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Visibilizar e preservar a memória de existências periféricas: nosso jornalismo na prática rumo à efetivação de direitos

Em um país onde tantas vezes falam sobre as periferias sem escutá-las, o Desenrola e Não Me Enrola vem, há mais de uma década, construindo um projeto coletivo que desafia o olhar hegemônico e propõe novas formas de narrar o Brasil.

“Não passou, pode ir embora”: torcedores relatam falhas no reconhecimento facial em estádios

Rafaela Silva, mulher negra de 26 anos, e torcedora e influenciadora são-paulina, foi convidada para estar presente em um dos camarotes...

Entre babaçuais e rios amazônicos, quebradeiras propõem agenda climática para territórios

As florestas de babaçu formam um corredor ecológico que se estende por cerca de 195 mil km² entre Maranhão, Piauí, Tocantins...

Carta aberta aos vestibulandos de 2025

No início desta coluna costumava escrever com certa frequência sobre educação, mas nos últimos meses a vida tem me tomado tanto...

Meninas periféricas denunciam violências de gênero sofridas no futebol

Esse texto está preso na minha garganta desde outubro de 2025. Por vezes eu tentei escrevê-lo e as palavras certas não...

Ser mulher negra periférica na comunicação de direitos: reflexões a partir da Marcha Nacional das Mulheres Negras

Ser uma mulher negra da periferia trabalhando com comunicação de direitos é andar diariamente entre dois mundos: aquele que insiste em nos silenciar e aquele que construímos, com muita luta, para existir com dignidade.

Após a COP30, o legado desigual do saneamento na Amazônia urbana permanece 

Na aldeia Akamassyron, em São Domingos do Araguaia, onde mora Wira Suruí, de 30 anos, liderança feminina do povo Aikewara Suruí,...