
{"id":1358,"date":"2020-11-18T15:27:33","date_gmt":"2020-11-18T18:27:33","guid":{"rendered":"https:\/\/beta.desenrolaenaomenrola.com.br\/2020\/11\/18\/oficinas-de-grafismos-africanos-e-indigenas-sao-lancadas-hoje-de-forma-virtual-e-gratuita\/"},"modified":"2024-06-29T21:11:32","modified_gmt":"2024-06-30T00:11:32","slug":"oficinas-de-grafismos-africanos-e-indigenas-sao-lancadas-hoje-de-forma-virtual-e-gratuita","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/territorios-criativos\/oficinas-de-grafismos-africanos-e-indigenas-sao-lancadas-hoje-de-forma-virtual-e-gratuita\/","title":{"rendered":"Oficinas de grafismos africanos e ind\u00edgenas s\u00e3o lan\u00e7adas hoje de forma virtual e gratuita"},"content":{"rendered":"<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"text\">\n<p>Os encontros ser\u00e3o conduzidos por arte-educadores ind\u00edgenas das etnias Kaimbe e Karaj\u00e1 e tamb\u00e9m professores da Rep\u00fablica Democr\u00e1tica do Congo<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"readmore\"><\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"image\" style=\"text-align: center;\">\n<div class=\"eb-image style-clear\">\n<div class=\"eb-image-figure is-responsive\">\n<p>\t\t\t\t\t<a class=\"eb-image-viewport\"><\/a><\/p>\n<p><a class=\"eb-image-viewport\"><br \/>\n<\/a><a class=\"eb-image-viewport\">\t\t<\/a><\/p>\n<\/div>\n<div class=\"eb-image-caption\">\n\t\t\t<span>O artista Duchelier Mahonza Kinkani apresenta a oficina de grafismo africano com \u00eanfase em Adinkra | Foto: Mah\u00e3 Catu<\/span><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"text\">\n<p>&nbsp;<span>A <\/span><a href=\"https:\/\/www.tearepoesia.com\/\" rel=\"noreferrer noopener\" target=\"_blank\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?q=https:\/\/www.tearepoesia.com\/&amp;source=gmail&amp;ust=1605794741559000&amp;usg=AFQjCNHK5aDdNd0lyOj9H7zHxMuhLcDwOw\" style=\"font-size: small; letter-spacing: 0px; color: rgb(17, 85, 204); font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; text-align: justify; background-color: rgb(255, 255, 255);\">Coletiva Tear &amp; Poesia de Arte T\u00eaxtil Preta Nativa<\/a><span> realiza no dia 18 de novembro as Oficinas de Grafismos Ind\u00edgenas e Africanos, dando continuidade \u00e0s atividades do <\/span><a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=Eysq_8e_v6g\" rel=\"noreferrer noopener\" target=\"_blank\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?q=https:\/\/www.youtube.com\/watch?v%3DEysq_8e_v6g&amp;source=gmail&amp;ust=1605794741559000&amp;usg=AFQjCNHfiK89iXyKdP6c11crOcBsefHbkw\" style=\"font-size: small; letter-spacing: 0px; color: rgb(17, 85, 204); font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; text-align: justify; background-color: rgb(255, 255, 255);\">Projeto Pangeia Entre Elos: Palavra de Mulher<\/a><span>. Por conta da pandemia de Covid-19, as aulas ser\u00e3o gravadas e disponibilizadas gratuitamente no <\/span><a href=\"https:\/\/bit.ly\/youtube-tear-e-poesia\" rel=\"noreferrer noopener\" target=\"_blank\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?q=http:\/\/bit.ly\/youtube-tear-e-poesia&amp;source=gmail&amp;ust=1605794741559000&amp;usg=AFQjCNEExxpxEAppHaAzRajuVyQn9RQwIg\" style=\"font-size: small; letter-spacing: 0px; color: rgb(17, 85, 204); font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; text-align: justify; background-color: rgb(255, 255, 255);\">canal do Youtube da coletiva<\/a><span>. N\u00e3o \u00e9 preciso realizar nenhum tipo de inscri\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p>Os v\u00eddeos de ambas as aulas estar\u00e3o dispon\u00edveis no dia 18\/11, quarta, \u00e0s 19h. A aula de grafismo ind\u00edgena ser\u00e1 ministrada por Kuanadiki Karaka, da etnia Karaj\u00e1, e tamb\u00e9m por Antony Ribeiro dos Santos, da etnia Kaimb\u00e9. J\u00e1 a oficina africana conta com a participa\u00e7\u00e3o do professor Duchelier Mahonza Kinkani, da Rep\u00fablica Democr\u00e1tica do Congo.