
{"id":374,"date":"2018-11-09T02:00:00","date_gmt":"2018-11-09T04:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/beta.desenrolaenaomenrola.com.br\/2018\/11\/09\/os-caminhos-de-jovens-das-periferias-ate-a-universidade\/"},"modified":"2024-06-29T21:21:08","modified_gmt":"2024-06-30T00:21:08","slug":"os-caminhos-de-jovens-das-periferias-ate-a-universidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/contextos-perifericos\/os-caminhos-de-jovens-das-periferias-ate-a-universidade\/","title":{"rendered":"Os caminhos de jovens das periferias at\u00e9 a universidade"},"content":{"rendered":"<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"text\">\n<p>Se preparar para o vestibular \u00e9 apenas um dos passos que o jovem d\u00e1 em busca de uma vaga no ensino superior. No meio desse trajeto, ele ainda precisa lidar com a escassez de pol\u00edticas p\u00fablicas de educa\u00e7\u00e3o, al\u00e9m de problemas que impactam a sua sa\u00fade mental e f\u00edsica.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"readmore\"><\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"image\" style=\"text-align: center;\">\n<div class=\"eb-image style-clear\">\n<div class=\"eb-image-figure is-responsive\">\n<p>\t\t\t\t<a class=\"eb-image-viewport eb-image-popup-button\" href=\"images\/articles\/161\/9477a36827c167f59260ff68506bfa5e.jpg\" title=\"Feira das Profiss\u00f5es do Cursinho Popular Carolina de Jesus (Foto: Thais Siqueira)\"><\/a><\/p>\n<p><a class=\"eb-image-viewport eb-image-popup-button\" href=\"images\/articles\/161\/9477a36827c167f59260ff68506bfa5e.jpg\" title=\"Feira das Profiss\u00f5es do Cursinho Popular Carolina de Jesus (Foto: Thais Siqueira)\"><br \/>\n<\/a><a class=\"eb-image-viewport eb-image-popup-button\" href=\"images\/articles\/161\/9477a36827c167f59260ff68506bfa5e.jpg\" title=\"Feira das Profiss\u00f5es do Cursinho Popular Carolina de Jesus (Foto: Thais Siqueira)\">\t\t<\/a><\/p>\n<\/div>\n<div class=\"eb-image-caption\">\n\t\t\t<span>Feira das Profiss\u00f5es do Cursinho Popular Carolina de Jesus (Foto: Thais Siqueira)<\/span><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"text\">\n<p>A educa\u00e7\u00e3o p\u00fablica est\u00e1 entre as \u00e1reas que mais vem sofrendo com a falta de investimentos p\u00fablicos. Em 2018, por exemplo, o or\u00e7amento para novos investimentos no Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o, teve uma redu\u00e7\u00e3o de 32% em rela\u00e7\u00e3o a 2017. O valor destinado para investimento em 2017 foi de R$ 6,6 bilh\u00f5es, enquanto no ano de 2018 foi de apenas R$ 4,52 bilh\u00f5es.<\/p>\n<p>Esse cen\u00e1rio de sucateamento atinge um p\u00fablico especifico: jovens, negros e principalmente a popula\u00e7\u00e3o de baixa renda, que na pratica, \u00e9 quem mais utiliza e precisa acessar servi\u00e7os p\u00fablicos educacionais de qualidade.<\/p>\n<p>No entanto, quando abordamos sobre o ingresso da juventude perif\u00e9rica nas universidades, precisamos refletir sobre o processo que esse jovem passa durante o per\u00edodo de forma\u00e7\u00e3o escolar, tendo em vista alguns fatores que influenciam diretamente no desenvolvimento desses indiv\u00edduos, como o desgaste psicol\u00f3gico, emocional e f\u00edsico.<\/p>\n<p>Para entender a fundo como esse contexto social est\u00e1 em curso nas periferias, conhecemos a hist\u00f3ria de tr\u00eas jovens que percorreram diferentes caminhos em busca do acesso \u00e0 universidade. Os estudantes Pedro Fernandes, Larissa Rodrigues e Ana Carolina, contam como se d\u00e1 esse processo desde o desgaste psicol\u00f3gico, at\u00e9 a busca e uso de m\u00e9todos alternativos \u00e0 educa\u00e7\u00e3o p\u00fablica.