
{"id":366,"date":"2018-12-10T02:00:00","date_gmt":"2018-12-10T04:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/beta.desenrolaenaomenrola.com.br\/2018\/12\/10\/coletivos-lgbts-usam-arte-para-pautar-direito-a-vida-nas-periferias\/"},"modified":"2024-06-29T21:21:02","modified_gmt":"2024-06-30T00:21:02","slug":"coletivos-lgbts-usam-arte-para-pautar-direito-a-vida-nas-periferias","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/contextos-perifericos\/coletivos-lgbts-usam-arte-para-pautar-direito-a-vida-nas-periferias\/","title":{"rendered":"Coletivos LGBTs usam arte para pautar direito \u00e0 vida nas periferias"},"content":{"rendered":"<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"text\">\n<p>O simples ato de circular pelas ruas, andando a p\u00e9, utilizando um aplicativo de mobilidade ou transporte p\u00fablico apresenta uma s\u00e9rie de situa\u00e7\u00f5es de conflito que envolve a popula\u00e7\u00e3o LGBT. Em paralelo,&nbsp;o surgimento de espa\u00e7os culturais que promovem encontros afetivos e de entretenimento tem mostrado caminhos alternativos para resistir ao avan\u00e7o da intoler\u00e2ncia do preconceito de g\u00eanero e orienta\u00e7\u00e3o sexual.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"readmore\"><\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"image\" style=\"text-align: center;\">\n<div class=\"eb-image style-clear\">\n<div class=\"eb-image-figure is-responsive\">\n<p>\t\t\t\t<a class=\"eb-image-viewport eb-image-popup-button\" href=\"images\/articles\/157\/294076fc5cc6aeff9c5c40350215ea5e.jpg\" title=\"Perfomance no palco principal da boate Chimmus LBGT, no Cap\u00e3o Redondo. (Foto: Thais Siqueira )\"><\/a><\/p>\n<p><a class=\"eb-image-viewport eb-image-popup-button\" href=\"images\/articles\/157\/294076fc5cc6aeff9c5c40350215ea5e.jpg\" title=\"Perfomance no palco principal da boate Chimmus LBGT, no Cap\u00e3o Redondo. (Foto: Thais Siqueira )\"><br \/>\n<\/a><a class=\"eb-image-viewport eb-image-popup-button\" href=\"images\/articles\/157\/294076fc5cc6aeff9c5c40350215ea5e.jpg\" title=\"Perfomance no palco principal da boate Chimmus LBGT, no Cap\u00e3o Redondo. (Foto: Thais Siqueira )\">\t\t<\/a><\/p>\n<\/div>\n<div class=\"eb-image-caption\">\n\t\t\t<span>Perfomance no palco principal da boate Chimmus LBGT, no Cap\u00e3o Redondo. (Foto: Thais Siqueira )<\/span><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"text\">\n<p>Quem passa pela altura do n\u00famero 5.170 da estrada de Itapecerica nas ter\u00e7as-feiras \u00e0 noite, por volta das 23h30, n\u00e3o imagina que a Choperia Fortaleza, muito conhecida na regi\u00e3o se transforma em uma balada LBGT neste dia da semana. A Chimmus Baile LGBT recebe em m\u00e9dia 500 pessoas a cada edi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Ela est\u00e1 dentro de um circuito cultural formado por mais quatro baladas voltadas para a comunidade LBGT nos territ\u00f3rios do Jardim \u00c2ngela, Jardim S\u00e3o Luis, Cap\u00e3o Redondo e Campo Limpo. Frequentado por pessoas de 16 a 35 anos, al\u00e9m de ser um ponto de encontro e divers\u00e3o, o espa\u00e7o est\u00e1 se consolidando como um lugar de afeto e forma\u00e7\u00e3o pol\u00edtica org\u00e2nica para o seu p\u00fablico.<\/p>\n<p>&#8220;Para poder estar com os amigos, para escutar uma m\u00fasica, para poder beijar na boca e estar com os nosso parceiros, n\u00f3s n\u00e3o precisamos atravessar a ponte para desenvolver alguma coisa. Aqui na nossa comunidade tamb\u00e9m \u00e9 muito potente&#8221;, conta o bailarino e educador Thiago Silva, de 27 anos, morador do Jardim \u00c2ngela.<\/p>\n<p>Assista a reportagem completa.