias carecem de espaços públicos e infraestrutura para crianças, que usam a criatividade para exercer o direito de brincar.
O problema não é só a alta dos preços, é a desigualdade que insiste em deixar a periferia com as sobras de um país que não garante justiça social.
Durante as férias, a capoeira vira refúgio e ferramenta de educação nas periferias, ensinando mais do que golpes: ensina pertencimento, coragem e comunidade.
Na batida do som e com cheiro de milho no ar, a periferia transforma a Festa Junina em um ato de alegria e pertencimento.
Na quebrada, ser mãe é também lutar para não desaparecer dentro da maternidade.