
{"id":2424,"date":"2022-06-09T21:56:38","date_gmt":"2022-06-10T00:56:38","guid":{"rendered":"https:\/\/beta.desenrolaenaomenrola.com.br\/2022\/06\/09\/acima-de-tudo-eu-luto-afirma-cassis-guarinicara-mae-artista-e-indigena\/"},"modified":"2024-06-29T21:04:35","modified_gmt":"2024-06-30T00:04:35","slug":"acima-de-tudo-eu-luto-afirma-cassis-guarinicara-mae-artista-e-indigena","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/raizes-perifericas\/acima-de-tudo-eu-luto-afirma-cassis-guarinicara-mae-artista-e-indigena\/","title":{"rendered":"\u201cAcima de tudo eu luto\u201d, afirma Cassis Guarini\u00e7ara, m\u00e3e, artista e ind\u00edgena"},"content":{"rendered":"<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"text\">\n<p>Criador de uma rede de servi\u00e7os que emprega pessoas marginalizadas pela sociedade,&nbsp;<span>Cassis conta sobre os processos de reafirma\u00e7\u00e3o da sua identidade.<\/span><\/p>\n<\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"readmore\"><\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"text\">\n<p><span>Nascido no Graja\u00fa, zona sul de S\u00e3o Paulo, Cassis Guarini\u00e7ara, 28, \u00e9 multiartista, pessoa trans n\u00e3o bin\u00e1ria e atuante na luta pelos direitos dos povos origin\u00e1rios. O artista faz parte de uma associa\u00e7\u00e3o multi\u00e9tnica denominada &#8220;Wyka Kwara&#8221;, que re\u00fane ind\u00edgenas de todo o pa\u00eds.<\/span><\/p>\n<p>Pertencente do povo Kariri Xoc\u00f3, origin\u00e1rio da Bahia, Cassis conta que sua ancestralidade veio por parte do pai, Claudemiro Correia e dos av\u00f4s paternos, Maria Damiana e Agustinho Correia.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"quotes\">\n<blockquote class=\"eb-quote style-default\"><p>A oralidade, cultura e ancestralidade sempre foram presentes dentro da minha cria\u00e7\u00e3o. A consequ\u00eancia da coloniza\u00e7\u00e3o \u00e9 estar em contexto urbano, mas o ind\u00edgena, ele \u00e9 ind\u00edgena em qualquer espa\u00e7o, onde quer que ele esteja<\/p>\n<p><cite>expressa&nbsp;Cassis, sobre a rela\u00e7\u00e3o com a fam\u00edlia e origem.<\/cite><\/p><\/blockquote>\n<\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"text\">\n<p>Em 2014, ano em que passou a morar em uma ocupa\u00e7\u00e3o art\u00edstica, Cassis se conectou com diversas viv\u00eancias e aprendizados, per\u00edodo que se desenvolveu como arte educador, performista e artista de rua.&#8221;Fui passar uns dias e acabei fazendo uma resid\u00eancia art\u00edstica de 5 anos&#8221;, diz o artista sobre a sua mudan\u00e7a para ocupa\u00e7\u00e3o Ouvidor 63, localizada no centro de S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p>Na ocupa\u00e7\u00e3o, que abriga mais de 120 artistas, mulheres, m\u00e3es, pais, travestis e ind\u00edgenas, Cassis ajudava&nbsp;nas obras que o pr\u00e9dio antigo necessitava, pois executava esse trabalho desde crian\u00e7a com seu pai, Claudemiro, que \u00e9 mestre de obras.<\/p>\n<p>Foi a partir dessa viv\u00eancia que em 2020, o artista teve a ideia de fazer uma postagem no Facebook, em um grupo de mulheres, oferecendo servi\u00e7os de reparos e obras, como pinturas. Com a demanda de trabalhos que apareceram, Cassis come\u00e7ou a recrutar os moradores para as reformas e criou uma rede de &#8220;esposas de aluguel&#8221;.&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"image\" style=\"text-align: center;\">\n<div class=\"eb-image style-clear\">\n<div class=\"eb-image-figure is-responsive\">\n<p>\t\t\t\t\t<a class=\"eb-image-viewport\"><br \/>\n<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/b2ap3_medium_WhatsApp-Image-2022-03-30-at-11.00.50-2.jpeg\"><br \/>\n<\/a><\/p>\n<\/div>\n<div class=\"eb-image-caption\">\n\t\t\t<span>Ap\u00f3s a divulga\u00e7\u00e3o de seu trabalho no grupo &#8220;Feministrampos&#8221; muitas pessoas o procuraram para servi\u00e7os de manuten\u00e7\u00f5es e reparos.&nbsp;Foto: arquivo pessoal<\/span><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"text\">\n<p>&#8220;\u00c9 uma rede de forma\u00e7\u00e3o. Hoje, eu consigo formar profissionais que s\u00e3o pessoas racializadas, travestis, pais, ind\u00edgenas, negras e essas pessoas acabam oferecendo seus pr\u00f3prios servi\u00e7os e n\u00e3o ficam dependentes de mim. Fa\u00e7o parte de um coletivo que me ajuda muito nisso, que \u00e9 o <span data-redactor-tag=\"span\" data-verified=\"redactor\" data-redactor-style=\"color: #0a79e9\" style=\"color: rgb(10, 121, 233);\">&#8216;Colabirito<\/span>&#8220;, relata.