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"youtube\">\n<div class=\"youtube-embed video-embed-wrapper is-responsive\">\n\t<iframe src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/Ro2XNvG000M?feature=oembed\" width=\"480\" height=\"270\" allowfullscreen=\"\"><\/iframe><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"text\">\n<p>Ele criou em 2017 o projeto Quebrada Maquiada, iniciativa que trouxe para espa\u00e7os p\u00fablicos do territ\u00f3rio da M\u00b4Boi Mirim e do Cap\u00e3o Redondo interven\u00e7\u00f5es art\u00edsticas protagonizadas por personagens da <a href=\"http:\/\/agemt.org\/?p=6256\" style=\"background-image: initial; background-position: initial; background-size: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; font-family: inherit; font-size: 18px; font-weight: inherit; font-style: inherit; vertical-align: baseline; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; transition-duration: 0.3s; color: rgb(78, 97, 194);\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><\/a>cultura drag queen.<\/p>\n<p>&#8220;A arte Drag s\u00f3 \u00e9 vis\u00edvel dentro de uma boate. \u00c9 tudo muito marginalizado&#8221;, enfatiza Silva. Ele afirma que as pessoas ainda julgam de maneira muito preconceituosa o estilo de vida de uma drag. &#8220;Se voc\u00ea encontrar uma transformista drag andando na comunidade ou no centro, ela \u00e9 sempre vista como prostituta. M\u00e1s ela simplesmente est\u00e1 indo fazer a sua arte e o seu trabalho dentro de uma boate, que querendo ou n\u00e3o, na zona sul \u00e9 potente.&#8221;<\/p>\n<p>A experi\u00eancia com o projeto foi t\u00e3o positiva que ao final ele continuou fomentando essas atividades, por meio de apresenta\u00e7\u00f5es de performances dentro das baladas, conectando diretamente o publico desses espa\u00e7os com outras vertentes da arte LGBT.<\/p>\n<p>A menos de dois quil\u00f4metros de dist\u00e2ncia da Chimmus Baile LGBT acontece o projeto Basquete &amp; Autonomia, iniciativa articulada por um coletivo formado por jovens que s\u00e3o moradores do Cap\u00e3o Redondo, tamb\u00e9m na zona sul da cidade.<\/p>\n<p>O projeto promove uma s\u00e9rie de atividades que pautam a autoafirma\u00e7\u00e3o da pluralidade de g\u00eanero e orienta\u00e7\u00e3o sexual, a partir do contato com o basquete, praticado de maneira emancipat\u00f3ria e libert\u00e1ria. &#8220;A gente tende a achar que somos muito sozinhos e quando voc\u00ea v\u00ea outros coletivos produzindo e fazendo coisas, o territ\u00f3rio tamb\u00e9m evolui e isso \u00e9 muito importante&#8221;, aponta Fran Bandeiras, uma das criadoras do coletivo.<\/p>\n<p>A jovem de 21 de anos argumenta que o projeto encontrou no basquete uma maneira de fazer essa discuss\u00e3o sobre quebras de estere\u00f3tipos. &#8220;As nossas atividades tem esse trabalho de aproximar as pessoas para entender o que a gente \u00e9, porque essas discuss\u00f5es abrem mais o horizonte das pessoas que s\u00e3o preconceituosas.&#8221;<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"heading\">\n<h3><strong>Do Cap\u00e3o a Pirituba: uma dimens\u00e3o territorial da luta por direitos<\/strong><\/h3>\n<\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"text\">\n<p><span>Para quem pretende atravessar a cidade e sair do distritos do Cap\u00e3o Redondo, em dire\u00e7\u00e3o ao distrito de Pirituba, localizado na zona noroeste de S\u00e3o Paulo, para conhecer outros movimentos de luta da comunidade LGBT das periferias vai percorrer uma m\u00e9dia de 50 quil\u00f4metros utilizando transporte p\u00fablico ou carro particular.<\/span><\/p>\n<p>E essa viagem vale muito a pena para conhecer a trajet\u00f3ria da rapper e produtora musical Luana Hansen, moradora de Pirituba. Envolvida no movimento hip hop h\u00e1 cerca de 20 anos, ela acumula uma s\u00e9rie de viv\u00eancias e hist\u00f3rias de luta que ilustram bem a vida de uma mulher negra, l\u00e9sbica e perif\u00e9rica, que decidiu lutar pelo direito ao trabalho e renda em meio ao cen\u00e1rio machista do rap nacional.