
{"id":2575,"date":"2022-08-15T13:00:33","date_gmt":"2022-08-15T16:00:33","guid":{"rendered":"https:\/\/beta.desenrolaenaomenrola.com.br\/2022\/08\/15\/efeitos-da-covid-19-a-maioria-dos-analfabetos-sao-negros\/"},"modified":"2024-06-29T21:04:03","modified_gmt":"2024-06-30T00:04:03","slug":"efeitos-da-covid-19-a-maioria-dos-analfabetos-sao-negros","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/colunas\/efeitos-da-covid-19-a-maioria-dos-analfabetos-sao-negros\/","title":{"rendered":"Efeitos da covid-19: a maioria dos analfabetos s\u00e3o negros"},"content":{"rendered":"<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"text\">\n<p>Considerando que no Brasil &#8220;pardos&#8221; s\u00e3o compreendidos como negros, o n\u00famero de analfabetos superaria grosseiramente os 50% entre crian\u00e7as negras brasileiras.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"readmore\"><\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"image\" style=\"text-align: center;\">\n<div class=\"eb-image style-clear\">\n<div class=\"eb-image-figure is-responsive\">\n<p>\t\t\t\t<a class=\"eb-image-viewport eb-image-popup-button\" href=\"images\/p\/1123\/IMG_20201229_111013972_HDR.jpg\" title=\"Entrega de kits de livros e brinquedos para crian\u00e7as, realizado no dia 19 de dezembro de 2020, pelo no dia realizamos no N\u00facleo XI de Agosto, Uneafro Po\u00e1. Foto: Wellington Lopes\"><\/a><\/p>\n<p><a class=\"eb-image-viewport eb-image-popup-button\" href=\"images\/p\/1123\/IMG_20201229_111013972_HDR.jpg\" title=\"Entrega de kits de livros e brinquedos para crian\u00e7as, realizado no dia 19 de dezembro de 2020, pelo no dia realizamos no N\u00facleo XI de Agosto, Uneafro Po\u00e1. Foto: Wellington Lopes\"><br \/>\n<\/a><a class=\"eb-image-viewport eb-image-popup-button\" href=\"images\/p\/1123\/IMG_20201229_111013972_HDR.jpg\" title=\"Entrega de kits de livros e brinquedos para crian\u00e7as, realizado no dia 19 de dezembro de 2020, pelo no dia realizamos no N\u00facleo XI de Agosto, Uneafro Po\u00e1. Foto: Wellington Lopes\">\t\t<\/a><\/p>\n<\/div>\n<div class=\"eb-image-caption\">\n\t\t\t<span>Entrega de kits de livros e brinquedos para crian\u00e7as, realizado no dia 19 de dezembro de 2020, pelo no dia realizamos no N\u00facleo XI de Agosto, Uneafro Po\u00e1. Foto: Wellington Lopes<\/span><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"text\">\n<p><span>Podemos dizer, de certo modo, que a pandemia causada pela COVID-19, inaugurou uma nova era para a humanidade, mas que, principalmente, p\u00f4de revelar e acentuar em grau elevado os problemas mais graves de desigualdades nas sociedades humanas em um flerte perigoso, incidentemente, com o facismo, discursos de \u00f3dio, fundamentalismo e a nega\u00e7\u00e3o da realidade por teorias conspirat\u00f3rias.<\/span><\/p>\n<p>Segundo o Our World in Data <a href=\"https:\/\/github.com\/owid\/covid-19-data\/tree\/master\/public\/data\" class=\"\" title=\"\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><span data-redactor-tag=\"span\" data-verified=\"redactor\" data-redactor-style=\"color: #5EA4F2\" style=\"color: rgb(94, 164, 242);\">COVID-19<\/span><\/a>, houve 6,39 milh\u00f5es de mortes causadas pela doen\u00e7a no mundo. S\u00f3 no Brasil, alcan\u00e7amos a marca de 677 mil mortes, considerando, inclusive, que o n\u00famero pode ser objetivamente maior por conta da subnotifica\u00e7\u00e3o de casos.<\/p>\n<p>Mesmo atingindo o n\u00famero de 95% da popula\u00e7\u00e3o brasileira vacinada, segundo o Minist\u00e9rio da Sa\u00fade, pelo menos com uma dose de vacina contra COVID-19, ainda somos incapazes de mensurar o impacto destrutivo que a pandemia gerou somada aos diversos campos da vida social, econ\u00f4mica, pol\u00edtica e institucional da sociedade brasileira.