
{"id":2153,"date":"2022-03-11T13:56:59","date_gmt":"2022-03-11T16:56:59","guid":{"rendered":"https:\/\/beta.desenrolaenaomenrola.com.br\/2022\/03\/11\/tear-poesia-registra-memoria-ancestral-de-mulheres-negras-e-indigenas-na-arte-de-bordar-nas-periferias\/"},"modified":"2024-06-29T21:05:56","modified_gmt":"2024-06-30T00:05:56","slug":"tear-poesia-registra-memoria-ancestral-de-mulheres-negras-e-indigenas-na-arte-de-bordar-nas-periferias","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/territorios-criativos\/tear-poesia-registra-memoria-ancestral-de-mulheres-negras-e-indigenas-na-arte-de-bordar-nas-periferias\/","title":{"rendered":"Tear e Poesia registra mem\u00f3ria ancestral de mulheres negras e ind\u00edgenas na arte de bordar nas periferias"},"content":{"rendered":"<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"text\">\n<p><em data-redactor-tag=\"em\">Al\u00e9m de promover um pensamento decolonial sobre a cultura do bordado que atravessa continentes e territ\u00f3rios de povos ind\u00edgenas e africanos, a publica\u00e7\u00e3o impressa tem distribui\u00e7\u00e3o gratuita e est\u00e1 dispon\u00edvel em portugu\u00eas, yorub\u00e1 e espanhol. <\/em>&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"readmore\"><\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"image\" style=\"text-align: center;\">\n<div class=\"eb-image style-clear\">\n<div class=\"eb-image-figure is-responsive\">\n<p>\t\t\t\t\t<a class=\"eb-image-viewport\"><\/a><\/p>\n<p><a class=\"eb-image-viewport\"><br \/>\n<\/a><a class=\"eb-image-viewport\">\t\t<\/a><\/p>\n<\/div>\n<div class=\"eb-image-caption\">\n\t\t\t<span>Atividade de bordado realizado em 2019\/Foto: Divulga\u00e7\u00e3o Tear&amp;Poesia<\/span><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"text\">\n<p>Ancestralidade africana, ind\u00edgena e a cultura do bordado s\u00e3o temas de relatos hist\u00f3ricos, poesias e fotografias que fazem parte do livro &#8220;Pangeia &#8211; Entre Elos &#8211; Palavra de Mulher&#8221; que ser\u00e1 lan\u00e7ado no pr\u00f3ximo s\u00e1bado (12) no espa\u00e7o cultural Bloco do Beco, localizado no Jardim Ibirapuera, zona sul de S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p>A Coletiva Tear&amp;Poesia de Arte T\u00eaxtil- Preta Nativa \u00e9 composta por mulheres que atuam e residem h\u00e1 quase 20 anos na regi\u00e3o extremo sul da cidade de S\u00e3o Paulo, atuando com  foco em dialogar com a mulher em di\u00e1spora, tanto imigrantes africanas quanto latino-americanas e caribenhas, mostrando tamb\u00e9m semelhan\u00e7as entre grafismos nativos brasileiros, ind\u00edgenas, e africanos e buscando identificar semelhan\u00e7as pouco estudadas e menos difundidas entre culturas origin\u00e1rias das Am\u00e9ricas e da \u00c1frica.<\/p>\n<p>Seguindo as orienta\u00e7\u00f5es da Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade (OMS) e os protocolos de seguran\u00e7a contra a prolifera\u00e7\u00e3o da COVID-19, o evento ser\u00e1 realizado com um encontro presencial que marca o encerramento do projeto idealizado pela coletiva Tear &amp; Poesia, apoiado pela Lei de Fomento \u00e0 Cultura da Periferia, pol\u00edtica p\u00fablica municipal de incentivo a pesquisa, produ\u00e7\u00e3o e difus\u00e3o art\u00edstica nas periferias e favelas de S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p>Segundo Rita Maria, produtora cultural e co-fundadora da coletivaTear&amp;Poesia, a pesquisa feita para a publica\u00e7\u00e3o busca abordar a mem\u00f3ria, ancestralidade e tradi\u00e7\u00f5es dos povos africanos e ind\u00edgenas nas Am\u00e9ricas e suas ramifica\u00e7\u00f5es nas periferias brasileiras.