<\/p>\n<p>&#8220;Eu s\u00f3 existo dentro do movimento hip hop porque eu criei o meu pr\u00f3prio est\u00fadio. Eu tive que aprender a produzir, ser Dj, Mc e produtora musical, para eu ter a liberdade de gravar e falar o que eu quisesse e ter o direito de um dia existir&#8221;, desabafa a rapper.<\/p>\n<p>Ela acredita que a sua postura foi determinante para quebrar o estigma machista dentro do movimento hip hop, que a impedia de ter ascens\u00e3o em sua carreira. &#8220;Tudo o que eu fiz, a minha orienta\u00e7\u00e3o sexual sempre esteve em destaque. Teve emprego que eu consegui atrav\u00e9s da minha orienta\u00e7\u00e3o sexual e teve muitos outros que eu perdi atrav\u00e9s da minha orienta\u00e7\u00e3o sexual. \u00c9 muito bizarro isso.&#8221;<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"heading\">\n<h3><strong>Dados desumanos sobre o direito de ir e vir na cidade<\/strong><\/h3>\n<\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"text\">\n<p><span>Enquanto pesquisas apontam que o Brasil \u00e9 um dos pa\u00edses onde mais morre pessoas por quest\u00f5es de agress\u00e3o motivadas pela sua orienta\u00e7\u00e3o sexual e identidade de g\u00eanero, existem poucos dados que buscam mostrar as motiva\u00e7\u00f5es culturais, sociais e pol\u00edticas, que contribuem para que esse cen\u00e1rio continue a crescer.<\/span><\/p>\n<p>A pesquisa &#8220;Viver em S\u00e3o Paulo: Diversidade&#8221; publicada em maio de 2018 pela Rede Nossa S\u00e3o Paulo, em parceria com o SESC e o Ibope traz um dado alarmante, no qual, 51% das pessoas entrevistadas disserem j\u00e1 ter presenciado situa\u00e7\u00f5es de preconceito contra pessoas LGBTs.<\/p>\n<p>Na mesma pesquisa, um dado chama ainda mais aten\u00e7\u00e3o para o alto n\u00edvel de preconceito presente nas respostas dos entrevistados, pois 43% afirmaram ser contra pessoas do mesmo sexo demonstrar afeto, com beijos e abra\u00e7os em locais p\u00fablicos. Essa estat\u00edstica refor\u00e7a o constante aumento de agress\u00f5es em locais p\u00fablicos.<\/p>\n<p>Para o articulador cultural Thiago Silva, nos \u00faltimos anos \u00faltimos anos houve uma esp\u00e9cie de transforma\u00e7\u00e3o de comportamento das pessoas. Segundo ele, elas continuam preconceituosas, m\u00e1s passaram a aceitar a presen\u00e7a de gays, l\u00e9sbicas e trans em determinados lugares.<\/p>\n<p>J\u00e1 a produtora musical, Luana Hansen, classifica essas pessoas como cidad\u00e3os que fazem o papel do politicamente correto. &#8220;As pessoas n\u00e3o chamavam mais ningu\u00e9m de negro, de gordo, de veado, pois ficavam com medo de expor. Passado esse per\u00edodo do politicamente correto, a gente voltou a intoler\u00e2ncia. Na verdade, a gente sempre foi tolerado. A gente nunca foi respeitado&#8221;, avalia.<\/p>\n<p>O pesquisador Anderson Maciel, que tamb\u00e9m atua como educador e possui um trabalho de base importante com a\u00e7\u00f5es cultural desenvolvidas pelo Coletivo Cultural Sankofa, da zona leste de S\u00e3o Paulo, acredita que a arte tem um papel fundamental nas periferias para criar espa\u00e7o de afeto e resist\u00eancia pol\u00edtica. &#8220;O trabalho nas bordas \u00e9 importante. De norte a sul e de leste a oeste tem bastante grupos que j\u00e1 conseguem fortalecer essa quest\u00e3o de nos sentirmos acolhidos, bem recebidos, fortalecidos e representados culturalmente.