
{"id":2439,"date":"2022-06-27T13:00:21","date_gmt":"2022-06-27T16:00:21","guid":{"rendered":"https:\/\/beta.desenrolaenaomenrola.com.br\/2022\/06\/27\/racismo-ambiental-acao-humana-e-ecocidio\/"},"modified":"2024-06-29T21:04:29","modified_gmt":"2024-06-30T00:04:29","slug":"racismo-ambiental-acao-humana-e-ecocidio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/colunas\/racismo-ambiental-acao-humana-e-ecocidio\/","title":{"rendered":"Racismo ambiental: a\u00e7\u00e3o humana e ecoc\u00eddio"},"content":{"rendered":"<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"text\">\n<p>O pilar de todo esse debate \u00e9: as altera\u00e7\u00f5es do clima, o ecoc\u00eddio, a degrada\u00e7\u00e3o ambiental e o racismo s\u00e3o operados por poucos grupos, pela elite econ\u00f4mica e frequentemente por pessoas brancas. Cabe a quem luta pela vida adiar o fim do mundo.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"readmore\"><\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"image\" style=\"text-align: center;\">\n<div class=\"eb-image style-clear\">\n<div class=\"eb-image-figure is-responsive\">\n<p>\t\t\t\t<a class=\"eb-image-viewport eb-image-popup-button\" href=\"images\/p\/1090\/Encontro-realizado-pela-UNEafro-Brasil-no-Quilombo-de-Ivapurunduva-no-Vale-do-Paranaba-SP-29-de-fevereiro-de-2020Foto-Tiago-Fernandes.jpeg\" title=\"Encontro realizado pela UNEafro Brasil, no Quilombo de Ivapurunduva, no Vale do Parana\u00edba (SP), 29 de fevereiro de 2020. Foto: Tiago Fernandes.\"><\/a><\/p>\n<p><a class=\"eb-image-viewport eb-image-popup-button\" href=\"images\/p\/1090\/Encontro-realizado-pela-UNEafro-Brasil-no-Quilombo-de-Ivapurunduva-no-Vale-do-Paranaba-SP-29-de-fevereiro-de-2020Foto-Tiago-Fernandes.jpeg\" title=\"Encontro realizado pela UNEafro Brasil, no Quilombo de Ivapurunduva, no Vale do Parana\u00edba (SP), 29 de fevereiro de 2020. Foto: Tiago Fernandes.\"><br \/>\n<\/a><a class=\"eb-image-viewport eb-image-popup-button\" href=\"images\/p\/1090\/Encontro-realizado-pela-UNEafro-Brasil-no-Quilombo-de-Ivapurunduva-no-Vale-do-Paranaba-SP-29-de-fevereiro-de-2020Foto-Tiago-Fernandes.jpeg\" title=\"Encontro realizado pela UNEafro Brasil, no Quilombo de Ivapurunduva, no Vale do Parana\u00edba (SP), 29 de fevereiro de 2020. Foto: Tiago Fernandes.\">\t\t<\/a><\/p>\n<\/div>\n<div class=\"eb-image-caption\">\n\t\t\t<span>Encontro realizado pela UNEafro Brasil, no Quilombo de Ivapurunduva, no Vale do Parana\u00edba (SP), 29 de fevereiro de 2020. Foto: Tiago Fernandes.<\/span><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"text\">\n<p><span>Nas periferias urbanas e nas terras de povos ind\u00edgenas e quilombolas, habita\u00e7\u00e3o, segrega\u00e7\u00e3o e racismo ambiental ensaiam juntas formas que disciplinam o comportamento e as rela\u00e7\u00f5es humanas, para, assim, absorver \u00e0s viola\u00e7\u00f5es de direitos humanos como express\u00f5es &#8220;naturais&#8221; da experi\u00eancia de viver nas periferias urbanas e rurais, da vida favelada e em \u00e1reas de conflito &#8211; ou em estado de &#8220;saque&#8221; de recursos naturais.<\/span><\/p>\n<p>A linha imagin\u00e1ria que cria uma separa\u00e7\u00e3o entre natureza e progresso imp\u00f5e uma perspectiva de dualidade como se de um lado estivesse a defesa de uma &#8220;vida selvagem&#8221; e do outro o desenvolvimento econ\u00f4mico e &#8220;civilizat\u00f3rio&#8221;. De um lado um &#8220;passado primitivo&#8221; e do outro a obsess\u00e3o por uma &#8220;liberdade&#8221; que atua como rolo compressor de qualquer forma de solidariedade popular, coletiva e de bem viver.<\/p>\n<p>Nos termos do significado das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, elas apontam que o que est\u00e1 ocorrendo \u00e9 que o aumento da temperatura global apresenta efeitos nocivos para todo tipo de ecossistema, para toda a vida humana e organismos vivos do planeta.<\/p>\n<p>Na pr\u00e1tica, as altera\u00e7\u00f5es do clima acontecem por uma bateria de problemas. O mais conhecido deles \u00e9 a emiss\u00e3o de gases do efeito estufa, que concentram em um n\u00edvel acelerado, gases na atmosfera (CO\u00b2, CH\u00b2, N\u00b2O, etc.), impedindo que o calor recebido pelo sol seja expelido e isso aumenta a temperatura do planeta.