<\/p>\n<p>&#8220;O bordado tem origem profunda na \u00c1frica e era feito, inclusive por homens, e a gente nota essa caracter\u00edstica na produ\u00e7\u00e3o dos bordados. Temos exemplos como em Pernambuco com os maracatus; no Maranh\u00e3o com a cultura do boi, em que os participantes assim como o boi tem suas vestes tecidas e bordadas fantasticamente, e os povos ind\u00edgenas nativos de Abya Yala na am\u00e9rica&#8221;, conta a agente cultural, citando registros hist\u00f3ricos presentes no livro &#8220;O menino Fula&#8221;, do escritor africano Amadou Hamp\u00e2t\u00e9 B\u00e2.<\/p>\n<p>A publica\u00e7\u00e3o do autor africano contraria pesquisas e publica\u00e7\u00f5es ocidentais que afirmam que o bordado \u00e9 proveniente de uma cultura europ\u00e9ia, que possui ra\u00edzes profundas em na\u00e7\u00f5es colonizadas por pa\u00edses europeus.<\/p>\n<p>No Brasil, a arte do bordado tamb\u00e9m se manifesta na cultura indigena, refor\u00e7a Rita. &#8220;Tem uma rica tradi\u00e7\u00e3o em bordados que a gente chama de tran\u00e7ados, onde se desenvolvem desenhos com fibras naturais das florestas e tem um povo, particularmente o kaxinaw\u00e1 (Huni kuin) do Acre Amaz\u00f4nico em que as mulheres desenvolvem um bel\u00edssimo tran\u00e7ado, um bordado primeiro tramando nos seus teares e depois desenvolvendo seus desenhos que elas chamam de &#8220;Ken\u00ea&#8221; e que s\u00e3o desenvolvidos s\u00f3 por mulheres.&#8221;<\/p>\n<p>A partir desta estreita rela\u00e7\u00e3o territorial, ancestral e cultural entre Brasil, Am\u00e9rica Latina e \u00c1frica, o livro apresenta um conte\u00fado tril\u00edngue, visando contemplar o m\u00e1ximo poss\u00edvel as culturas envolvidas. &#8220;O Yorub\u00e1 \u00e9 a l\u00edngua africana mais conhecida e utilizada por n\u00f3s mulheres pretas desde os terreiros e que se emaranha em toda a nossa cultura, e o castelhano, \u00e9 em fun\u00e7\u00e3o de termos envolvidos muitos irm\u00e3os e irm\u00e3s de outros pa\u00edses aqui da regi\u00e3o de Abya Yala&#8221;, justifica a produtora cultural, explicando a decis\u00e3o de traduzir o livros em portugues, espanhol e yorub\u00e1.<\/p>\n<p><span>A cultura do bordado faz parte da hist\u00f3ria daTear&amp;Poesia. Anterior a publica\u00e7\u00e3o do livro, a Coletiva desenvolveu o projeto &#8216;Bordando nas Bordas&#8217;, uma publica\u00e7\u00e3o em portugu\u00eas, ingl\u00eas, espanhol e guarani, que resgata o envolvimento desses povos, dessas culturas de pa\u00edses e de povos ind\u00edgenas priorizando o guarani, por conta da sua representatividade como comunidade nativa.<\/span>&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"image\" style=\"text-align: center;\">\n<div class=\"eb-image style-clear\">\n<div class=\"eb-image-figure is-responsive\">\n<p>\t\t\t\t\t<a class=\"eb-image-viewport\"><br \/>\n<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/b2ap3_thumbnail_Maria-Rosrio-_20220311-142257_1.jpeg\"><br \/>\n<\/a><\/p>\n<\/div>\n<div class=\"eb-image-caption\">\n\t\t\t<span>Dona Maria Ros\u00e1rio Paulo, de 73 anos, bordadeira e moradora do Parque Santo Ant\u00f4nio, zona sul de S\u00e3o Paulo (2022)\/Foto: Arquivo pessoal. <\/span><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"heading\">\n<h2>\n\tO legado feminino<span>&nbsp;<\/span><\/h2>\n<\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"text\">\n<p><span>A publica\u00e7\u00e3o &#8220;Pangeia &#8211; Entre Elos &#8211; Palavra de Mulher&#8221; conta com fotografias in\u00e9ditas que registram a arte de bordar desenvolvida por um grupo de oito mulheres das periferias de diferentes gera\u00e7\u00f5es e nasce a partir de diversas pesquisas realizadas pelos integrantes da Tear&amp;Poesia, tendo como prioridade as quest\u00f5es das mulheres pretas, ind\u00edgenas, africanas e seus descendentes.