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Jornalismo e ritmo: Hip-Hop e celebração das negritudes como marco cultural e comunicacional

A gente se reconhece nas ruas, nos becos, nos palcos e nas praças onde o hip-hop pulsa. Essa cultura, que há mais de quarenta anos se afirma como uma das expressões mais potentes das periferias urbanas, é também uma lente e um método que orienta a forma do Desenrola e Não Me Enrola de se comunicar, investigar e contar histórias. E está intimamente ligada às resistências e celebrações das negritudes.

8° edição do Você Repórter da Periferia oferece vagas para jovens das periferias

Com duração de sete meses, a formação une técnicas do jornalismo e vivências em campo nas periferias. As inscrições acontecem até...

“A gente compra com frequência”: água vira mercadoria às margens da represa Guarapiranga

Sem o fornecimento de água garantido, comprar água em mercados da região e unir forças com vizinhos tem sido uma forma de...