<\/p>\n<p>Mas a ess\u00eancia do problema est\u00e1 nas din\u00e2micas de rela\u00e7\u00f5es humanas baseadas no lucro, no poder e no exterm\u00ednio. H\u00e1 um debate sobre justi\u00e7a clim\u00e1tica que prop\u00f5e uma reflex\u00e3o que nos provoca a medir o papel dos respons\u00e1veis pelos impactos ambientais.<\/p>\n<p>Isso nos implica pensar que os conflitos humanos s\u00e3o capazes de produzir altera\u00e7\u00f5es significativas de degrada\u00e7\u00e3o ambiental. Neste caso, h\u00e1 uma s\u00e9rie de prerrogativas de &#8220;regula\u00e7\u00e3o&#8221; internacional de opera\u00e7\u00f5es militares em conflitos que v\u00e3o do uso de armas qu\u00edmicas a testes de ogivas nucleares.<\/p>\n<p>Entretanto, por mais que existam prerrogativas ratificadas em pactos internacionais, de naturezas distintas em certo grau, a quest\u00e3o fundamental que pesa sobre as medidas de mitiga\u00e7\u00e3o dos crimes ambientais, \u00e9 a responsabilidade dos Estados na participa\u00e7\u00e3o, coniv\u00eancia e promo\u00e7\u00e3o das pr\u00e1ticas de degrada\u00e7\u00e3o ambiental.<\/p>\n<p>Na discuss\u00e3o sobre justi\u00e7a clim\u00e1tica, o entrecruzamento de conflitos e a busca pelo controle territorial para o controle da explora\u00e7\u00e3o, extra\u00e7\u00e3o e distribui\u00e7\u00e3o dos recursos naturais \u00e9 um componente do que podemos chamar de ecoc\u00eddio ou racismo ambiental.<\/p>\n<p>Se h\u00e1 um consenso nos organismos internacionais \u00e9 o de que cada Estado tem sua autonomia para criar jurisdi\u00e7\u00f5es pr\u00f3prias na penaliza\u00e7\u00e3o de crimes ambientais. Todavia, isso acontece porque na pr\u00e1tica n\u00e3o h\u00e1 nenhum mecanismo internacional capaz de penalizar Estados (o que acarretaria em san\u00e7\u00f5es contra a sua sociedade civil como um todo), sendo assim, a quest\u00e3o se volta para a responsabilidade dos indiv\u00edduos.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"quotes\">\n<blockquote class=\"eb-quote style-default\"><p>&#8220;\u00c9 a porta de entrada para v\u00e1rias formas de a\u00e7\u00f5es e organiza\u00e7\u00f5es criminosas: da mil\u00edcia ao narcotr\u00e1fico; da grilagem ao desmatamento; do uso de agrot\u00f3xicos ao trabalho escravo.&#8221;<\/p>\n<p><cite><\/cite><\/p><\/blockquote>\n<\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"heading\">\n<h2>\u00c9 aqui que nosso problema ganha cor, rosto e identidades pr\u00f3prias.<\/h2>\n<\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"text\">\n<p><span>Mas antes de se voltar especificamente para o caso brasileiro, vale elencar algumas formas de degrada\u00e7\u00e3o ambiental causadas pelo conflito, que podem mudar todo um ecossistema ou destruir biomas.<\/span><\/p>\n<p>Na guerra do Iraque durante os anos 90, as tropas de Saddam Hussein acabaram com os p\u00e2ntanos da Mesopot\u00e2mia, como retalia\u00e7\u00e3o h\u00e1 uma revolta xiita. Com isso, destru\u00edram todo um ecossistema, e neste caso, o maior de terras \u00famidas do Oriente M\u00e9dio.<\/p>\n<p>Na Rep\u00fablica Democr\u00e1tica do Congo, em que a guerra civil, na d\u00e9cada de 90, trouxe dramaticamente conflitos sangrentos, fez com que a busca por alimento se voltasse a esp\u00e9cies de animais selvagens e silvestres e, como efeito, reduzisse drasticamente sua popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O ataque norte-americano na Guerra do Vietn\u00e3 (1961-1971), com o uso da arma qu\u00edmica conhecida como Agente Laranja. Espalharam milh\u00f5es de litros de herbicida que causaram a perda da biodiversidade do ecossistema da floresta, al\u00e9m de causar graves doen\u00e7as na popula\u00e7\u00e3o local como c\u00e2ncer, danos neurol\u00f3gicos, \u00falcera e outras.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"heading\">\n<h2>Ent\u00e3o, agora que compreendemos que degrada\u00e7\u00e3o ambiental \u00e9 algo mais amplo do que apenas \u00e0s emiss\u00f5es de gases causados pelo setor energ\u00e9tico e de transporte, vamos considerar o caso brasileiro.