
{"id":398,"date":"2018-06-08T03:00:00","date_gmt":"2018-06-08T06:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/beta.desenrolaenaomenrola.com.br\/2018\/06\/08\/reparacao-historica-a-visao-de-empreendedores-das-periferias-no-forum-de-financas-sociais\/"},"modified":"2024-06-29T21:21:21","modified_gmt":"2024-06-30T00:21:21","slug":"reparacao-historica-a-visao-de-empreendedores-das-periferias-no-forum-de-financas-sociais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/contextos-perifericos\/reparacao-historica-a-visao-de-empreendedores-das-periferias-no-forum-de-financas-sociais\/","title":{"rendered":"Repara\u00e7\u00e3o Hist\u00f3rica: a vis\u00e3o de empreendedores das Periferias no F\u00f3rum de Finan\u00e7as Sociais"},"content":{"rendered":"<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"text\">\n<p>O Desenrola bateu um papo com alguns empreendedores perif\u00e9ricos, para mostrar o que eles pensam sobre a possibilidade de promover ou n\u00e3o repara\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica no contexto racial, econ\u00f4mico, cultural e educacional por meio de projetos de impacto social que est\u00e3o sendo realizados nos territ\u00f3rios por pessoas que nasceram, cresceram e ascenderam socialmente por meio de iniciativas de valor p\u00fablico.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"readmore\"><\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"image\" style=\"text-align: center;\">\n<div class=\"eb-image style-clear\">\n<div class=\"eb-image-figure is-responsive\">\n<p>\t\t\t\t\t<a class=\"eb-image-viewport\"><\/a><\/p>\n<p><a class=\"eb-image-viewport\"><br \/>\n<\/a><a class=\"eb-image-viewport\">\t\t<\/a><\/p>\n<\/div>\n<div class=\"eb-image-caption\">\n\t\t\t<span>Apresenta\u00e7\u00e3o do DJ Bola na mesa Periferias, Ra\u00e7a e G\u00eanero (Foto: Leonardo Brito)<\/span><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"text\">\n<p>Como o empreendedorismo e os projetos de impacto social podem ser utilizados para promover repara\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica para os moradores das periferias? Foi a partir desta quest\u00e3o de valor intrigante e extremamente necess\u00e1ria para ser discutida que o Desenrola E N\u00e3o Me Enrola entrevistou alguns agentes sociais que participaram do F\u00f3rum de Finan\u00e7as Sociais e Neg\u00f3cios de Impacto realizado nesta quarta-feira (06) e quinta-feira (07), no Complexo Cultural Ohtake, em Pinheiros, zona oeste de S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p>Em meio a um cen\u00e1rio, no qual as pol\u00edticas p\u00fablicas est\u00e3o cada vez mais escassas e com menos poder de impacto, o empreendedorismo social vem avan\u00e7ando e ocupando um lugar que mobiliza cada vez mais agentes sociais que atuam ou atuavam em coletivos, para empregar o seu conhecimento sobre o cotidiano das Periferias em projetos que visam transformar para melhor a vida das pessoas.<\/p>\n<p>Neste contexto, esta edi\u00e7\u00e3o do F\u00f3rum, al\u00e9m das diversas discuss\u00f5es sobre investimentos sociais, metodologias de impacto, tecnologias, tend\u00eancias e inova\u00e7\u00e3o, a &#8220;Periferia&#8221; foi um dos temas disparadores para apresentar o potencial de iniciativas que est\u00e3o sendo constru\u00eddas \u00e0 base de quest\u00f5es estruturais, como ra\u00e7a, classe e g\u00eanero em v\u00e1rias regi\u00f5es do Brasil.<\/p>\n<p>Antes de assistir o primeiro bate papo sobre Periferias, Ra\u00e7a e G\u00eanero do F\u00f3rum, a educadora social e produtora cultural, Alania Cerqueira, moradora do Jardim S\u00e3o Luis e criadora da Macambira Sociocultural, neg\u00f3cio que atua na zona sul de S\u00e3o Paulo, se sentiu provocada com essa quest\u00e3o da repara\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica atrelado ao empreendedorismo de impacto social produzida nas periferias. &#8220;Eu acho que empreender com essa intencionalidade de atuar nos territ\u00f3rios ainda n\u00e3o promove a repara\u00e7\u00e3o. M\u00e1s eu acredito realmente que a const\u00e2ncia disso, com eu fazendo, o outro fazendo, n\u00f3s fazendo, ou seja, um conjunto de pessoas fazendo, \u00e9 inevit\u00e1vel que algum tipo de repara\u00e7\u00e3o aconte\u00e7a.