Ponto de ônibus da Avenida Taquandava, nº1000 - Cidade Ipava. (Foto: Flávia Santos)
SÉRIE BARREIRAS DA ACESSIBILIDADE Séries e Especiais

Barreiras da Acessibilidade: a mobilidade de pessoas com deficiência na perspectiva de urbanista e engenheiro da quebrada

 Na quarta reportagem da série Barreiras da Acessibilidade, conversamos com especialistas da quebrada sobre a mobilidade de pessoas com deficiência nas suas perspectivas.

SÉRIE BARREIRAS DA ACESSIBILIDADE Séries e Especiais

“Pra cá não tem nem calçada mano”: jovem compartilha os traumas da acessibilidade na quebrada

 O jovem Marcos Vinícius trabalha próximo ao Metrô São Bento, no centro de São Paulo, como atendente de telemarketing. Todos os dias ele faz um trajeto de transporte público que percorre em média 60 quilômetros para ir e voltar do trabalho.

SÉRIE BARREIRAS DA ACESSIBILIDADE Séries e Especiais

“Na periferia a locomoção é muito difícil”, diz morador do Jardim Ângela

Na segunda entrevista da série Barreiras da Acessibilidade, o morador Nelson Souza conta como um acidente que retirou 90% do seu braço contribuiu para ele sentir na pele o descaso de governantes com pessoas com deficiência, além de vivenciar situações de preconceito no ambiente de trabalho. 

Karen sofre para se locomover até a escola pegando ônibus cheios e com pouco espaço para se segurar. (Foto: Flavia Santos)
SÉRIE BARREIRAS DA ACESSIBILIDADE Séries e Especiais

“Tenho dificuldade para me virar no ônibus cheio”, diz estudante com paralisia cerebral da Cidade Ipava

Quais são as barreiras impostas pelo transporte público no cotidiano de uma estudante da quebrada para se deslocar até a escola? Conheça essa história na primeira entrevista da série Barreiras da Acessibilidade do Desenrola.  

Roseli Silva passa todos os dias pela Estação Osasco da CPTM. (Foto: Roseli Silva)
REPORTAGEM Contextos Periféricos

Moradores afirmam que transporte público precário nas periferias de SP é racismo

Entrevistamos três trabalhadores que moram nas periferias das regiões norte, oeste e sul de São Paulo que chegam a passar cerca de 5 horas dentro do transporte coletivo, muitos deles em condições precárias, gerando uma série de desgastes físicos e emocionais nos passageiros.

Reportagem Contextos Periféricos

Memória do transporte público no Jardim João XXIII vira documentário

O longa metragem "Até onde a gente vai?", produzido pelo Coletivo da Quebrada registra as memórias de moradores que utilizam o ônibus 7545-10 que sai do João XXIII e faz final na Praça Ramos de Azevedo. A linha foi criada na década de 70 para conectar o território com a região central de São Paulo. 

Entrevista Quebrada Tech

Morador do Jardim Mazza transforma linhas de ônibus em cenário de jogos realistas nas periferias

Atualmente, o canal Matrix Games tem mais de 260 mil seguidores e se prepara para atingir a marca de 50 milhões de visualizações. As lives que mais chamam atenção dos seguidores retratam a simulação de linhas de ônibus nas periferias da zona sul de São Paulo.