&#8221;<\/p>\n<p>De olho no atual momento pol\u00edtico, o pesquisador destaca que haver\u00e1 ainda mais luta. &#8220;Por mais que esse seja um governo bem dif\u00edcil, a luta e a resist\u00eancia vai ser ainda maior. Se construiu muito conhecimento, articula\u00e7\u00e3o e empoderamento com a popula\u00e7\u00e3o LBGT. Agora as pessoas v\u00e3o colocar a m\u00e3o na massa de verdade, mais do que j\u00e1 estavam fazendo antes.&#8221;<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"quotes\">\n<blockquote class=\"eb-quote style-minimalbox\"><p><i>Esta reportagem faz parte do projeto #NoCentroDaPauta, uma realiza\u00e7\u00e3o dos coletivos Alma Preta, Casa no Meio do Mundo, Desenrola e N\u00e3o me Enrola, Imargem, Historiorama, Periferia em Movimento e TV Graja\u00fa, com patroc\u00ednio da Funda\u00e7\u00e3o Tide Setubal.<\/i><\/p>\n<p><i>Cerca de 30 reportagens ser\u00e3o publicadas at\u00e9 o final de outubro com assuntos de interesses da popula\u00e7\u00e3o das periferias de S\u00e3o Paulo em ano eleitoral. Acompanhe os sites e as redes sociais dos coletivos e n\u00e3o perca nada!<\/i><\/p>\n<p><cite><\/cite><\/p><\/blockquote>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O simples ato de circular pelas ruas, andando a p\u00e9, utilizando um aplicativo de mobilidade ou transporte p\u00fablico apresenta uma s\u00e9rie de situa\u00e7\u00f5es de conflito que envolve a popula\u00e7\u00e3o LGBT. 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Desde 2017, caminha e constr\u00f3i junto com o Desenrola no campo da comunica\u00e7\u00e3o perif\u00e9rica e de quebrada."},{"term_id":73,"user_id":7,"is_guest":0,"slug":"ronaldo-comunicacaogmail-com","display_name":"Ronaldo Matos","avatar_url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/d5c023cdb350cc81d5a42963af328e5ef634d2fff49293bcebb933eaf78d5961?s=96&d=mm&r=g","first_name":"Ronaldo","last_name":"Matos","user_url":"http:\/\/","job_title":"","description":"<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/ronaldo.matosilva\"><i><\/i> \/ronaldo.matosilva<\/a>\r\n<a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/ronaldomatosjor\/\"><i> <\/i> @ronaldomatosjor<\/a>\r\nApreciador do direito de imaginar, criar, pesquisar e refletir, Ronaldo Matos \u00e9 jornalista e educador. Ele \u00e9 co-fundador e editor do Desenrola e N\u00e3o Me Enrola. Influenciado pela cultura Hip Hop e a Filosofia, o morador do Jardim \u00c2ngela vive a quebrada como uma plataforma urbana de conhecimento, para compreender e questionar o que \u00e9 periferia. Em busca da sua ancestralidade, uma de suas principais paix\u00f5es \u00e9 promover interc\u00e2mbios pol\u00edticos e culturais com comunidades tradicionais."},{"term_id":796,"user_id":9,"is_guest":0,"slug":"thaisdoladodeca-com-br","display_name":"Thais Siqueira","avatar_url":{"url":"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/WhatsApp-Image-2024-07-24-at-18.28.49.jpeg","url2x":"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/WhatsApp-Image-2024-07-24-at-18.28.49.jpeg"},"first_name":"Thais","last_name":"Siqueira","user_url":"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/","job_title":"","description":"<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/thais.siqueira.14811\"><i><\/i> \/thais.siqueira.14811<\/a>\r\n<a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/thaisiqueira.ths\/\"><i> <\/i> @thaisiqueira.ths<\/a>\r\nMoradora do Jardim \u00c2ngela, zona sul de S\u00e3o Paulo, Thais Siqueira \u00e9 jornalista, educadora, articuladora sociocultural e integra a Rede Jornalista das Periferias. Ela \u00e9 co-fundadora do Desenrola E N\u00e3o Me Enrola. Uma das suas principais motiva\u00e7\u00f5es \u00e9 criar espa\u00e7os de reflex\u00e3o e valoriza\u00e7\u00e3o das pot\u00eancias da juventude perif\u00e9rica e do campo do jornalismo das periferias. 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