
{"id":1521,"date":"2021-03-19T17:50:24","date_gmt":"2021-03-19T20:50:24","guid":{"rendered":"https:\/\/beta.desenrolaenaomenrola.com.br\/2021\/03\/19\/cyberfunk-conheca-o-futuro-do-funk-nas-periferias-e-favelas\/"},"modified":"2024-06-29T21:10:35","modified_gmt":"2024-06-30T00:10:35","slug":"cyberfunk-conheca-o-futuro-do-funk-nas-periferias-e-favelas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/quebrada-tech\/cyberfunk-conheca-o-futuro-do-funk-nas-periferias-e-favelas\/","title":{"rendered":"CyberFunk: conhe\u00e7a o futuro do funk nas periferias e favelas"},"content":{"rendered":"<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"text\">\n<p>Movimento futurista criado por jovens da Brasil\u00e2ndia, zona norte de S\u00e3o Paulo, visa transformar o funk numa tecnologia de impacto&nbsp;social de gera\u00e7\u00e3o de renda, trabalho e autoestima da juventude perif\u00e9rica.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"readmore\" style=\"\"><\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"image\" style=\"text-align: center;\">\n<div class=\"eb-image style-clear\">\n<div class=\"eb-image-figure is-responsive\">\n<p>\t\t\t\t\t<a class=\"eb-image-viewport\"><\/a><\/p>\n<p><a class=\"eb-image-viewport\"><br \/>\n<\/a><a class=\"eb-image-viewport\">\t\t<\/a><\/p>\n<\/div>\n<div class=\"eb-image-caption\">\n\t\t\t<span>Foto: Dan Fotografia<\/span><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"text\">\n<p><span>&#8220;Cada pessoa da quebrada \u00e9 uma estrela, e o nosso baile \u00e9 um sistema solar&#8221;. Essa \u00e9 defini\u00e7\u00e3o que o rapper Rincon Sapi\u00eancia canta em sua m\u00fasica &#8220;Amor e Calor&#8221;. Essa refer\u00eancia musical inspirou jovens da Brasil\u00e2ndia, zona norte de S\u00e3o Paulo, a criar um novo imagin\u00e1rio sobre o futuro da cultura do Funk nas periferias, transformando os jovens em protagonistas desse cen\u00e1rio.<\/span><\/p>\n<p>A partir destas experi\u00eancias culturais, dois jovens moradores do territ\u00f3rio da zona norte criaram o Cyberfunk, uma tend\u00eancia de tecnologias sociais que na vis\u00e3o deles ir\u00e3o transformar a rela\u00e7\u00e3o das pessoas com o Funk,&nbsp; diferente da forma&nbsp;como ele \u00e9 conhecido nos dias atuais.&nbsp;<\/p>\n<p>Essa hist\u00f3ria come\u00e7a a partir do trabalho cultural de Milena Fonseca, 21, moradora do Jardim Carumb\u00e9, bairro localizado no distrito da Brasil\u00e2ndia, zona norte da cidade. Ela \u00e9 diretora criativa e produtora da festa Afrika Queens, um evento dedicado a resgatar e celebrar a ancestralidade e o protagonismo da mulher negra.<\/p>\n<p>Junto com o fot\u00f3grafo Danilo Santos 21, morador de Taipas, bairro localizado em Pirituba,&nbsp;criaram um editorial fotogr\u00e1fico denominado CyberFunk, que segundo eles, \u00e9 o ponto de partida para o movimento futurista ganhar uma est\u00e9tica e um significado popular e acess\u00edvel a outros jovens das periferias, por meios das redes sociais.<\/p>\n<p>O editorial retrata atrav\u00e9s da fotografia os cen\u00e1rios culturais que eles pretendem criar e estar no futuro do funk em suas quebradas. Para esse processo ser elaborado, eles imaginaram um futuro, onde o funk n\u00e3o seja s\u00f3 o movimento que agita as noites na quebrada, mas que tamb\u00e9m traga um protagonismo para juventude perif\u00e9rica.