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"heading\">\n<h3>\n\t<strong>Assista a reportagem completa do projeto #NoCentrodaPauta<\/strong><span>&nbsp;<\/span><\/h3>\n<\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"youtube\">\n<div class=\"youtube-embed video-embed-wrapper is-responsive\">\n\t<iframe src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/9F4KxzdaaKA?feature=oembed\" width=\"480\" height=\"270\" allowfullscreen=\"\"><\/iframe><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"heading\">\n<h3><strong>O sucateamento do ensino m\u00e9dio<\/strong><span>&nbsp;<\/span><\/h3>\n<\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"text\">\n<p><span>Antes mesmo de pensar no ensino superior, a educa\u00e7\u00e3o p\u00fablica b\u00e1sica j\u00e1 n\u00e3o oferece recursos suficientes para o desenvolvimento completo desses estudantes. Segundo os dados apresentados recentemente pelo Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o nenhum estado brasileiro atingiu a meta do \u00cdndice de Desenvolvimento da Educa\u00e7\u00e3o B\u00e1sica (Ideb) 2017 no ensino m\u00e9dio.<\/span><\/p>\n<p>Nas escolas publicadas estaduais de S\u00e3o Paulo, a meta de desenvolvimento do ensino m\u00e9dio n\u00e3o \u00e9 alcan\u00e7ada desde 2013, conforme revela a pesquisa anual realizada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais An\u00edsio Teixeira (Inep).<\/p>\n<p>Para o coordenador pedag\u00f3gico, Rafael C\u00edcero, o estado precisa fazer o contr\u00e1rio do que tem feito hoje: &#8220;ao inv\u00e9s de sucatear, deveriam aumentar significativamente os investimentos, de modo a ter uma educa\u00e7\u00e3o b\u00e1sica de maior qualidade, que consiga ser universalista.&#8221;<\/p>\n<p>Ele chama aten\u00e7\u00e3o para o perfil do p\u00fablico prejudicado pela decad\u00eancia causado pelo governo no ensino p\u00fablico. &#8220;Quem estuda na escola p\u00fablica na sua maioria s\u00e3o jovens perif\u00e9ricos. N\u00e3o avan\u00e7ar nesse cen\u00e1rio, impacta diretamente a vida dessa popula\u00e7\u00e3o.&#8221;<\/p>\n<p>A estudante Ana Carolina, 19, moradora do Jardim \u00c2ngela, na zona sul de S\u00e3o Paulo, conta que n\u00e3o houve base suficiente em seu ensino fundamental e m\u00e9dio que a preparasse para o ensino superior. &#8220;No fundo eu acho que a escola ela n\u00e3o te prepara para o vestibular, ela te desprepara, te desmotiva. O desgaste ps\u00edquico de passar pelo processo da escola p\u00fablica \u00e9 muito desgastante.&#8221;<\/p>\n<p>Para al\u00e9m do contexto da educa\u00e7\u00e3o b\u00e1sica, quando entramos na conjuntura do ensino superior, o cen\u00e1rio n\u00e3o \u00e9 nada animador. Com a aprova\u00e7\u00e3o da Emenda Constitucional 95 &#8211; PEC dos gastos, que limita os gastos p\u00fablicos \u00e0 varia\u00e7\u00e3o da infla\u00e7\u00e3o por 20 anos, aumentam as barreiras sociais na educa\u00e7\u00e3o a partir das redu\u00e7\u00f5es de bolsas, burocratiza\u00e7\u00e3o e enxugamento de vagas para acesso a programas como Fies e Prouni, fora a falta de verbas para a manuten\u00e7\u00e3o das estruturas educacionais e programas de pesquisa.<\/p>\n<p>Ingressar no ensino superior n\u00e3o \u00e9 a \u00fanica preocupa\u00e7\u00e3o desse jovem. A \u00faltima pesquisa do Censo da Educa\u00e7\u00e3o Superior, mostra que somente em 2016, 30% dos alunos matriculados em institui\u00e7\u00f5es p\u00fablicas e privadas tiveram que deixar seus cursos, o que equivale a 3,4 milh\u00f5es de universit\u00e1rios.<\/p>\n<p>Quando se trata do jovem que vem das periferias, a preocupa\u00e7\u00e3o aumenta. &#8220;Muitos jovens da periferia at\u00e9 conseguem chegar nas universidades, por\u00e9m, muitos n\u00e3o conseguem se manter, porque nessa redu\u00e7\u00e3o, a assist\u00eancia estudantil \u00e9 uma das \u00e1reas que est\u00e1 sofrendo. Ent\u00e3o voc\u00ea tem menos alunos podendo morar em rep\u00fablicas, morar nas pr\u00f3prias institui\u00e7\u00f5es&#8221;, relata o coordenador Rafael sobre os impactos desses cortes para os jovens perif\u00e9ricos que conseguiram ingressar nas universidades.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"heading\">\n<h3><strong>Educa\u00e7\u00e3o popular como estrat\u00e9gia de cuidado<\/strong><span>&nbsp;<\/span><\/h3>\n<\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"text\">\n<p><span>Frente a essa conjuntura, muitos jovens procuram formas alternativas para percorrer o caminho at\u00e9 o ensino superior. Uma das possibilidades s\u00e3o os cursinhos populares que vem gerando grandes impactos n\u00e3o s\u00f3 na difus\u00e3o de conte\u00fados te\u00f3ricos, mas tamb\u00e9m na constru\u00e7\u00e3o de um olhar cr\u00edtico sobre as demandas sociais.