<\/p>\n<p>O m\u00e9dico e professor de antropologia, da Universidade de Connecticut, Merrill Singer, trouxe \u00e0 luz o conceito de <strong data-redactor-tag=\"strong\" data-verified=\"redactor\"><em data-redactor-tag=\"em\" data-verified=\"redactor\">sindemia<\/em><\/strong>, que significa a colabora\u00e7\u00e3o m\u00fatua entre problemas de sa\u00fade agravados por contextos problem\u00e1ticos socioeconomicamente e \u00e9 o termo que utilizaremos daqui em diante ao falar do per\u00edodo que vivemos.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"heading\">\n<h2>\n\tIsso significa, no contexto da sociedade brasileira, o aprofundamento das desigualdades raciais, de g\u00eanero e classe.<span>&nbsp;<\/span><\/h2>\n<\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"text\">\n<p>Contudo, na tentativa de mensurar impactos, gostar\u00edamos de propor um exerc\u00edcio de reflex\u00e3o em torno de um campo espec\u00edfico: o crescimento da desigualdade educacional na alfabetiza\u00e7\u00e3o de crian\u00e7as durante a extens\u00e3o desse per\u00edodo de sindemia.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"note\">\n<div class=\"alert alert-info\" role=\"alert\">Os dados coletados pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domic\u00edlio Cont\u00ednua (PNAD Cont\u00ednua), demonstram que houve um salto significativo de analfabetismo em crian\u00e7as de idade entre 6 e 7 anos. Saltando de 25,1% (1,4 milh\u00f5es) no ano de 2019, para 40,8% (2,4 milh\u00f5es) em 2021.<span class=\"redactor-invisible-space\"><\/span><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"text\">\n<p><span>Tamb\u00e9m revelam o crescimento absurdo do analfabetismo entre crian\u00e7as pretas e pardas, respectivamente de 28,8% e 28,2% de 2019, para 47,4% e 44,5% em 2021. Considerando que no Brasil &#8220;pardos&#8221; s\u00e3o compreendidos como negros, o n\u00famero superaria grosseiramente os 50% entre crian\u00e7as negras brasileiras.<\/span><\/p>\n<p>J\u00e1 os dados entre crian\u00e7as brancas apontam um crescimento de 20,3% em 2019 para 35,1% em 2021, o que demonstra que o n\u00famero n\u00e3o foi pouco, mas o relat\u00f3rio n\u00e3o considera os dados unificados de pretos e pardos para dimensionar a disparidade racial ainda maior &#8211; o que nos levaria a um n\u00famero maior que 12 pontos percentuais de diferen\u00e7a.&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"note\">\n<div class=\"alert alert-info\" role=\"alert\">De modo geral, o analfabetismo ganhou moradia, obviamente, entre os mais pobres. O aumento foi de 33,6% para 51,0% do ano de 2019 para 2021. J\u00e1 ao se olhar entre os mais ricos, o diferencial foi de 11,4% para 16,6% nos mesmos respectivos anos.<span class=\"redactor-invisible-space\"><\/span><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"text\">\n<p><span>A educa\u00e7\u00e3o no per\u00edodo da inf\u00e2ncia e da adolesc\u00eancia \u00e9, sobretudo nas periferias, o meio pelo qual se desenvolve rela\u00e7\u00f5es de pertencimento social e sociabilidade. \u00c9 onde a crian\u00e7a tem suas primeiras experi\u00eancias sociais fora do n\u00facleo familiar.<\/span><\/p>\n<p>Ent\u00e3o todo ambiente escolar desenvolve uma rede de rela\u00e7\u00f5es que oferta formas de letramento, ou de outra forma, apreens\u00e3o do universo poss\u00edvel que as cercam. O letramento torna-se um exerc\u00edcio de compreens\u00e3o da realidade.