&#8221;<\/p>\n<p><strong data-redactor-tag=\"strong\">Foto: Ronaldo Matos &#8211; Alania Cerqueira, criadora da Macambira Sociocultural.<\/strong><\/p>\n<p>A poucos metros de onde se encontrava a empreendedora Alania e um grupo de colegas, estava o jovem Diogo Bezerra, morador do Jardim Pantanal, na zona leste de S\u00e3o Paulo. A atua\u00e7\u00e3o dele dentro do empreendedorismo social consiste na cria\u00e7\u00e3o de uma escola de ingl\u00eas chamada PLT For Way, para levar o ensino do ingl\u00eas para jovens das periferias com custo acess\u00edvel e uma metodologia de ensino diferenciada. Com algumas experi\u00eancias bem sucedidas em seu neg\u00f3cio, ele acredita que a constru\u00e7\u00e3o da sua identidade como empreendedor enquanto jovem negro e perif\u00e9rico \u00e9 um sinal dessa repara\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica estar acontecendo.<\/p>\n<p>&#8220;Eu sou um exemplo disso. Eu sou um jovem que n\u00e3o deveria saber falar ingl\u00eas, que n\u00e3o deveria estar empreendendo, porque o sistema indicou que eu deveria seguir outro caminho, trabalhando bra\u00e7almente, ou seja, fazer outras coisas. Ent\u00e3o, empreender socialmente mudou a minha vida e a de outras pessoas ao meu redor tamb\u00e9m&#8221;, descreve, lembrando que alguns jovens do seu territ\u00f3rio j\u00e1 o procuram para pedir opini\u00f5es sobre projetos e tirar d\u00favidas sobre empreendedorismo, enxergando o como exemplo.<\/p>\n<p><strong data-redactor-tag=\"strong\">Foto: Ronaldo Matos &#8211; Diogo Bezerra, criador da PLT For Way.<\/strong><\/p>\n<p>Bezerra chama aten\u00e7\u00e3o para o fato do contato com o empreendedorismo social mudar a sua vis\u00e3o sobre as riquezas das periferias. &#8220;A primeira vez que eu cheguei na minha comunidade, eu tinha uma vis\u00e3o de guerra, pensando que n\u00e3o havia nada ali e que n\u00e3o dava para produzir nada ali. Por\u00e9m quando eu comecei empreender eu vi outro mundo e isso mudou totalmente a minha vis\u00e3o. Eu passei a entender que ali era um lugar f\u00e9rtil e de muitas oportunidades, para desenvolver neg\u00f3cios de impacto, tanto pra mim, como para outras pessoa.&#8221;<\/p>\n<p>Ao longo do evento e principalmente durante as mesas que discutiram Periferias, Ra\u00e7a e G\u00eanero, um dos palestrantes mais citados em tom positivo e transformador pelos visitantes foi Marcelo Silva Rocha, mais conhecido como DJ Bola, um dos criadores da A BANCA, uma produtora social e cultural de impacto, que come\u00e7ou atuando no distrito do Jardim \u00c2ngela, na zona sul de S\u00e3o Paulo, e hoje j\u00e1 atua com relev\u00e2ncia em outras regi\u00f5es do pa\u00eds.<\/p>\n<p>Para o DJ Bola, a repara\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica s\u00f3 vai acontecer de fato quando os moradores das periferias tiverem plena igualdade de direitos em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s outras classes sociais. &#8220;A repara\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica s\u00f3 vai se d\u00e1 de fato quando a gente for protagonista e conseguir ter acesso a esses recursos e tecnologias que vem sendo utilizadas do lado de c\u00e1 da ponte, tanto para ganhar grana, quanto para n\u00f3s mesmos investir nos projetos da quebrada.