Opinião Colunas

A população preta e periférica vai criar a ‘lei dos pobres’ do século XXI

Há mais de 400 anos nascia na Inglaterra uma das primeiras leis de combate a pobreza no mundo. Numa comparação com o cenário brasileiro atual, vamos refletir sobre como governos e empresas atuam historicamente contra os interesses da população pobre, que mesmo debilitada, cria estratégias para sobreviver e construir o amanhã.

NOTÍCIA Quebrada Tech

Preço de combustíveis e internet ruim afeta entregadores de delivery na quebrada

Entregadores afirmam que aplicativos de entrega não levam em consideração a qualidade da internet nas periferias. Além disso, eles contam que a alta demanda de entregadores e o crescente preço dos combustíveis tem precarizado ainda mais a remuneração e a qualidade de vida de quem trabalha com delivery na quebrada.

NOTÍCIA Panorama

“Lésbicas existem o ano inteiro”: o significado do mês da visibilidade lésbica na quebrada

Como o mês da visibilidade lésbica atravessa os processos de descoberta e a vida de duas mulheres que moram nas periferias da zona sul de São Paulo? Além da questão geracional, elas compartilham como é o processo de autoafirmação entre família, amigos e a vivência nos territórios.  

Opinião Periferiano

Juventude periférica: Eu sou o meu lugar

Como me descobri um sujeito periférico e o que isso quer dizer para mim e para as juventudes das periferias de São Paulo. 

OPINIÃO Anabela Gonçalves

Distopia Periférica: os efeitos sociais de um mundo remoto

Eu estive pensando muito sobre esse momento tão distópico do nosso país, o que é distopia? Se trata de um lugar imaginário onde vivemos em opressão, uma utopia distorcida, tipo sonho que vira pesadelo, sabe?

SÉRIE RELATOS LGBTQIA Séries e Especiais

“Estar só em casa é osso”: artista do Grajaú fala sobre o isolamento do homem trans na pandemia

A segunda entrevista da série Relatos LGBTQIA+ mostra a história de Gustavo Revaneio, morador do Grajaú que compartilha a rotina sobre como é ser um homem trans na pandemia e relata como o isolamento social foi agressivo e gerou alguns impactos emocionais e psicológicos no seu cotidiano.

Opinião Cura pelas Bordas

Dos “bairros dormitórios” emanam sonhos pulsando por transformação

Num país desigual como o Brasil, as periferias são resultado dos sonhos de milhões de migrantes em busca de uma vida melhor. Quem nunca ouviu esse relato de um parente próximo?  

Notícia Quebrada Tech

Escola humaniza o ensino de programação para jovens das periferias

A partir da leitura e vivência dos jovens das periferias e favelas de São Paulo, escola de programação pensada por moradores da quebrada tem como um dos seus diferenciais ensinar programação de maneira humanizada e não tecnicista.

Grazielia Pereira considera o fato de ser negra mais um estigma em meios aos preconceitos da sociedade (Foto: Amanda Barbosa)
SÉRIE RELATOS LGBTQIA Séries e Especiais

“A pandemia fez o medo se tornar presente no meu dia a dia”, afirma moradora do Jardim Peri

Confira a primeira entrevista da série Relatos LGBTQIA+, na qual o Desenrola vai mostrar os impactos físicos e mentais causados pela pandemia de coronavírus na rotina de moradores de territórios periféricos da cidade de São Paulo.

Notícia Territórios Criativos

Websérie retrata a vida de jovens das periferias para alcançar seus sonhos

 Quatro jovens, com quatro histórias diferentes, em busca de soluções coletivas para mudarem sua história e transformarem a vida na quebrada. Conheça mais sobre a websérie Pense Grande Sua Quebrada!

Reportagem Contextos Periféricos

Memória do transporte público no Jardim João XXIII vira documentário

O longa metragem "Até onde a gente vai?", produzido pelo Coletivo da Quebrada registra as memórias de moradores que utilizam o ônibus 7545-10 que sai do João XXIII e faz final na Praça Ramos de Azevedo. A linha foi criada na década de 70 para conectar o território com a região central de São Paulo. 

Entrevista Raízes Periféricas

“O fanzine é uma arma de revolução”, diz artista e educador social do Jardim Ângela

Através da arte do fanzine, o educador social Roger Beats, aborda diversas temáticas de luta e resistência da população periférica. Além de proporcionar vivências de recorte, montagem e colagem em fanzines para crianças e adolescentes, através desta linguagem artística e comunicativa, eles descobrem novas possibilidades de enxergar e estar no mundo.