&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"heading\">\n<h3>\nA import\u00e2ncia dos grafismos<span>&nbsp;<\/span><\/h3>\n<\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"text\">\n<p>Para quem n\u00e3o conhece, os grafismos s\u00e3o as formas de representa\u00e7\u00e3o geom\u00e9trica de um determinado povo, que podem representar tanto a natureza quanto a cultura de determinados povo. Alguns povos tradicionais do continente africano ou os mais de 300 povos ind\u00edgenas origin\u00e1rios do Brasil s\u00e3o exemplos de povos que utilizaram essas sofisticadas representa\u00e7\u00f5es art\u00edsticas para se comunicar e guardar suas mem\u00f3rias.<\/p>\n<p>Os grafismos n\u00e3o s\u00e3o iguais, cada povo tem o seu, trazendo os mais diferentes significados, cores e tra\u00e7os, mostrando inclusive a diversidade dos povos ind\u00edgenas que comp\u00f5em o Brasil, por exemplo. &#8220;Os grafismos n\u00e3o servem apenas para serem vislumbrados, tatuados no corpo ou desenhados nas paredes das cidades. Por tr\u00e1s dos grafismos ind\u00edgenas, h\u00e1 a hist\u00f3ria de luta e resist\u00eancia de um povo&#8221;, \u00e9 o que diz uma das palestrantes, Kuanadiki.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"heading\">\n<h3>\nRepresenta\u00e7\u00e3o dos valores e cren\u00e7as<span>&nbsp;<\/span><\/h3>\n<\/div>\n<div class=\"ebd-block   has-nested\" data-type=\"text\">\n<div class=\"ebd-block  is-nested nest-right  \" data-type=\"image\" style=\"width: 30%; text-align: center;\">\n<div class=\"eb-image style-clear\">\n<div class=\"eb-image-figure is-responsive\">\n<p>\t\t\t\t\t<a class=\"eb-image-viewport\"><br \/>\n<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/b2ap3_large_Kuanadiki_Divulgacao.jpg\"><br \/>\n<\/a><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>Nascida na cidade de S\u00e3o Felix do Araguaia, Kuanadiki pertence \u00e0 etnia Karaj\u00e1, da Ilha do Bananal (TO). \u00c9 especialista na feitura de bonecas de cer\u00e2mica Karaj\u00e1 Iny e militante da sa\u00fade ind\u00edgena. Para ela, os grafismos tamb\u00e9m t\u00eam como objetivo mostrar a identidade cultural de cada povo, por meio de cores, tra\u00e7os e significados diferentes.<\/p>\n<p>&#8220;O grafismo Karaj\u00e1 (Iny) representa nossa for\u00e7a e uni\u00e3o. Representa tamb\u00e9m os valores e cren\u00e7as tradicionais e culturais dos karaj\u00e1 (Iny)&#8221;, explica Kuanadiki, que acredita que as oficinas possam ajudar as pessoas a respeitarem os tra\u00e7os ind\u00edgenas. &#8220;Elas precisam saber que significado isso tem para o nosso povo, reconhecendo que cada povo tem seus grafismos. Reconhecer nossa diversidade fortalece nossas identidades&#8221;.&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"heading\">\n<h3>\nGrafismo como express\u00e3o<span>&nbsp;<\/span><\/h3>\n<\/div>\n<div class=\"ebd-block   has-nested\" data-type=\"text\">\n<div class=\"ebd-block  is-nested nest-right  \" data-type=\"image\" style=\"width: 30%; text-align: center;\">\n<div class=\"eb-image style-clear\">\n<div class=\"eb-image-figure is-responsive\">\n<p>\t\t\t\t\t<a class=\"eb-image-viewport\"><br \/>\n<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/b2ap3_large_Antony-Ribeiro-dos-Santos.jpeg\"><br \/>\n<\/a><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>De Euclides da Cunha (BA) e da etnia Kaimb\u00e9, Antony migrou para S\u00e3o Paulo com a fam\u00edlia quando ainda tinha 8 anos de idade. Hoje, aos 20, realiza oficinas sobre a cultura de seu povo e tamb\u00e9m estuda administra\u00e7\u00e3o. Para ele, ao entender os grafismos as pessoas podem tamb\u00e9m compreender melhor a individualidade de cada etnia.