&#8221;<\/p>\n<p>A teoria do empreendedorismo chegou \u00e0 vida do DJ Bola dez anos depois que ele j\u00e1 estava articulando projetos culturais \u00e0 base da cultura Hip Hop. &#8220;Eu n\u00e3o tinha clareza que eu era empreendedor. Eu tinha claro o que eu queria fazer. Hoje, com mais viv\u00eancias e experi\u00eancias em diversos lugares e projetos eu olho para a quebrada como um lugar de grandes oportunidades, para elevar a auto-estima e valorizar o ser humano&#8221;, enfatiza, citando a import\u00e2ncia de valorizar os talentos das pessoas que vivem nas periferias.<\/p>\n<p>Um dos legados citados por Bola deixados pelo empreendedorismo na periferia \u00e9 a autonomia dos indiv\u00edduos. &#8220;A nossa maior riqueza \u00e9 o tempo. Ent\u00e3o, quando as pessoas da quebrada conseguem viver dos seus sonhos ou busca realizar aquilo que acredita, a transforma\u00e7\u00e3o \u00e9 n\u00edtida&#8221;, afirma.<\/p>\n<p><strong data-redactor-tag=\"strong\">Inova\u00e7\u00e3o Ancestral e Perif\u00e9rica<\/strong><\/p>\n<p>Em Salvador, cidade brasileira que possui mais de 80% da popula\u00e7\u00e3o negra, segundo o IBGE, ber\u00e7o de rela\u00e7\u00f5es ancestrais e tradi\u00e7\u00f5es africanas, o contexto do empreendedorismo social vem ganhando cada vez mais espa\u00e7o para incluir a juventude e mulheres negras que residem nas periferias do munic\u00edpio. Esse processo est\u00e1 sendo viabilizado por meio de a\u00e7\u00f5es estrat\u00e9gicas da Vale do Dend\u00ea, uma iniciativa focada em fomentar ecossistemas de inova\u00e7\u00e3o e economia criativa, protagonizado por moradores de territ\u00f3rios com altos \u00edndices de desigualdade social.<\/p>\n<p>Itala Herta, mulheres negra soteropolitana que atua como rela\u00e7\u00f5es p\u00fablicas e diretora de opera\u00e7\u00f5es da Vale do Dend\u00ea, descreve que a organiza\u00e7\u00e3o foca em tr\u00eas frentes: acelerar neg\u00f3cios com foco em diversidade, difundir forma\u00e7\u00e3o por meio de uma escola de inova\u00e7\u00e3o e atuando como uma consultoria para neg\u00f3cios p\u00fablicos e privados, para o fomento de neg\u00f3cios criativos.<\/p>\n<p><strong data-redactor-tag=\"strong\">Foto: Ronaldo Matos &#8211; Itala Herta durante reuni\u00e3o com membros do Fundo EdiTodos.<\/strong><\/p>\n<p>&#8220;Para muitas pessoas do mercado, a tecnologia e a inova\u00e7\u00e3o nos coloca distantes da cadeia produtiva. S\u00f3 que a tecnologia e a inova\u00e7\u00e3o \u00e9 algo de \u00c1frica. Isso n\u00e3o sou eu que estou dizendo. Isso \u00e9 hist\u00f3rico. A \u00e1frica produz tecnologias que at\u00e9 hoje n\u00f3s usamos. Ent\u00e3o, o nosso papel \u00e9 contrapor a id\u00e9ia de um olhar que nos colocaram, que n\u00e3o corresponde ao nosso passado hist\u00f3rico e as nossas produ\u00e7\u00f5es e cadeias produtivas que alimentam uma serie de ind\u00fastrias no Brasil e no mundo&#8221;, explica ela.<\/p>\n<p>Assim como a Vale do Dend\u00ea, que desenvolve essas iniciativas afro-centradas no campo do empreendedorismo em Salvador, na cidade de S\u00e3o Paulo, mais precisamente na zona sul da cidade, a <a href=\"https:\/\/www.aceleradoranip.com\/\" target=\"_blank\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?hl=pt-BR&amp;q=https:\/\/www.aceleradoranip.com\/&amp;source=gmail&amp;ust=1528545633508000&amp;usg=AFQjCNE0Boa-FkTJ1VvozTXdZ3g7KnPl7Q\" style=\"background-image: initial; background-position: initial; background-size: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; font-family: inherit; font-size: 18px; font-weight: inherit; font-style: inherit; vertical-align: baseline; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; transition-duration: 0.3s; color: rgb(78, 97, 194);\" rel=\"noopener\">Aceleradora de Neg\u00f3cios de Impacto (NIP),<\/a> um dos projetos desenvolvidos pela A BANCA, oferece forma\u00e7\u00e3o estrat\u00e9gica para potencializar o processo de desenvolvimento de neg\u00f3cios, para gerar mais capital e mais impacto de valor social nos territ\u00f3rios do M\u00b4Boi Mirim, Capela do Socorro, Campo Limpo e Cap\u00e3o Redondo.