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"quotes\">\n<blockquote class=\"eb-quote style-default\"><p>&#8220;S\u00e3o jovens de v\u00e1rios lugares da cidade contribuindo para essas tend\u00eancias, essas cria\u00e7\u00f5es e movimentos&#8221;&nbsp;<\/p>\n<p><cite>Milena Fonseca<\/cite><\/p><\/blockquote>\n<\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"text\">\n<p>&#8220;O Funk sempre foi popular, como DJ, eu posso dizer que o Funk \u00e9 o que anima as festas sabe. Se tocar o Funk a festa vai animar na hora, \u00e9 uma coisa que foge do nosso entendimento&#8221;, afirma a produtora cultural.<\/p>\n<p>Ela&nbsp;n\u00e3o se compromete em trazer uma defini\u00e7\u00e3o sobre o Funk, mas sim explor\u00e1-lo em suas diversas narrativas para criar v\u00e1rios imagin\u00e1rios de futuro. &#8220;Ele revoluciona, ele cria tend\u00eancia sabe, ele dita muitas coisas na cidade, e \u00e9 um movimento inteiro, s\u00e3o jovens de v\u00e1rios lugares da cidade contribuindo para essas tend\u00eancias, essas cria\u00e7\u00f5es e movimentos&#8221;, complementa.<\/p>\n<p><span>Milena faz parte da dire\u00e7\u00e3o criativa do editorial CyberFunk. Ela conta que teve a ideia de construir cen\u00e1rios de futuro para o Funk e para a juventude perif\u00e9rica quando se juntou com outros artistas envolvidos no projeto, como a Mc Luana, na qual, ela considera uma artista incr\u00edvel que inspirou a desenvolver a ideia do funk futurista.<\/span><\/p>\n<p>O pr\u00f3ximo passo de Milena foi mergulhar em refer\u00eancias na internet para criar o nome e o conceito do projeto. &#8220;Surgiu esse nome Cyber por causa dessas novas tecnologias que a gente t\u00e1 acessando e da nova era que a gente t\u00e1 vivendo&#8221;, explica.<\/p>\n<p>Danilo relembra o momento quando os jovens come\u00e7aram a produzir o editorial CyberFunk, &#8220;Fiquei muito feliz nesse dia que ela me mandou toda a proposta, eu fiquei no pique de produzir. O resultado foi muito longe, se \u00e9 louco&#8221;, elogia o fot\u00f3grafo, afirmando que os artistas envolvidos tamb\u00e9m ficaram satisfeitos com o resultado do trabalho.<\/p>\n<p>O editorial CyberFunk pode ser acessado por meio do Instagram. Atualmente, os criadores do conceito futurista v\u00eam utilizando seus perfis pessoais nas redes sociais para alcan\u00e7ar e se conectar com a juventude perif\u00e9rica, que enxerga no funk um movimento cultural transformador.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"instagram\">\n<div class=\"responsive-instagram\">\n    <iframe src=\"https:\/\/www.instagram.com\/p\/CKmkx_ug8xv\/embed\" width=\"100%\" border=\"0\" frameborder=\"0\" scrolling=\"no\" class=\"instagram-block\"><\/iframe><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"text\">\n<p>&#8220;Hoje a internet \u00e9 o nosso maior transporte&#8221;, avalia a produtora executiva. Ela revela que o projeto ir\u00e1 ganhar novos formatos de conte\u00fado para abordar o tema CyberFunk.<\/p>\n<p>A diretora relembra que esse movimento do CyberFunk vem na tentativa de modificar alguns conceitos que existem atualmente no Funk. &#8220;A cena do funk ainda \u00e9 muito quadrada em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s mulheres, em rela\u00e7\u00e3o a identidade de g\u00eanero, em rela\u00e7\u00e3o a v\u00e1rias coisas. Eu acredito que quem pode modificar isso somos n\u00f3s&#8221;, acredita Milena.<\/p>\n<p>O fot\u00f3grafo que \u00e9 parceiro de Milena no projeto CyberFunk enfatiza a sua cren\u00e7a no Funk e ressalta como essa cultura est\u00e1 conectada com a transforma\u00e7\u00e3o da juventude perif\u00e9rica. &#8220;O funk j\u00e1 passou o tempo de falar muita besteira sabe, hoje os moleques e as minas est\u00e3o vindo pra revolucionar de verdade, eu acredito nisso, nessa melhoria sempre na \u00e1rea do Funk&#8221;.