
{"id":7528,"date":"2023-11-30T10:00:00","date_gmt":"2023-11-30T13:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/?p=7528"},"modified":"2024-06-29T21:02:02","modified_gmt":"2024-06-30T00:02:02","slug":"psicanalista-fala-das-dificuldades-no-acesso-de-homens-negros-e-perifericos-a-saude-mental","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/contextos-perifericos\/psicanalista-fala-das-dificuldades-no-acesso-de-homens-negros-e-perifericos-a-saude-mental\/","title":{"rendered":"Psicanalista fala das dificuldades no acesso de homens negros e perif\u00e9ricos \u00e0 sa\u00fade mental"},"content":{"rendered":"\n<p>\u201cExiste uma ideia de masculinidade constru\u00edda muito a partir do mito do homem negro. Onde o homem precisa ser sempre forte, viril e potente. Onde um homem n\u00e3o pode se permitir, em nenhum momento, sentir. Existe uma ideia de masculinidade constru\u00edda a partir daquilo que \u00e9 inalcan\u00e7ado\u201d, \u00e9 desse modo que o psicanalista, Cleubecyr Barbosa, 37, relaciona a masculinidade e o acesso de homens negros e perif\u00e9ricos \u00e0 sa\u00fade mental.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Nascido e criado no munic\u00edpio de Nil\u00f3polis, na Baixada Fluminense, no Rio de Janeiro, Cleubecyr \u00e9 doutor em psican\u00e1lise, com linha de forma\u00e7\u00e3o Freudiana, e tem como foco a sa\u00fade mental para pessoas negras atrav\u00e9s de atendimento, cursos e palestras sobre o tema.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/WhatsApp-Image-2023-11-17-at-12.49.53-1024x1024.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-7530\" srcset=\"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/WhatsApp-Image-2023-11-17-at-12.49.53-1024x1024.jpeg 1024w, https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/WhatsApp-Image-2023-11-17-at-12.49.53-300x300.jpeg 300w, https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/WhatsApp-Image-2023-11-17-at-12.49.53-150x150.jpeg 150w, https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/WhatsApp-Image-2023-11-17-at-12.49.53-768x768.jpeg 768w, https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/WhatsApp-Image-2023-11-17-at-12.49.53-1536x1536.jpeg 1536w, https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/WhatsApp-Image-2023-11-17-at-12.49.53-696x696.jpeg 696w, https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/WhatsApp-Image-2023-11-17-at-12.49.53-1068x1068.jpeg 1068w, https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/WhatsApp-Image-2023-11-17-at-12.49.53-96x96.jpeg 96w, https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/WhatsApp-Image-2023-11-17-at-12.49.53.jpeg 1599w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Cleubecyr Barbosa, psicanalista e idealizador do projeto Racismo na Subjetividade. (foto: arquivo pessoal)<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>O psicanalista aponta que a constru\u00e7\u00e3o de uma masculinidade idealizada \u00e9 nociva para a sa\u00fade mental, pois para serem aceitos, esses homens se moldam \u00e0 uma imagem insustent\u00e1vel de masculinidade depositada sobre eles. \u201cO homem negro vai interagir constantemente com essa estrutura do n\u00e3o pertencimento. Isso que diferencia o homem negro dos outros homens\u201d, pontua.<\/p>\n\n\n\n<p>Cleubecyr coloca que a ideia criada de que homem n\u00e3o chora \u00e9 uma representa\u00e7\u00e3o forte, porque o choro representa o sentir, que se relaciona diretamente com o se permitir lidar com as pr\u00f3prias emo\u00e7\u00f5es e vulnerabilidades.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p><em>\u201cA masculinidade passa por esse lugar do sujeito se permitir e interagir com as suas pr\u00f3prias quest\u00f5es, assumindo as suas responsabilidades, mas entendendo tamb\u00e9m as suas fragilidades. Ent\u00e3o, uma masculinidade saud\u00e1vel \u00e9 aquela que se sustenta nisso que o sujeito d\u00e1 conta de ser.\u201d<\/em><\/p>\n<cite>Cleubecyr Barbosa, psicanalista cl\u00ednico.<\/cite><\/blockquote>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Sa\u00fade mental e as estruturas sociais<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>O psicanalista cita tr\u00eas fatores que distanciam homens, principalmente negros e perif\u00e9ricos, dos cuidados com a sa\u00fade mental: <strong>elitiza\u00e7\u00e3o<\/strong>, <strong>preconceito<\/strong> e a desconstru\u00e7\u00e3o do <strong>ideal de masculinidade<\/strong>.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo Cleubecyr, a<strong> <\/strong>terapia foi colocada no lugar do erudito, do culto, do padronizado, que n\u00e3o consegue se adaptar \u00e0s outras realidades, o que cria essa <strong>elitiza\u00e7\u00e3o.<\/strong> O profissional tamb\u00e9m ressalta o papel dos analistas, que devem buscar se adaptar \u00e0 realidade de cada sujeito, para que o processo terap\u00eautico tenha identifica\u00e7\u00e3o entre ambas as partes.