<\/p>\n<p>&#8220;Os empreendedores e empreendedoras das quebradas precisam se permitir a esses tipos de provoca\u00e7\u00f5es e experi\u00eancias, porque isso agrega muito valor pessoal e profissional e consequentemente aumenta o impacto social e financeiro dos projetos&#8221;, argumenta.<\/p>\n<p>Ele ressalta que o empreendedorismo produzido a partir da periferia n\u00e3o se baseia em criar solu\u00e7\u00f5es para os problemas sociais dos territ\u00f3rios, mas sim, na necessidade natural e hist\u00f3rica que cada pessoa tem de viver com mais qualidade de vida. &#8220;A gente faz projetos pelo nosso sonho, mas a gente quer atacar o problema que a gente vive todo dia. E quem est\u00e1 do lado de c\u00e1 da ponte cria coisas para um problema que eles n\u00e3o vivem&#8221;, distingue o empreendedor, m\u00e1s deixando claro que o encontro entre as pessoas do centro e da periferia tem uma grande import\u00e2ncia para trocas de saberes, visando uma conex\u00e3o que possa fazer a diferen\u00e7a com intencionalidade.<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Desenrola bateu um papo com alguns empreendedores perif\u00e9ricos, para mostrar o que eles pensam sobre a possibilidade de promover ou n\u00e3o repara\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica no contexto racial, econ\u00f4mico, cultural e educacional por meio de projetos de impacto social que est\u00e3o sendo realizados nos territ\u00f3rios por pessoas que nasceram, cresceram e ascenderam socialmente por meio de [&hellip;]&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":7,"featured_media":397,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[4],"tags":[47,25],"ppma_author":[73],"class_list":["post-398","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-contextos-perifericos","tag-contextos-perifericos","tag-quebrada-tech"],"acf":[],"authors":[{"term_id":73,"user_id":7,"is_guest":0,"slug":"ronaldo-comunicacaogmail-com","display_name":"Ronaldo Matos","avatar_url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/d5c023cdb350cc81d5a42963af328e5ef634d2fff49293bcebb933eaf78d5961?s=96&d=mm&r=g","first_name":"Ronaldo","last_name":"Matos","user_url":"http:\/\/","job_title":"","description":"<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/ronaldo.matosilva\"><i><\/i> \/ronaldo.matosilva<\/a>\r\n<a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/ronaldomatosjor\/\"><i> <\/i> @ronaldomatosjor<\/a>\r\nApreciador do direito de imaginar, criar, pesquisar e refletir, Ronaldo Matos \u00e9 jornalista e educador. Ele \u00e9 co-fundador e editor do Desenrola e N\u00e3o Me Enrola. Influenciado pela cultura Hip Hop e a Filosofia, o morador do Jardim \u00c2ngela vive a quebrada como uma plataforma urbana de conhecimento, para compreender e questionar o que \u00e9 periferia. Em busca da sua ancestralidade, uma de suas principais paix\u00f5es \u00e9 promover interc\u00e2mbios pol\u00edticos e culturais com comunidades tradicionais."}],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/398","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/7"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=398"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/398\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3830,"href":"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/398\/revisions\/3830"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/397"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=398"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=398"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=398"},{"taxonomy":"author","embeddable":true,"href":"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/ppma_author?post=398"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}