<\/p>\n<p>&#8220;Para os Kaimb\u00e9, as pinturas s\u00e3o uma ferramenta de comunica\u00e7\u00e3o e express\u00e3o. Temos pinturas para festejar, para guerrear e os desenhos mostram nossa ca\u00e7a, alimentos, materiais que usamos nas nossas vestimentas e outros pontos importantes da nossa aldeia&#8221;, aponta Antony.<\/p>\n<p>Refugiado no Brasil h\u00e1 mais de cinco anos, Duchelier Kunkani \u00e9 formado em Artes Pl\u00e1sticas na Academia de Belas Artes de Kinshasha, na Rep\u00fablica do Congo, j\u00e1 atuou como pintor e grafiteiro, e tamb\u00e9m teve experi\u00eancia em campanhas de publicidade. &#8220;Procuro sempre compartilhar minha experi\u00eancia art\u00edstica e cultural com todos e todas, pois acredito no potencial da arte como forma de comunica\u00e7\u00e3o e de liberta\u00e7\u00e3o de emo\u00e7\u00f5es e sentimentos&#8221;.<\/p>\n<p>Segundo Rita Maria, coordenadora da coletiva Tear &amp; Poesia,, o intuito com as oficinas \u00e9 dar uma base cultural \u00e0s pesquisas que a organiza\u00e7\u00e3o realiza em 2020 sobre as similaridades entre as culturas que influenciaram na identidade brasileira.<\/p>\n<p>&#8220;Temos como foco dialogar com a mulher em di\u00e1spora, tanto imigrantes africanas quanto latino-americanas e caribenhas, mostrando tamb\u00e9m semelhan\u00e7as entre grafismos nativos brasileiros, ind\u00edgenas, e africanos, buscando identificar similitudes sutis pouco estudadas e menos difundidas entre culturas origin\u00e1rias daqui e de \u00c1frica&#8221;, diz Rita.<\/p>\n<p>At\u00e9 o fim do ano a coletiva pretende tamb\u00e9m lan\u00e7ar um livro em bordados e textos trazendo a pesquisa da ancestralidade africana e ind\u00edgena e como se relacionam \u00e0s viv\u00eancias das mulheres nas periferias. Bordam em forma de luta por igualdade e valoriza\u00e7\u00e3o das identidades negras e ind\u00edgenas.<\/p>\n<p><strong data-redactor-tag=\"strong\" data-verified=\"redactor\"><u data-redactor-tag=\"u\" data-verified=\"redactor\">Sobre a coletiva Tear e Poesia<\/u><\/strong><\/p>\n<p>A <a href=\"https:\/\/www.tearepoesia.com\/\" rel=\"noreferrer noopener\" target=\"_blank\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?q=https:\/\/www.tearepoesia.com\/&amp;source=gmail&amp;ust=1605794741559000&amp;usg=AFQjCNHK5aDdNd0lyOj9H7zHxMuhLcDwOw\" style=\"color: rgb(17, 85, 204);\">Coletiva Tear &amp; Poesia de Arte T\u00eaxtil Preta Nativa<\/a> \u00e9 constitu\u00edda por mulheres residentes da periferia da zona sul da cidade de S\u00e3o Paulo, que atuam h\u00e1 mais de 20 anos na regi\u00e3o, com uma trajet\u00f3ria de participa\u00e7\u00f5es em eventos, espa\u00e7os e atividades como ilustra\u00e7\u00e3o do livro Santo Amaro em Rede do SESC; Virada Cultural, Programa P\u00e9tala por P\u00e9tala &#8211; SESC Interlagos; Saraus e Feiras Liter\u00e1rias. Bordam em estilo ancestral como forma de luta por igualdade de oportunidades e direitos e valoriza\u00e7\u00e3o da beleza e identidades de negras e ind\u00edgenas. Se autodenominam &#8220;tecel\u00e3s do verso&#8221;, pois bordam poemas e hist\u00f3rias ligadas \u00e0 mem\u00f3ria afetiva e heran\u00e7a cultural feminina, com quest\u00f5es ligadas \u00e0s mulheres negras e ind\u00edgenas, as crian\u00e7as, a natureza, a culturas populares, tendo cantos, dan\u00e7as tradicionais e brincadeiras da cultura popular como estimuladores em suas oficinas.