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cExiste muito a ideia [de que] psican\u00e1lise \u00e9 coisa de rico, de madame, [que] \u00e9 coisa para quem \u00e9 fraco da cabe\u00e7a, para quem n\u00e3o tem f\u00e9. Existe essa ideia equivocada em rela\u00e7\u00e3o ao que \u00e9 o processo, para quem \u00e9, e isso vai dificultando o acesso\u201d, coloca.<\/p>\n\n\n\n<p>O <strong>preconceito <\/strong>\u00e9 outro fator que interfere na procura de homens negros por sa\u00fade mental. Cleubecyr relata que muitos homens fazem an\u00e1lise escondido, com receio de serem expostos ou descredibilizados.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O psicanalista tamb\u00e9m aponta que o processo anal\u00edtico trabalha com o oposto de tudo aquilo que a pessoa constr\u00f3i para sustentar a ideia de masculinidade.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cQuando n\u00f3s estamos falando de masculinidade, n\u00f3s estamos falando dessa ideia de precisar ser forte, viril, potente, desse cara que n\u00e3o sente, e em an\u00e1lise \u00e9 completamente o oposto. Voc\u00ea vai ser o tempo todo estimulado a interagir com as suas fragilidades, com seus sentimentos, a se permitir olhar e trabalhar quest\u00f5es que em algum momento precisou reprimir\u201d, afirma Cleubecyr.<\/p>\n\n\n\n<p>Outro ponto identificado por ele, \u00e9 que a maioria dos homens entra no processo terap\u00eautico a partir das suas parceiras. Essa resist\u00eancia \u00e0 pr\u00e1tica \u00e9 t\u00e3o enraizada que dificulta, inclusive, no atendimento de meninos, crian\u00e7as e adolescentes, que desde cedo buscam se sentir inclu\u00eddos e pertencentes a partir desse ideal equivocado de masculinidade.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Sistema P\u00fablico de Sa\u00fade<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>O acesso \u00e0 sa\u00fade mental n\u00e3o se relaciona apenas a uma busca individual. Ao analisar pelo aspecto da sa\u00fade p\u00fablica, esse acesso tamb\u00e9m esbarra na elitiza\u00e7\u00e3o e preconceito.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cExiste um preconceito do pr\u00f3prio sistema, que n\u00e3o d\u00e1 muita import\u00e2ncia ao cuidado mental [e] emocional. Existe uma ideia de que a psican\u00e1lise ou processos terap\u00eauticos, n\u00e3o s\u00e3o para esses ambientes [para as periferias], ent\u00e3o \u00e9 tudo muito caro, as consultas s\u00e3o caras, os cursos de forma\u00e7\u00e3o e isso inviabiliza o acesso\u201d, afirma o psicanalista.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>No entanto, ele aponta que aos poucos esse preconceito est\u00e1 sendo quebrado e que projetos t\u00eam ajudado nessa quest\u00e3o, mas ainda assim, \u00e9 necess\u00e1rio a atua\u00e7\u00e3o no aspecto de sa\u00fade p\u00fablica.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cExiste a necessidade de uma estrutura p\u00fablica prestando um real servi\u00e7o na sa\u00fade mental, \u00e9 o que est\u00e1 faltando\u201d, coloca Cleubecyr, e ressalta que atualmente o que existe \u00e9 um atendimento emergencial que se baseia no encaminhamento para a medica\u00e7\u00e3o, que tem sua fun\u00e7\u00e3o, mas n\u00e3o d\u00e1 conta do tratamento como um todo.&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cO poder p\u00fablico n\u00e3o oferece o b\u00e1sico, voc\u00ea vai na maioria das periferias do Rio de Janeiro e n\u00e3o v\u00ea sistema de esgoto, sistema de educa\u00e7\u00e3o, ent\u00e3o o n\u00e3o cuidado com a sa\u00fade mental \u00e9 mais um elemento que comp\u00f5e todo esse n\u00e3o cuidado. Ent\u00e3o realmente \u00e9 um desafio estabelecer um programa de sa\u00fade mental que consiga alcan\u00e7ar esses homens negros da periferia\u201d, diz.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Terapia em grupo<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Desde 2021, Cleubecyr toca um projeto chamado Racismo na Subjetividade, com a proposta de falar sobre os efeitos do racismo na subjetividade negra. O projeto \u00e9 conduzido junto com Terapretas, iniciativa que promove sa\u00fade mental de forma acess\u00edvel para pessoas negras.<\/p>\n\n\n\n<p>Atrav\u00e9s do projeto, os profissionais conduzem um grupo de acolhimento para homens negros, com encontros semanais, toda ter\u00e7a-feira, on-line e gratuito. Cleubecyr aponta que \u00e9 poss\u00edvel alcan\u00e7ar o fortalecimento da sa\u00fade mental atrav\u00e9s da terapia em grupo, como a que conduz em parceria com o Terapretas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cO ponto principal \u00e9 justamente a identifica\u00e7\u00e3o. S\u00e3o hist\u00f3rias que se misturam. E a\u00ed as pessoas v\u00e3o se percebendo acolhidos por essa ideia de identifica\u00e7\u00e3o no sentido de n\u00e3o se perceberem mais sozinhas\u201d, comenta o psicanalista.