<\/span><\/p>\n<p>Entre essas mulheres, est\u00e1 a dona Maria Ros\u00e1rio Paulo, de 73 anos, moradora do Parque Santo Ant\u00f4nio, zona sul de S\u00e3o Paulo. Ela \u00e9 m\u00e3e de dois filhos e av\u00f3 de dois netos. Segundo dona Maria, o bordado j\u00e1 fazia parte da sua inf\u00e2ncia, onde sua m\u00e3e ensinou os primeiros passos de bordar. Foi tamb\u00e9m por meio do bordado e das oficinas oferecidas pelo projeto, que Dona Maria reconheceu sua negritude.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"quotes\">\n<blockquote class=\"eb-quote style-default\"><p>&#8220;Atrav\u00e9s do bordado eu aprendi muitas coisas que irei levar na minha vida para sempre. Conheci lugares e pessoas que jamais pensei que iria conhecer. Contribuiu e est\u00e1 contribuindo com a minha timidez. Eu me sinto muito privilegiada, sou negra e tenho muito orgulho, hoje consigo ver a nossa import\u00e2ncia. Agrade\u00e7o a Deus e a todos por ter tido essa oportunidade de participar de um projeto t\u00e3o importante e necess\u00e1rio para manter viva a cultura do bordado&#8221;.&nbsp;<\/p>\n<p><cite>Relata Dona Maria do Ros\u00e1rio.<\/cite><\/p><\/blockquote>\n<\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"heading\">\n<h2>\n\tAntirracista<span>&nbsp;<\/span><\/h2>\n<\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"text\">\n<p><span>O projeto de pesquisa e difus\u00e3o da cultura ancestral do bordado que resultou na publica\u00e7\u00e3o do livro &#8220;Pangeia &#8211; Entre Elos &#8211; Palavra de Mulher&#8221;, contou com a participa\u00e7\u00e3o do pr\u00edncipe nigeriano Prince Adewale Adefioye Adimula, mais conhecido como Baba Adimula, que nasceu na fam\u00edlia Real Casa Governante de Lafogido, na cidade de Il\u00ea If\u00e9, estado de Osun-Nig\u00e9ria, ber\u00e7o ancestral dos orix\u00e1s e de seus fundamentos.<\/span><\/p>\n<p>Ao longo do projeto, Adimula ministrou oficinas da l\u00edngua Yorub\u00e1, que recebeu mais de 300 inscri\u00e7\u00f5es de pessoas de diferentes estados do Brasil. Al\u00e9m da colabora\u00e7\u00e3o no processo de forma\u00e7\u00e3o, ele tamb\u00e9m contribuiu com a tradu\u00e7\u00e3o do livro e calend\u00e1rio po\u00e9tico para o Yorub\u00e1.<\/p>\n<p>&#8220;Existe um prov\u00e9rbio africano que diz: &#8216;Um rio que esquece sua nascente um dia seca&#8217;, ent\u00e3o traduzir este livro foi um resgate de mem\u00f3ria dos meus antepassados, lembran\u00e7as da minha vida escolar e das hist\u00f3rias contadas pelos anci\u00e3os. Traz aproxima\u00e7\u00e3o, irmandade, conscientiza\u00e7\u00e3o e import\u00e2ncia da cultura yorub\u00e1 no Brasil e no mundo&#8221;, afirma o pr\u00edncipe nigeriano.<\/p>\n<p>Participante ass\u00edduo e defensor das quest\u00f5es que envolvem informa\u00e7\u00f5es ao culto religioso e ao povo africano, desde sua chegada no Brasil, Adimula considera esse tipo de projeto uma experi\u00eancia fundamental para combater o racismo e o desconhecimento da cultura ancestral africana.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"quotes\">\n<blockquote class=\"eb-quote style-default\"><p>&#8220;Sendo a popula\u00e7\u00e3o negra mais concentrada nas periferias, este projeto \u00e9 extremamente necess\u00e1rio e contribui de forma positiva incentivando a comunidade, atrav\u00e9s da informa\u00e7\u00e3o e valoriza\u00e7\u00e3o de nossa hist\u00f3ria, buscamos ent\u00e3o neste contexto, resgatar e exaltar nosso povo, os africanos yorubanos que aqui estiveram&#8221;.&nbsp;<\/p>\n<p><cite>conclui o pr\u00edncipe nigeriano, ressaltando a import\u00e2ncia de reconhecer a \u00c1frica como ber\u00e7o da humanidade.