<\/p>\n<p>Hoje a rede \u00e9 uma das frentes de trabalho do Cassis, sendo sua principal fonte de renda, mas as demandas de obras variam conforme o m\u00eas, fazendo com que ele precise combinar outras atua\u00e7\u00f5es, como arte educador e tamb\u00e9m com malabarismo no farol.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"heading\">\n<h2>\n\tIdentidade&nbsp;<span>&nbsp;<\/span><\/h2>\n<\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"text\">\n<p>Para Cassis, ser ind\u00edgena e viver em uma capital metropolitana \u00e9 um desafio diante dos preconceitos que ele j\u00e1 passou e est\u00e3o ligados \u00e0 coloniza\u00e7\u00e3o e ao embranquecimento.<\/p>\n<p>&#8220;Pelo que eu sinto ocupando esse espa\u00e7o \u00e9 que s\u00f3 tem dois lados: ou voc\u00ea \u00e9 visto como ind\u00edgena na cidade s\u00f3 se voc\u00ea estiver com adornos, ou voc\u00ea estuda e cria uma articula\u00e7\u00e3o pol\u00edtica para poder discutir sem reproduzir preconceitos&#8221;, diz.<\/p>\n<p>Junto com a <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/associacaowykakwara\/?hl=pt\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Associa\u00e7\u00e3o Wyka Kwara<\/a>, Cassis esteve no Acampamento Terra Livre 2022, em Bras\u00edlia, que reuniu mais de 7 mil ind\u00edgenas de todo o pa\u00eds para debater temas como demarca\u00e7\u00e3o de territ\u00f3rios, prote\u00e7\u00e3o contra invasores, interrup\u00e7\u00e3o da agenda anti-ind\u00edgena e pol\u00edticas de preserva\u00e7\u00e3o ambiental.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"image\" style=\"text-align: center;\">\n<div class=\"eb-image style-clear\">\n<div class=\"eb-image-figure is-responsive\">\n<p>\t\t\t\t\t<a class=\"eb-image-viewport\"><br \/>\n<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/b2ap3_large_WhatsApp-Image-2022-04-15-at-15.06.0_20220609-220135_1.jpeg\"><br \/>\n<\/a><\/p>\n<\/div>\n<div class=\"eb-image-caption\">\n\t\t\t<span>Foto: Ellen Lima Wassu<\/span><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"text\">\n<p>&#8220;N\u00f3s fomos pro movimento porque \u00e9 um dever dos povos origin\u00e1rios. Eu fui como representante da coordena\u00e7\u00e3o de comunica\u00e7\u00e3o e acolhimento. Eu fui pra aprender, pra articular e fazer la\u00e7os. Foi muito importante&#8221;, relata sobre a experi\u00eancia no acampamento.<\/p>\n<p>Atualmente, convivendo com pessoas ind\u00edgenas e n\u00e3o ind\u00edgenas, a situa\u00e7\u00e3o mais marcante que ele passou foi durante o processo da vacina\u00e7\u00e3o contra a covid-19. Por ser ind\u00edgena e sofrer de fal\u00eancia renal, se dirigiu para tomar a primeira dose da vacina e foi questionado por uma funcion\u00e1ria para saber se era mesmo &#8220;\u00edndia&#8221; e se havia algum documento que comprovasse sua &#8220;tribo&#8221;.<\/p>\n<p>&#8220;Primeiro eu falei que &#8216;\u00edndia&#8217; n\u00e3o existia, que \u00edndia tava na \u00cdndia. S\u00f3 que tendo uma forma\u00e7\u00e3o pol\u00edtica eu fui e conversei com ela: &#8216;olha, por lei, voc\u00ea n\u00e3o pode me pedir documento que prove etnia ou ra\u00e7a, mas t\u00e1 aqui a minha carteira da associa\u00e7\u00e3o com reconhecimento e voc\u00ea pode tamb\u00e9m ir l\u00e1 consultar o meu cadastro no SUS e ver que eu estou cadastrado desde sempre como pessoa ind\u00edgena'&#8221;, argumenta.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"image\" style=\"text-align: center;\">\n<div class=\"eb-image style-clear\">\n<div class=\"eb-image-figure is-responsive\">\n<p>\t\t\t\t\t<a class=\"eb-image-viewport\"><br \/>\n<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/b2ap3_medium_WhatsApp-Image-2022-04-15-at-15.06.03-_20220609-220213_1.jpeg\"><br \/>\n<\/a><\/p>\n<\/div>\n<div class=\"eb-image-caption\">\n\t\t\t<span>Foto: Ellen Lima Wassu<\/span><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"text\">\n<p>Ap\u00f3s essa situa\u00e7\u00e3o, Cassis conta que os advogados da Associa\u00e7\u00e3o Wyka Kwara come\u00e7aram a elaborar um documento para a apresenta\u00e7\u00e3o no momento da vacina\u00e7\u00e3o, pois outros ind\u00edgenas em Bel\u00e9m do Par\u00e1 estavam passando pela mesma situa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"quotes\">\n<blockquote class=\"eb-quote style-default\"><p>Por mais que tenha sido uma experi\u00eancia dolorosa, foi muito importante fazer parte desse processo, pois n\u00f3s conseguimos mandar para outros estados e fazer essa ponte, porque existem ind\u00edgenas em zonas rurais, em quilombos, e muitas as organiza\u00e7\u00f5es nacionais ind\u00edgenas aqui do Brasil n\u00e3o os reconhecem<\/p>\n<p><cite>conta.