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"720\" height=\"720\" src=\"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/WhatsApp-Image-2023-11-17-at-12.37.12.jpeg\" alt=\"Acesso de homens negros e perif\u00e9ricos \u00e0 sa\u00fade mental \" class=\"wp-image-7532\" srcset=\"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/WhatsApp-Image-2023-11-17-at-12.37.12.jpeg 720w, https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/WhatsApp-Image-2023-11-17-at-12.37.12-300x300.jpeg 300w, https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/WhatsApp-Image-2023-11-17-at-12.37.12-150x150.jpeg 150w, https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/WhatsApp-Image-2023-11-17-at-12.37.12-696x696.jpeg 696w, https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/WhatsApp-Image-2023-11-17-at-12.37.12-96x96.jpeg 96w\" sizes=\"(max-width: 720px) 100vw, 720px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Cleubecyr com o grupo de acolhimento no sistema socioeducativo do Rio de Janeiro. (foto: arquivo pessoal)<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>O profissional relata que a partir dos encontros em grupo, at\u00e9 os homens que n\u00e3o se sentem \u00e0 vontade para falar, s\u00e3o influenciados pela experi\u00eancia e escuta, pois, \u00e0s vezes, aquilo que o outro traz aciona uma identifica\u00e7\u00e3o e desperta gatilhos positivos. Esse acolhimento e intera\u00e7\u00e3o, mesmo sem a fala, s\u00e3o capazes de gerar um processo de cura.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cO processo anal\u00edtico tanto em grupo, como individual, tem um fator principal que \u00e9: n\u00f3s n\u00e3o estamos construindo esse processo para estabelecer sobre o outro um olhar de julgamento\u201d, afirma Cleubecyr.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O psicanalista aponta que esse processo terap\u00eautico n\u00e3o tem o prop\u00f3sito de orientar ou aconselhar, a finalidade \u00e9 construir um ambiente de acolhimento, onde os homens consigam encontrar um lugar seguro de pouso para as suas quest\u00f5es, algo, que por vezes, n\u00e3o conseguem encontrar em outra experi\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p>Para participar do grupo terap\u00eautico basta acessar o link das reuni\u00f5es que acontecem \u00e0s ter\u00e7as, a partir de 20h, disponibilizado nas redes sociais do Terapretas (@terapretas).<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Cleubecyr Barbosa, idealizador do projeto Racismo na Subjetividade explica a rela\u00e7\u00e3o entre masculinidade e a sa\u00fade mental de homens negros e perif\u00e9ricos&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":43,"featured_media":7529,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[4],"tags":[823,810,49],"ppma_author":[841],"class_list":["post-7528","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-contextos-perifericos","tag-destaque","tag-pagina-inicial","tag-territorio-da-noticia"],"acf":[],"authors":[{"term_id":841,"user_id":43,"is_guest":0,"slug":"lima-viviane-silvagmail-com","display_name":"Viviane Lima","avatar_url":{"url":"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/c5998b250df53527903054c60b3cb907_large.jpg","url2x":"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/c5998b250df53527903054c60b3cb907_large.jpg"},"first_name":"Viviane","last_name":"Lima","user_url":"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/","job_title":"","description":"<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/Vivian3.silva.lima\"><i><\/i> \/Vivian3.silva.lima<\/a>\r\n<a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/vi.vianelima\/\"><i> <\/i> @vi.vianelima<\/a>\r\nJornalista, formada pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL) e t\u00e9cnica em multim\u00eddia, pela Etec Jornalista Roberto Marinho (JRM). Como comunicadora tem interesse e atua em projetos de impacto social com \u00eanfase em cultura, ra\u00e7a, g\u00eanero, classe, periferia e interseccionalidade. Tem experi\u00eancia como produtora de reportagem para r\u00e1dio e tv, assistente de produ\u00e7\u00e3o cultural e social media. Trabalha com comunica\u00e7\u00e3o em contextos perif\u00e9ricos desde 2020."}],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7528","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/43"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=7528"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7528\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":7536,"href":"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7528\/revisions\/7536"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/7529"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=7528"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=7528"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=7528"},{"taxonomy":"author","embeddable":true,"href":"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/ppma_author?post=7528"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}