<\/p>\n<p>Portanto, a alfabetiza\u00e7\u00e3o ganha novos contornos quando consideramos que ela ocupa um papel mediador entre o processo de letramento sobre o mundo social e a linguagem escrita. \u00c9 uma ferramenta de busca para respostas individuais e coletivas no per\u00edodo escolar.<\/p>\n<p>A identidade assume durante essa fase da inf\u00e2ncia e da adolesc\u00eancia na escola, um aspecto de forma\u00e7\u00e3o, porque \u00e9 nela que se concentra a descoberta de valores morais, \u00e9ticos e culturais que elas assumir\u00e3o ao se perceberem parte de um ou mais grupos (a identidade racial, de g\u00eanero, cultural e de classe) e do todo (a sociedade como um rela\u00e7\u00e3o complexa de redes).<\/p>\n<p>Podemos dizer que a literatura infantojuvenil \u00e9 primordial no desenvolvimento de crian\u00e7as e adolescentes no geral, mas \u00e9 imprecind\u00edvel para crian\u00e7as negras e negros para o autoconhecimento e valoriza\u00e7\u00e3o da cultura afro-brasileira e africana.<\/p>\n<p>Um dos pontos importantes para que isso aconte\u00e7a, al\u00e9m da inser\u00e7\u00e3o de autores negros nos estudos ao longo da vida letiva, \u00e9 a presen\u00e7a de personagens negros nas hist\u00f3rias e est\u00f3rias.&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"heading\">\n<h2>\n\tO avan\u00e7o dos danos na alfabetiza\u00e7\u00e3o durante a sindemia da COVID-19, desafia educadores a enfrentar um cen\u00e1rio de necro-sociabilidade. Onde o combate \u00e0 fome ganha o palco das principais atividades e din\u00e2micas escolares.<span>&nbsp;<\/span><\/h2>\n<\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"text\">\n<p><span>Mas voltando ao tema do acesso a uma literatura negra, a falta de personagens e autores negros, pode trazer para jovens negros a sensa\u00e7\u00e3o de que devem ser de outra forma. Com a ideia, inconsciente, de que para alcan\u00e7ar humanidade e sucesso, devemos ser representados como &#8220;produtos de padroniza\u00e7\u00e3o cultural desse sucesso&#8221;: como pessoas brancas.<\/span><\/p>\n<p>\u00c9 a sensa\u00e7\u00e3o de n\u00e3o pertencimento e de inferioridade, decorrente da falta de acesso ao conhecimento em rela\u00e7\u00e3o a trajet\u00f3ria e a hist\u00f3ria da popula\u00e7\u00e3o afro-brasileira, que pode ser gerada pelos danos \u00e0 educa\u00e7\u00e3o de crian\u00e7as e jovens negros.<\/p>\n<p>Afetando em longo prazo o desenvolvimento e autoconhecimento na fase de transi\u00e7\u00e3o da inf\u00e2ncia para adolesc\u00eancia, e desta para a vida adulta. A busca de si mesmo torna-se a busca pela representa\u00e7\u00e3o do outro.<\/p>\n<p>H\u00e1 um car\u00e1ter colonizador, tamb\u00e9m, na disputa institucional em torno do futuro da educa\u00e7\u00e3o. De um lado a busca pela privatiza\u00e7\u00e3o do ensino e desse mesmo lado uma cruzada contra o que militantes de direita chamam de &#8220;doutrina\u00e7\u00e3o ideol\u00f3gica&#8221;.<\/p>\n<p>Ent\u00e3o, ao dimensionarmos a forma que a sindemia atuou, no modelo que temos de educa\u00e7\u00e3o brasileira, devemos olhar para a forma que \u00e9 realizada o sistema de coopera\u00e7\u00e3o de governan\u00e7a das pol\u00edticas educacionais nos tr\u00eas n\u00edveis federativos: Uni\u00e3o, Estados e Munic\u00edpios.<\/p>\n<p>No momento mais grave da nossa hist\u00f3ria recente, \u00e9 mais do que uma necessidade, torna-se obriga\u00e7\u00e3o p\u00fablica, pactuar um modelo colaborativo de governan\u00e7a do Sistema Nacional de Educa\u00e7\u00e3o (SNE).<\/p>\n<p>O problema \u00e9 que cada rede acaba funcionando como um sistema independente e desvinculado dos outros. Isso acaba n\u00e3o dando clareza \u00e0 responsabilidade de atribui\u00e7\u00f5es a cada n\u00edvel federativo de governo.