<\/p>\n<p><strong data-redactor-tag=\"strong\" data-verified=\"redactor\">Sobre o projeto &#8216;Pangeia Entre Elos: Palavra de Mulher&#8217;<\/strong><br \/>\nO projeto &#8220;Pangeia Entre Elos &#8211; Palavra de Mulher&#8221; foi criado a partir de um processo de pesquisa sobre cultura, idioma e grafismos dos povos ind\u00edgenas e africanos, com o objetivo de perceber na identidade brasileira as ra\u00edzes profundas com essas tradi\u00e7\u00f5es. Por meio da arte t\u00eaxtil, a coletiva quer conectar mulheres bordadeiras com suas ancestralidades. O processo original de trabalho envolve encontros de bordados e a produ\u00e7\u00e3o de um livro coletivo, mas diante do isolamento social em decorr\u00eancia da pandemia do novo coronav\u00edrus, as oficinas est\u00e3o sendo ministradas de maneira virtual. Saiba mais aqui: <a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=Eysq_8e_v6g\" rel=\"noreferrer noopener\" target=\"_blank\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?q=https:\/\/www.youtube.com\/watch?v%3DEysq_8e_v6g&amp;source=gmail&amp;ust=1605794741559000&amp;usg=AFQjCNHfiK89iXyKdP6c11crOcBsefHbkw\" style=\"color: rgb(17, 85, 204);\">https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=Eysq_8e_v6g<\/a><\/p>\n<p><strong data-redactor-tag=\"strong\" data-verified=\"redactor\"><br \/>\n<\/strong><\/p>\n<p><strong data-redactor-tag=\"strong\" data-verified=\"redactor\">Servi\u00e7o<\/strong><\/p>\n<p>Oficinas de Grafismos Ind\u00edgenas e Africanos<br \/>\n<span>Data: 18\/11<br \/>\n<\/span><span>Hor\u00e1rio: os v\u00eddeos estar\u00e3o dispon\u00edveis a partir das 19h e permanecer\u00e3o no ar do Youtube da Coletiva Tear &amp; Poesia.<\/span><\/p>\n<p>Quem pode participar: livre para todos os p\u00fablicos<br \/>\nN\u00e3o \u00e9 preciso realizar inscri\u00e7\u00e3o pr\u00e9via<br \/>\nContatos\/ Redes Sociais<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.tearepoesia.com\/\" rel=\"noreferrer noopener\" target=\"_blank\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?q=http:\/\/www.tearepoesia.com&amp;source=gmail&amp;ust=1605794741559000&amp;usg=AFQjCNEbzXSbY8Th3IT49nlTQUTsz8g7Pg\" style=\"color: rgb(17, 85, 204);\">www.tearepoesia.com<\/a><\/p>\n<p>Facebook:<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/AmazoniaNegra\/\" rel=\"noreferrer noopener\" target=\"_blank\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?q=https:\/\/www.facebook.com\/AmazoniaNegra\/&amp;source=gmail&amp;ust=1605794741559000&amp;usg=AFQjCNHR5yGvX-KkdbIFvY9z8IwIoqaoxw\" style=\"color: rgb(17, 85, 204);\"> <\/a><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/tearepoesia\" rel=\"noreferrer noopener\" target=\"_blank\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?q=http:\/\/www.facebook.com\/tearepoesia&amp;source=gmail&amp;ust=1605794741559000&amp;usg=AFQjCNHH8QS7pg2bRNRn3hhgAWWgSgEccQ\" style=\"color: rgb(17, 85, 204);\">www.facebook.com\/tearepoesia<\/a><br \/>\nInstagram: <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/tearepoesia\" rel=\"noreferrer noopener\" target=\"_blank\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?q=http:\/\/www.instagram.com\/tearepoesia&amp;source=gmail&amp;ust=1605794741559000&amp;usg=AFQjCNHOvD95lWbZ8Xz5TZlR2Y3f8Mv4LQ\" style=\"color: rgb(17, 85, 204);\">www.instagram.com\/tearepoesia<\/a><br \/>\nYoutube: <a href=\"https:\/\/bit.ly\/youtube-tear-e-poesia\" rel=\"noreferrer noopener\" target=\"_blank\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?q=http:\/\/bit.ly\/youtube-tear-e-poesia&amp;source=gmail&amp;ust=1605794741559000&amp;usg=AFQjCNEExxpxEAppHaAzRajuVyQn9RQwIg\" style=\"color: rgb(17, 85, 204);\">http:\/\/bit.ly\/youtube-tear-e-poesia<\/a><\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os encontros ser\u00e3o conduzidos por arte-educadores ind\u00edgenas das etnias Kaimbe e Karaj\u00e1 e tamb\u00e9m professores da Rep\u00fablica Democr\u00e1tica do Congo O artista Duchelier Mahonza Kinkani apresenta a oficina de grafismo africano com \u00eanfase em Adinkra | Foto: Mah\u00e3 Catu &nbsp;A Coletiva Tear &amp; 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