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Jornalismo e ritmo: Hip-Hop e celebração das negritudes como marco cultural e comunicacional

A gente se reconhece nas ruas, nos becos, nos palcos e nas praças onde o hip-hop pulsa. Essa cultura, que há mais de quarenta anos se afirma como uma das expressões mais potentes das periferias urbanas, é também uma lente e um método que orienta a forma do Desenrola e Não Me Enrola de se comunicar, investigar e contar histórias. E está intimamente ligada às resistências e celebrações das negritudes.

Grupo de rap fundado no Carandiru promove ações culturais com jovens na quebrada

Com anos de atuação artística e cultural no território, desde 2020 o grupo Comunidade Carcerária gerencia espaço cultural que promove ações...