<\/cite><\/p><\/blockquote>\n<\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"image\" style=\"text-align: center;\">\n<div class=\"eb-image style-clear\">\n<div class=\"eb-image-figure is-responsive\">\n<p>\t\t\t\t\t<a class=\"eb-image-viewport\"><br \/>\n<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/b2ap3_medium_WhatsApp-Image-2022-04-15-at-15.06.03-1.jpeg\"><br \/>\n<\/a><\/p>\n<\/div>\n<div class=\"eb-image-caption\">\n\t\t\t<span>Cassis durante o&nbsp;Acampamento Terra Livre 2022, em Bras\u00edlia, que reuniu&nbsp;ind\u00edgenas de todo o pa\u00eds.&nbsp;Foto:&nbsp;Ellen Lima Wassu<\/span><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"text\">\n<p>A afirma\u00e7\u00e3o como pessoa trans n\u00e3o bin\u00e1rio tamb\u00e9m foi dolorido, pois conta que foi um processo de n\u00e3o reconhecimento durante certo per\u00edodo: &#8220;Eu cresci acreditando que eu era bissexual e depois l\u00e9sbica. Com 16 anos eu me entendia como pansexual e entendi que a minha rela\u00e7\u00e3o sempre foi com pessoas&#8221;, afirma.<\/p>\n<p>&#8220;Hoje eu me entendo como trans n\u00e3o bin\u00e1rio pang\u00eanero. Ou seja, eu me relaciono com pessoas e eu sou contra bin\u00e1rio, tendo v\u00e1rios g\u00eaneros. Um dia eu performo feminilidade, outro dia eu posso ser andr\u00f3geno, no outro dia eu posso performar uma figura masculina&#8221;, conta Cassis sobre os processos que vem identificado h\u00e1 4 anos e que segundo ele, envolve terapia e conversas com pessoas trans que passaram pelas mesmas experi\u00eancias.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"quotes\">\n<blockquote class=\"eb-quote style-default\"><p>A gente tem uma figura estereotipada do corpo trans e eu penso que eu n\u00e3o preciso performar uma masculinidade ou uma feminilidade pra ser entendido, n\u00e9?<\/p>\n<p><cite>afirma.<\/cite><\/p><\/blockquote>\n<\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"text\">\n<p>Entre trabalhos como arte educador, com a rede que criou de &#8220;esposas de aluguel&#8221;, atuante pela defesa dos povos origin\u00e1rios, Cassis ainda precisa reafirmar a sua exist\u00eancia. &#8220;\u00c9 realmente muito dif\u00edcil. Mas eu resisto como m\u00e3e, como pessoa perif\u00e9rica, como indigenia. Eu resisto para ter uma moradia e para ter um prato de comida. E luto, acima de tudo eu luto&#8221;, finaliza.<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Criador de uma rede de servi\u00e7os que emprega pessoas marginalizadas pela sociedade,&nbsp;Cassis conta sobre os processos de reafirma\u00e7\u00e3o da sua identidade. Nascido no Graja\u00fa, zona sul de S\u00e3o Paulo, Cassis Guarini\u00e7ara, 28, \u00e9 multiartista, pessoa trans n\u00e3o bin\u00e1ria e atuante na luta pelos direitos dos povos origin\u00e1rios. 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Desde a inf\u00e2ncia \u00e9 apaixonada por pessoas e hist\u00f3rias. Trabalha com produ\u00e7\u00e3o de TV desde 2017 e jornalismo comunit\u00e1rio desde 2018, quando se formou em Pr\u00e1ticas Jornal\u00edsticas nas Periferias pelo programa Voc\u00ea Rep\u00f3rter da Periferia."}],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2424","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/23"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2424"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2424\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3087,"href":"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2424\/revisions\/3087"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2419"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2424"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2424"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2424"},{"taxonomy":"author","embeddable":true,"href":"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/ppma_author?post=2424"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}