<span>&nbsp;<\/span><\/h2>\n<\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"text\">\n<p><span>Segundo dados do Climate Watch, considerando os principais pa\u00edses que produzem gases do efeito estufa entre 1990 e 2019, o Brasil marca seu lugar na 6\u00b0 posi\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p>Diferente de China e EUA que figuram na lideran\u00e7a do ranking, a principal fonte de emiss\u00e3o de gases no nosso pa\u00eds n\u00e3o est\u00e1 na manufatura e transporte, mas, sim, no modelo econ\u00f4mico baseado no agroneg\u00f3cio.<\/p>\n<p>Para al\u00e9m do modelo econ\u00f4mico, o agroneg\u00f3cio imp\u00f5e um modelo de necro-sociabilidade, aceitando todo tipo de forma de viol\u00eancia e\/ou pol\u00edtica. \u00c9 a porta de entrada para v\u00e1rias formas de a\u00e7\u00f5es e organiza\u00e7\u00f5es criminosas: da mil\u00edcia ao narcotr\u00e1fico; da grilagem ao desmatamento; do uso de agrot\u00f3xicos ao trabalho escravo.<\/p>\n<p>S\u00f3 no per\u00edodo entre 2016 e 2017 cresceu 350% os assassinatos contra quilombolas, demonstram os dados do relat\u00f3rio &#8220;Racismo e viol\u00eancia contra quilombos no Brasil&#8221;. Impulsionados por ondas de grilagem de terras ou extrativistas ilegais em \u00e1reas de preserva\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O mesmo problema se reflete com os povos ind\u00edgenas. O caso mais recente do desaparecimento do indigenista Bruno Pereira e o jornalista Dom Philips, no Vale do Javar\u00ed, regi\u00e3o de terras ind\u00edgenas, expuseram a brutalidade da viol\u00eancia com base na defesa dos territ\u00f3rios.<\/p>\n<p>S\u00e3o os casos da morte do l\u00edder quilombola Edvaldo Pereira, na comunidade do Jacarezinho, Maranh\u00e3o, que lutava contra as invas\u00f5es do plantio de soja em seu territ\u00f3rio e da menina Yanomami morta e estuprada por garimpeiros, na comunidade de Ara\u00e7\u00e1, regi\u00e3o de Uraricoera, em Roraima.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"heading\">\n<h3>\n\tVoltamos na quest\u00e3o b\u00e1sica, como responsabilizar quem comete crimes ambientais?<span>&nbsp;<\/span><\/h3>\n<\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"text\">\n<p>Temos um desafio, principalmente, quando s\u00e3o os principais interessados na promo\u00e7\u00e3o do racismo ambiental, do ecoc\u00eddio e na degrada\u00e7\u00e3o que legislam ou s\u00e3o frente de defini\u00e7\u00e3o dos temas relacionados ao meio ambiente.<\/p>\n<p>\u00c9 o caso do Deputado Federal Ricardo Barros, l\u00edder do governo na C\u00e2mara, que segundo o Brasil de Fato, \u00e9 s\u00f3cio de uma empresa de minera\u00e7\u00e3o no Par\u00e1, e aprovou com urg\u00eancia o PL 191, que libera minera\u00e7\u00e3o em terras ind\u00edgenas.<\/p>\n<p>Por \u00faltimo, o Minist\u00e9rio P\u00fablico do Rio de Janeiro apontou em investiga\u00e7\u00f5es que o gabinete de Fl\u00e1vio Bolsonaro, na Assembl\u00e9ia Legislativa, teria financiado atrav\u00e9s de rachadinhas constru\u00e7\u00f5es de edif\u00edcios irregulares junto com a mil\u00edcia. Constru\u00e7\u00f5es irregulares que oferecem risco aos moradores e criam uma diversidade de lixo ambiental.<\/p>\n<p>Esse texto n\u00e3o oferece respostas objetivas para o problema da Crise Clim\u00e1tica e os seus impactos ambientais, tamb\u00e9m h\u00e1 muitos aspectos dos seus efeitos n\u00e3o descritos.<\/p>\n<p>Sobretudo, o pilar de todo esse debate \u00e9: as altera\u00e7\u00f5es do clima, o ecoc\u00eddio, a degrada\u00e7\u00e3o ambiental e o racismo s\u00e3o operados por poucos grupos, pela elite econ\u00f4mica e frequentemente por pessoas brancas, cabe a quem luta pela vida adiar o fim do mundo.<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O pilar de todo esse debate \u00e9: as altera\u00e7\u00f5es do clima, o ecoc\u00eddio, a degrada\u00e7\u00e3o ambiental e o racismo s\u00e3o operados por poucos grupos, pela elite econ\u00f4mica e frequentemente por pessoas brancas. Cabe a quem luta pela vida adiar o fim do mundo. 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Tamb\u00e9m atua como pesquisador, articulador pol\u00edtico no Instituto de Refer\u00eancia Negra Peregum e comp\u00f5e a Coordena\u00e7\u00e3o Colegiada do AfroPresen\u00e7a. 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