<\/p>\n<p>Um dos prop\u00f3sitos do CyberFunk, segundo Danilo \u00e9 abordar a autoestima da juventude perif\u00e9rica, para que as pessoas possam se reconhecer como parte deste movimento. &#8220;Nosso trampo tem tudo haver com autoestima, a pessoa n\u00e3o se v\u00ea como ela \u00e9, a\u00ed vendo uma foto que foi tirada ela fala: caramba eu sou bonita sim&#8221;, analisa o fot\u00f3grafo.<\/p>\n<p>Para Danilo, conectar a arte da fotografia com a autoestima da pessoa logo ap\u00f3s o fot\u00f3grafo ressalta que trazer esses temas para seus trabalhos se conecta com sua arte<\/p>\n<p>&#8220;Eu gosto de levantar a autoestima da pessoa, meu trabalho \u00e9 esse tamb\u00e9m. Eu acho que isso faz parte do Funk tamb\u00e9m&#8221;, acrescenta Danilo, destacando que o seu trabalho est\u00e1 crescendo e que ele come\u00e7ar\u00e1 a trabalhar tamb\u00e9m com artistas que cantam Funk agora. &#8220;Recentemente eu abri um canal no Youtube e vou come\u00e7ar a produzir clipe tamb\u00e9m, quero fazer isso&#8221;.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"instagram\">\n<div class=\"responsive-instagram\">\n    <iframe src=\"https:\/\/www.instagram.com\/p\/CKmC4RVlbpQ\/embed\" width=\"100%\" border=\"0\" frameborder=\"0\" scrolling=\"no\" class=\"instagram-block\"><\/iframe><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"heading\">\n<h3>O Funk e a economia da quebrada<span>&nbsp;<\/span><\/h3>\n<\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"text\">\n<p>Ao descrever a necessidade de trazer novas narrativas de futuro para uma cultura que sofre repress\u00e3o dentro das periferias, Milena ressalta que al\u00e9m de um impacto cultural, o CyberFunk visa ter um impacto econ\u00f4mico na vida de diversos moradores das periferias, que muitas vezes se encontra sem perspectiva de futuro.<\/p>\n<p>&#8220;\u00c9 a porta de oportunidade para v\u00e1rias pessoas perif\u00e9ricas. Ser um MC e trampar com isso \u00e9 um sonho que consome a juventude de verdade, em cada quebrada tem pessoas, tem artistas que subiram e conseguiram fazer uma grana e ser reconhecidos&#8221;, enfatiza Milena.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"image\" style=\"text-align: center;\">\n<div class=\"eb-image style-clear\">\n<div class=\"eb-image-figure is-responsive\">\n<p>\t\t\t\t\t<a class=\"eb-image-viewport\"><br \/>\n<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/b2ap3_large_Creditos_dan_fotografiaa11.jpeg\"><br \/>\n<\/a><\/p>\n<\/div>\n<div class=\"eb-image-caption\">\n\t\t\t<span>Foto:&nbsp;Dan Fotografia <\/span><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"text\">\n<p>Ela complementa sua vis\u00e3o de futuro afirmando a necessidade de criar uma identidade cultural aonde a periferia n\u00e3o ganhe apenas com a m\u00fasica, mas com todo o ecossistema que gira em torno dela. &#8220;Eu acho que a economia vira uma chave porque a\u00ed j\u00e1 \u00e9 outra hist\u00f3ria, n\u00e3o necessariamente sendo MC, mas fazendo outras coisas&#8221;, explica.<\/p>\n<p>Um dos cen\u00e1rios de futuro apontados por Milena para o desenvolvimento da economia do Funk nas periferias \u00e9 a constru\u00e7\u00e3o de uma rede social voltada para o movimento CyberFunk. &#8220;Imagino toda arte feita de neon, pessoas fabricando seus pr\u00f3prios kits, pessoas fabricando suas m\u00fasicas e vendendo nesta rede social tamb\u00e9m&#8221;, vislumbra.