<\/span><\/p>\n<p>O coordenador pedag\u00f3gico da Rede de Cursinhos Ubuntu, Rafael C\u00edcero, contextualiza a import\u00e2ncia de experiencias com a educa\u00e7\u00e3o popular nas periferias. &#8220;Faz tempo que a periferia \u00e9 um polo de resist\u00eancia. Temos muitos cursinhos nas periferias fazendo esse enfrentamento e defendendo a democratiza\u00e7\u00e3o do acesso \u00e0 universidade. Elas est\u00e3o ali no campo do que chamamos de educa\u00e7\u00e3o popular, e essa educa\u00e7\u00e3o \u00e9 uma defesa, uma luta de emancipa\u00e7\u00e3o da classe trabalhadora.&#8221;<\/p>\n<p>&#8220;Muito mais do que ser um espa\u00e7o conteudista, de simplesmente debater assuntos dos curr\u00edculos escolares, essas experi\u00eancias tamb\u00e9m s\u00e3o na sua maioria experi\u00eancias de forma\u00e7\u00e3o de cidad\u00e3os, de jovens cr\u00edticos, de jovens com olhar mais amplo para sociedade. Elas ajudam nesse campo de cidadania, no sentido de reconhecimento, pertencimento&#8221;, conta o coordenador sobre como agentes das periferias vem buscando alternativas frente ao sucateamento do ensino p\u00fablico.<\/p>\n<p>Residente do bairro Jo\u00e3o XXIII, zona oeste de S\u00e3o Paulo, o estudante Pedro Fernandes, 21, um dos articuladores na cria\u00e7\u00e3o do Cursinho Livre Cl\u00e1udia Silva Ferreira, conta que a partir do programa de forma\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m \u00e9 necess\u00e1rio questionar a import\u00e2ncia de ocupar esses espa\u00e7os acad\u00eamicos. &#8220;Entender que o vestibular, a faculdade, \u00e9 uma ocupa\u00e7\u00e3o de espa\u00e7o, como uma pessoa pobre e talvez a primeira da fam\u00edlia a entrar na universidade.&#8221;<\/p>\n<p>Junto com a dificuldade de acesso, os desgastes psicol\u00f3gicos que acompanham esses estudantes, faz com que muitos desenvolvam traumas e barreiras mentais que afetam inclusive suas rela\u00e7\u00f5es com a fam\u00edlia e amigos.<\/p>\n<p>&#8220;A sa\u00fade mental de estudantes que s\u00e3o da perif\u00e9ria e pessoas que estudam no Dante Alighieri, \u00e9 totalmente diferente. Eu cheguei aqui atrasado porque eu estava trabalhando, por exemplo&#8221;, compartilha o estudante Pedro.<\/p>\n<p>O psic\u00f3logo Ricardo Cavalcante ressalta que os processos ps\u00edquicos desses jovens s\u00e3o diferentes: &#8220;o jovem burgu\u00eas est\u00e1 naquele momento s\u00f3 estudando, s\u00f3 se preocupando com isso. O jovem da periferia al\u00e9m de se preocupar com estudo, tem que se preocupar em cuidar do irm\u00e3o mais novo, tem que se preocupar em ajudar em casa, por exemplo. Ent\u00e3o os desgastes emocionais v\u00e3o nesse sentido.&#8221;<\/p>\n<p><i data-redactor-tag=\"i\">*Esta reportagem faz parte do projeto #NoCentroDaPauta, uma realiza\u00e7\u00e3o dos coletivos Alma Preta, Casa no Meio do Mundo, Desenrola e N\u00e3o me Enrola, Imargem, Historiorama, Periferia em Movimento e TV Graja\u00fa, com patroc\u00ednio da Funda\u00e7\u00e3o Tide Setubal.<\/i><\/p>\n<p><i data-redactor-tag=\"i\">Cerca de 30 reportagens ser\u00e3o publicadas at\u00e9 o final de outubro com assuntos de interesses da popula\u00e7\u00e3o das periferias de S\u00e3o Paulo em ano eleitoral. Acompanhe os sites e as redes sociais dos coletivos e n\u00e3o perca nada!<\/i><\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Se preparar para o vestibular \u00e9 apenas um dos passos que o jovem d\u00e1 em busca de uma vaga no ensino superior. 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Ela \u00e9 co-fundadora do Desenrola E N\u00e3o Me Enrola. Uma das suas principais motiva\u00e7\u00f5es \u00e9 criar espa\u00e7os de reflex\u00e3o e valoriza\u00e7\u00e3o das pot\u00eancias da juventude perif\u00e9rica e do campo do jornalismo das periferias. 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