<\/p>\n<p>Exatamente esse processo nos leva a compreender que a escassez de distribui\u00e7\u00e3o de recursos t\u00e9cnicos e financeiros, leva cada rede a criar estrat\u00e9gias e din\u00e2micas pr\u00f3prias para lidar com os problemas locais.<\/p>\n<p>Inclusive, segundo o Todos pela Educa\u00e7\u00e3o, o Brasil seria mais eficiente na cria\u00e7\u00e3o de solu\u00e7\u00f5es dos problemas gerados pela sindemia na educa\u00e7\u00e3o se pudesse contar com um SNE que melhorasse a governan\u00e7a e a pactua\u00e7\u00e3o das pol\u00edticas educacionais entre os entes da federa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Num momento de avan\u00e7o das desigualdades educacionais, al\u00e9m da cria\u00e7\u00e3o de leis complementares para realizar um processo de pactua\u00e7\u00e3o e a diversifica\u00e7\u00e3o de fundos para educa\u00e7\u00e3o, como o Fundeb, seria imprescind\u00edvel alcan\u00e7armos alguns par\u00e2metros de articula\u00e7\u00e3o m\u00fatua.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"heading\">\n<h2>\n\tMas \u00e9 imposs\u00edvel pensar todo esse processo com as pol\u00edticas para educa\u00e7\u00e3o do atual governo.&nbsp;<span>&nbsp;<\/span><\/h2>\n<\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"text\">\n<p><span>Do enfraquecimento das universidades p\u00fablicas ao incentivo da privatiza\u00e7\u00e3o, n\u00e3o h\u00e1 ponte para um futuro poss\u00edvel com fundamentalistas religiosos e conspiracionistas pensando as esferas de atribui\u00e7\u00f5es federativas da educa\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p>Na fase em que a literatura ganha o seu papel mais importante no espectro do combate ao racismo na educa\u00e7\u00e3o b\u00e1sica, podendo apresentar autores e persogens negros que protagonizem narrativas diversas, enfrentamos um gigantesco d\u00e9ficit educacional.<\/p>\n<p>\u00c9 necess\u00e1rio criar mecanismos de monitoramento e marcos regulat\u00f3rios para pol\u00edticas educacionais &#8220;p\u00f3s-sindemicos&#8221;, que criem um di\u00e1logo permanente e interdependente entre Estados, Munic\u00edpios e Uni\u00e3o.<\/p>\n<p>Isso significaria criar prerrogativas para acompanhar pol\u00edticas de mitiga\u00e7\u00e3o das desigualdades raciais na educa\u00e7\u00e3o b\u00e1sica e em todos os n\u00edveis. Prevendo a aplica\u00e7\u00e3o ampla das Leis 11.645\/2008 e 10.639\/2003, tornando presente a trajet\u00f3ria das popula\u00e7\u00f5es afro-brasileira e ind\u00edgenas nos curr\u00edculos, a forma\u00e7\u00e3o continuada e outros mecanismos educacionais.<\/p>\n<p>Ent\u00e3o como acessar nossas hist\u00f3rias atrav\u00e9s da literatura se n\u00e3o sabemos ler? Como estudar se precisamos de trabalho? Como concentrar-se nos estudos se sentimos fome?<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"note\">\n<div class=\"alert alert-warning\" role=\"alert\">Colabora\u00e7\u00e3o: <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/juliasankofa\/\" title=\"\" class=\"\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><span data-redactor-tag=\"span\" data-verified=\"redactor\" data-redactor-style=\"color: #5EA4F2\" style=\"color: rgb(94, 164, 242);\">Julia de Sousa Lopes Matos<\/span><\/a> , estudante de Licenciatura em Letras no Instituto Singularidades e artista visual.<span class=\"redactor-invisible-space\"><\/span><\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Considerando que no Brasil &#8220;pardos&#8221; s\u00e3o compreendidos como negros, o n\u00famero de analfabetos superaria grosseiramente os 50% entre crian\u00e7as negras brasileiras. 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