<\/cite><\/p><\/blockquote>\n<\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"text\">\n<p><span><strong data-redactor-tag=\"strong\" data-verified=\"redactor\">Servi\u00e7o<\/strong><\/span><\/p>\n<p><strong data-redactor-tag=\"strong\" data-verified=\"redactor\">Lan\u00e7amento do livro  &#8220;Pangeia &#8211; Entre Elos &#8211; Palavra de Mulher&#8221;<\/strong><\/p>\n<p><strong data-redactor-tag=\"strong\" data-verified=\"redactor\">Local:<\/strong> Espa\u00e7o Cultural Bloco do Beco<\/p>\n<p><strong data-redactor-tag=\"strong\" data-verified=\"redactor\">Endere\u00e7o:<\/strong> R. Bento Barroso Pereira, 2 &#8211; Jardim Ibirapuera, S\u00e3o Paulo &#8211; SP, 05815-085<\/p>\n<p><b data-redactor-tag=\"b\">Data:<\/b> 12 de mar\u00e7o<\/p>\n<p><strong data-redactor-tag=\"strong\" data-verified=\"redactor\">Hor\u00e1rio: <\/strong>10h \u00e0s 14h<\/p>\n<p><strong data-redactor-tag=\"strong\" data-verified=\"redactor\">Entrada: <\/strong>Gratuita<\/p>\n<p><strong data-redactor-tag=\"strong\" data-verified=\"redactor\">Contato:<\/strong> <a href=\"mailto:pangeiaentreelos@gmail.com\" target=\"_blank\" style=\"color: rgb(17, 85, 204);\" rel=\"noopener\">pangeiaentreelos@gmail.com<\/a><\/p>\n<p>OBS: Seguindo as orienta\u00e7\u00f5es da Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade (OMS) e os protocolos de seguran\u00e7a contra a prolifera\u00e7\u00e3o da COVID-19, ser\u00e1 obrigat\u00f3rio o uso de m\u00e1scaras.&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Al\u00e9m de promover um pensamento decolonial sobre a cultura do bordado que atravessa continentes e territ\u00f3rios de povos ind\u00edgenas e africanos, a publica\u00e7\u00e3o impressa tem distribui\u00e7\u00e3o gratuita e est\u00e1 dispon\u00edvel em portugu\u00eas, yorub\u00e1 e espanhol. &nbsp; Atividade de bordado realizado em 2019\/Foto: Divulga\u00e7\u00e3o Tear&amp;Poesia Ancestralidade africana, ind\u00edgena e a cultura do bordado s\u00e3o temas de [&hellip;]&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":2151,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[7],"tags":[504,503,502,181,165,53,122,49,36,227],"ppma_author":[75],"class_list":["post-2153","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-territorios-criativos","tag-bordados","tag-cultura-ancestral","tag-mulheres-indigenas","tag-mulheres-na-politica","tag-mulheres-negras","tag-periferias","tag-periferias-urbanas","tag-territorio-da-noticia","tag-territorios-criativos","tag-zona-sul-de-sao-paulo"],"acf":[],"authors":[{"term_id":75,"user_id":3,"is_guest":0,"slug":"desenrola-jornalismogmail-com","display_name":"Reda\u00e7\u00e3o","avatar_url":{"url":"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/avatar-desenrola.png","url2x":"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/avatar-desenrola.png"},"first_name":"Reda\u00e7\u00e3o","last_name":"","user_url":"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/","job_title":"","description":"Reda\u00e7\u00e3o Desenrola e N\u00e3o Me Enrola"}],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2153","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2153"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2153\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3912,"href":"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2153\/revisions\/3912"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2151"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2153"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2153"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2153"},{"taxonomy":"author","embeddable":true,"href":"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/ppma_author?post=2153"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}