<\/p>\n<p>Ao lado da sua parceira de trabalho, Danilo ressalta a importante presen\u00e7a do Funk no ciberespa\u00e7o, como uma das principais ferramentas de visibilidade para Mc&#8217;s, para al\u00e9m dos bailes de favela. &#8220;Mano o funk faz as pessoas se sentirem feliz, imagina quando isso melhorar ainda mais t\u00e1 ligado? Tem v\u00e1rios menor que curte e quer fazer um som hoje em dia e que se v\u00ea na internet&#8221;, exclama o fot\u00f3grafo.<\/p>\n<p>Com uma consci\u00eancia cr\u00edtica e bem apurada sobre a import\u00e2ncia das tecnologias, os artistas afirmam que ela \u00e9 um meio de comunica\u00e7\u00e3o eficiente e acess\u00edvel para conseguir se expressar, mas ressaltam que n\u00e3o \u00e9 um fim, e traz a necessidade de enxergar al\u00e9m dos algoritmos. &#8220;A internet aproxima e facilita nosso trabalho para que ele chegue mais longe, e o trabalho de outras pessoas que est\u00e3o longe chegue at\u00e9 a gente, mas a arte t\u00e1 quase em tudo, s\u00f3 ter a sensibilidade de enxergar, que voc\u00ea vai ver estar em tudo&#8221;, conclui Milena.&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Movimento futurista criado por jovens da Brasil\u00e2ndia, zona norte de S\u00e3o Paulo, visa transformar o funk numa tecnologia de impacto&nbsp;social de gera\u00e7\u00e3o de renda, trabalho e autoestima da juventude perif\u00e9rica. Foto: Dan Fotografia &#8220;Cada pessoa da quebrada \u00e9 uma estrela, e o nosso baile \u00e9 um sistema solar&#8221;. Essa \u00e9 defini\u00e7\u00e3o que o rapper Rincon [&hellip;]&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":1519,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[191,82,192,190,100,25,116],"ppma_author":[76],"class_list":["post-1521","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-quebrada-tech","tag-brasilandia","tag-cultura-periferica","tag-cyberfunk","tag-funk-futurista","tag-juventude-periferica","tag-quebrada-tech","tag-tecnologias-sociais"],"acf":[],"authors":[{"term_id":76,"user_id":4,"is_guest":0,"slug":"tamires-reportergmail-com","display_name":"Tamires Rodrigues","avatar_url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/35c215435a0f86a060c20a4bd4798603805a5f3102383dc9b62822b867089d1e?s=96&d=mm&r=g","first_name":"Tamires","last_name":"Rodrigues","user_url":"http:\/\/","job_title":"","description":"<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/tamires.rodrigues.10421\"><i><\/i> \/tamires.rodrigues.10421<\/a>\r\n<a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/tamy_rodriigues\/\"><i> <\/i> @tamy_rodriigues<\/a>\r\nTamires Rodrigues, 23, \u00e9 estudante de an\u00e1lise e desenvolvimento de sistemas e moradora do Jardim \u00c2ngela, zona sul de S\u00e3o Paulo. Em 2018, ela se formou em Pr\u00e1ticas Jornal\u00edsticas Nas Periferias pelo programa de forma\u00e7\u00e3o Voc\u00ea Rep\u00f3rter da Periferia. Atrav\u00e9s da escrita e da escuta ativa, ela pauta a tecnologia contando a hist\u00f3rias de moradores e projetos das periferias e favelas, para transformar seu imagin\u00e1rio sobre a quebrada."}],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1521","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1521"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1521\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3410,"href":"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1521\/revisions\/3410"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/1519"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1521"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1521"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1521"},{"taxonomy":"author","embeddable":true,"href":"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/ppma_author?post=1521"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}